INCT BRASIL PLURAL
  • Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Brasil Plural

    Publicado em 08/06/2014 às 22:55


  • Documentário do INCT Brasil Plural aborda o impacto social e a contribuição das pesquisas realizadas

    Publicado em 08/06/2014 às 22:45

    Para acessar o documentário clique no link abaixo:

    Documentário do INCT Brasil Plural

     


  • Coleção Brasil Plural em e-book em acesso gratuito

    Publicado em 28/06/2019 às 9:38

    Proporcionar amplo acesso à produção científica e acadêmica é uma tarefa fundamental para a democratização do conhecimento produzido nas universidades. Finalmente os livros da Coleção Brasil Plural, em parceria entre o INCT Brasil Plural e a editora da UFSC, estão disponíveis em e-book pelo site da editora. Acesse a página no link: http://editora.ufsc.br/estante-aberta/ , ou nos links específicos abaixo.


  • Atividade da Rede Saúde do IBP no XVII Congreso de Antropología en Colombia

    Publicado em 26/06/2019 às 11:05

    Integrantes da Rede “Saúde: práticas locais, experiências e políticas públicas” do INCT Brasil Plural se encontraram no XVII Congreso de Antropología en Colombia (11 a 14 de junho, Universidad ICESI, Cali, Colômbia) no Simpósio “Pesquisa antropológica e políticas de saúde: perspectivas na Colômbia e no Brasil”. Esse Simpósio, em sua segunda edição, contou com antropólogos brasileiros e colombianos, aprofundando o debate iniciado em 2017 no XVI Congreso de Antropología en Colombia, com o objetivo central de contribuir ao diálogo entre a antropologia e as políticas públicas envolvendo um leque amplo de populações indígenas, tradicionais, rurais e urbanas. O Simpósio também é parte das atividades de antropólogos latino-americanos engajados em pesquisas sobre saúde e políticas públicas, que buscam fomentar a comparação de experiências, colaborações e iniciativas de diferentes países ao desenvolvimento de conceitos e modelos analíticos mais adequados para entender as realidades da América Latina.

    Nessa edição, o Simpósio foi coordenado pelas professoras Sandra Carolina Portela Garcia (Departamento de Antropología de la Universidad Externado, Bogotá) e Eliana E. Diehl (Programa de Pós-Graduação em Assistência Farmacêutica da Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis), contando com as apresentações dos professores Carlos Alberto Uribe Tobón (Universidad de los Andes, Bogotá), Claudia Cano Correa (Universidad Externado, Bogotá), Maurício Múnera Gómez (Universidad de Antioquia, Medellín), Márcia Grisotti (Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis), Sílvia Maria Ferreira Guimarães (Universidade de Brasília, Brasília) e Esther Jean Langdon (Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis).

    Os trabalhos apresentados trataram de indígenas (Colômbia e Brasil), campesinos (Colômbia), agricultores (Brasil) e usuários e profissionais de uma urgência hospitalar (Colômbia), em contextos rurais e urbanos. Por um lado, as investigações evidenciaram as perspectivas dos sujeitos e grupos sociais, com seus saberes e práticas, ou seja, o pluralismo terapêutico. Por outro lado, demonstraram o papel do estado, com suas intervenções em saúde, cujo modelo biomédico (centrado no controle e em um modo de fazer ciência que visa produzir conhecimentos e realidades) pretende homogeneizar as pessoas, as ações e os serviços em saúde. Esse modelo gera impactos sociais, econômicos e políticos, produzindo preconceitos, discriminação e culpabilização dos sujeitos e famílias; ainda, desconsidera os saberes e práticas locais. Segundo os autores dos trabalhos, os sistemas de saúde na Colômbia e no Brasil, em que pesem suas diferenças estruturais, geram tensões e oportunidades tanto para os trabalhadores em saúde quanto para os usuários dos serviços. As pesquisas debatidas também mostraram que a hegemonia do modelo biomédico não está completa, pois em seu interior não há homogeneidade. Por exemplo, em uma urgência hospitalar de um grande centro urbano (estudo de Carlos Uribe) há múltiplos serviços e atores, estando em jogo diferentes perspectivas e práticas. Nesse trabalho e em outros do Simpósio, o papel protagonista das mulheres ficou evidente, seja na responsabilidade do cuidado como na defesa dos direitos à saúde e de sua autonomia. Por fim, os autores e os demais presentes no Simpósio concordaram sobre a necessidade de construir conceitos analíticos adequados para entender a complexidade do campo da saúde na América Latina, sendo fundamental a existência de redes de pesquisadores e instituições para alcançar esse propósito.


  • INCT Brasil Plural apoia vinda da professora Anna Tsing ao Brasil para participar da VII ReACT

    Publicado em 02/05/2019 às 12:16

    Na próxima segunda-feira, 6/5, a professora Anna Tsing fará a palestra “Viver nas Ruínas: paisagens multiespécies no antropoceno” na UFSC. O evento ocorrerá das 15 às 18 horas, auditório do CFH, e é aberta ao público acadêmico.

     

    Anna Lowenhaupt Tsing é professora na Universidade de California Santa Cruz e veio ao Brasil, com o apoio do IBP, para participar da VII Reunião de Antropologia da Ciência e da Tecnologia que acontecerá na UFSC, de 7 a 10 de maio.

    Outras informações sobre a VII ReACT estão disponíveis em https://www.doity.com.br/viireact

     


  • UFMT promove colóquio interdisciplinar sobre direitos dos povos tradicionais

    Publicado em 17/04/2019 às 11:34

    A professora da UFMT, Sonia Regina Lourenço, também pesquisadora vinculada ao INCT Brasil Plural, participará do colóquio “Interculturalidade, Territórios e Direitos: Povos Indígenas e Quilombolas na Constituição Brasileira”. O evento acontece na terça-feira (23), a partir das 20h, no auditório da Faculdade de Direito da UFMT. Mais informações em:

    http://www.ufmt.br/ufmt/site/index.php/noticia/visualizar/45814/Cuiaba


  • Nota de falecimento e pesar – Patrick Menget

    Publicado em 16/04/2019 às 13:16

     

    Morreu neste último sábado, 13/04, em sua casa de Budapeste, Hungria, o antropólogo francês Patrick Menget, de 77 anos. Um verdadeiro amigo de seus colegas brasileiros, alguns desde 1969, Patrick foi professor visitante na UFSC, em 2010, e pesquisador associado do INCT Brasil Plural, com ativa participação no departamento de antropologia em muitas oportunidades. Aposentado pela École Pratique des Hautes Études em Paris, foi por mais de duas décadas professor de etnologia indígena e teoria antropológica na Universidade de Nanterre, onde formou mais de uma geração de talentosos antropólogos e ajudou a redefinir a agenda da Etnologia Amazônica desde os anos de 1980. A visibilidade internacional que a antropologia feita no Brasil atingiu nos últimos anos deve muito ao diálogo com Patrick. Como ex-aluno de David-Maybury-Lewis nos Estados Unidos e de Claude Lévi-Strauss, que orientou sua tese de doutorado, na França, Patrick sabia conciliar e abrir espaços para diferentes tradições na antropologia, tendo sido um generoso anfitrião de muitos antropólogos brasileiros em suas passagens por diferentes Instituições francesas. Foi também um militante ativo dos direitos indígenas no braço francês da Survival Internacional. Os professores do departamento de antropologia da ufsc que tinham Patrick como colega e amigo juntam-se no pesar pelo seu falecimento e nas condolências à família.


  • Manifestação em defesa dos direitos dos povos indígenas:

    Publicado em 26/03/2019 às 11:01

    Na última semana, o Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, confirmou sua intenção de dissolver a Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI), órgão de gestão e execução de políticas de saúde para os povos indígenas ligada diretamente ao Ministério de Saúde, e de municipalizar as políticas de saúde indígena. O anúncio, feito na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, no dia 20 de março passado, segue na contramão de avanços históricos alcançados pelo movimento indígena ao longo das últimas décadas, desconsidera uma série de posicionamentos de lideranças indígenas contra esta medida e desconsidera a Constituição Federal e a Lei n. 8080/1990 do Sistema Único de Saúde (SUS).

     

    A SESAI é o órgão por meio do qual o Estado se propõe a oferecer atenção diferenciada e integral à saúde dos povos indígenas, por meio do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SASI-SUS), o qual conta com 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas que buscam articular os serviços e programas do SUS com as medicinas tradicionais dos mais de 300 povos indígenas que vivem no país. A atenção diferenciada é um princípio garantido pela Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas, juntamente com o direito de participação dos indígenas na formulação, acompanhamento e avaliação das políticas de saúde.

     

    A incorporação da SESAI pela Secretaria de Atenção Primária (antes Secretaria de Atenção Básica), levando à municipalização da atenção à saúde indígena, é uma das reformas anunciadas para o Ministério da Saúde. Com essa mudança, a Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas ficará em xeque, enfraquecendo significativamente o direito dos indígenas à atenção diferenciada e à participação social.

     

    Esta medida falaciosa constitui um desrespeito aos princípios constitucionais e legais que garantem o direito à saúde dos povos indígenas no Brasil. Desde os primeiros debates nacionais sobre a necessidade de serviços com características particularizadas para este segmento da população brasileira, definiu-se que um eixo fundamental de garantia de acesso à saúde e seus serviços seria manter as instâncias decisórias em âmbito federal, de modo que os interesses contrários e disputas locais envolvendo as populações indígenas não inviabilizassem a execução de políticas públicas específicas. A dissolução da SESAI não apenas contraria o posicionamento deliberado nas etapas locais e distritais da 6ª Conferência Nacional de Saúde Indígena, realizadas em 2018, como também fragiliza o princípio da atenção diferenciada que norteia as políticas de saúde dirigidas aos povos indígenas, defendido desde a 1ª Conferência Nacional de Proteção à Saúde do Índio, em 1986.

     

    Os pesquisadores e pesquisadoras do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Brasil Plural, bem como os professores da Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica, vêm a público manifestar seu apoio aos povos indígenas do Brasil, avaliando como lamentável e catastrófica a dissolução da SESAI. Defendemos que a 6ª Conferência Nacional de Saúde Indígena, a ser realizada em maio próximo, seja o espaço para debater e definir quaisquer mudanças no SASI-SUS e na Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas.

     

    Nenhum direito a menos!


  • Palestra sobre os recentes desastres ecológicos com mineração no Brasil

    Publicado em 15/03/2019 às 16:30

    No dia 25 de março, segunda-feira, às 18:30 hs, a aula inaugural do curso de Geografia da UDESC, proferida pelo Dr. Miguel Fernandes Felippe, tratará dos recentes desastres com mineração no Brasil. “Minas de Lama” acontecerá no auditório Tito Sena, na Faed/Udesc

     


  • Pesquisa sobre música indígena é apresentada na Espanha

    Publicado em 11/12/2018 às 11:54

    Agenor Vasconcellos, doutorando no PPGAS-UFAM, orientado pela professora Deise Lucy Montardo, apresentou sua pesquisa “Música kuxiymauara entre os Yepá-Mahsã: essa guitarra tem alma”, no XV Congresso da Sociedade de Etnomusicologia, que ocorreu em novembro, em Oviedo, Espanha.

    https://amazonasatual.com.br/pesquisa-sobre-musica-indigena-e-apresentada-na-espanha/?fbclid=IwAR3D-XLswhxr-p5FLz12AHW1ouyj2MssrgGIJkrCm8Gkri6r7nebtNwo9GQ


  • Políticas, saúde, subjetividades: pluralidade na atuação de Sonia Maluf

    Publicado em 02/11/2018 às 11:50

    Sonia Weidner Maluf, antropóloga professora do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFSC, que recentemente se aposentou, depois de mais de 30 anos de contribuições acadêmicas para as ciências sociais brasileiras, será homenageada com um evento multilocal. As atividades acontecerão na UFSC, na UnB, na UFMT e na UFAM, todas universidades que fazem parte das redes de pesquisa do INCT Brasil Plural.


  • Professora Esther Jean Langdon passa duas semanas como professora visitante na Colômbia

    Publicado em 05/10/2018 às 12:58

    A professora Esther Jean Langdon, coordenadora do IBP, está realizando uma série de atividades como professora visitante na Universidad Nacional de Colombia. Entre estas, apresentará a palestra “Antropologia y Salud: Perspectivas de America Latina”, exibirá o documentário “Taller de Bain Coca”, sobre os Siona e encerrará suas o período com a aula magistral “Chamanismo y performatividad en tiempos de derechos culturales y violencia”, para os estudantes da pós-graduação em antropologia.