Laboratórios Associados

A-FUNDA (UFSC)

O Núcleo de Pesquisas em Antropologia Fundamental, criado em abril de 2005, possui duas linhas de pesquisa: análise de sistemas de casamento; e parentesco e investigações sobre rituais e sociabilidade. Com a proposta de desenvolver e articular pesquisas orientadas por algumas das questões tradicionais da Antropologia, o Núcleo dedica-se a uma constante revisão de problemas fundamentais ao campo antropológico, em pleno diálogo com a prática contemporânea de pesquisas em campos diversos.


GESTO (UFSC)

O Grupo de Estudos em Oralidade e Performance foi criado em 2005, em função do crescimento dos interesses interdisciplinares no campo de performance em anos recentes. Visa tanto estimular a reflexão sobre os distintos marcos teórico-metodológicos que estão orientando o campo quanto criar um fórum de discussão para as pesquisas em performance que estão sendo realizadas pelos participantes, professores e estudantes de graduação e pós-graduação. Grande parte de seu fundamento teórico vem da antropologia, porém o perfil dos participantes demonstra a característica interdisciplinar do Grupo. As reuniões privilegiam as interseções entre performance, arte, identidade e sociedade para que seja possível um avanço epistemológico e a conseqüente consolidação dos estudos nesta área.

MUSA (UFSC)

O Núcleo de Estudos Arte, Cultura e Sociedade na América Latina e Caribe tem sede no Laboratório de Antropologia Social do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina. Ele reúne professores e estudantes de graduação e pós-graduação interessados na antropologia das artes e da artisticidade. O MUSA existe desde 1990 e sua área originária é a etnomusicologia. A América Latina e o Caribe constituem suas regiões centrais de investigação, ancoradas nas seguintes linhas de pesquisa: Etnologia Indígena; Arte e Artisticidade; Estudos Luso-Açorianos.

NAUI (UFSC)

O Núcleo de Dinâmicas Urbanas e Patrimônio Cultural foi criado em 2004, na Universidade Federal de Santa Catarina, com a proposta de reunir professores e alunos de diversas áreas do saber ao redor de dois eixos temáticos amplos: dinâmicas urbanas e patrimônio cultural. Esse foco fundamenta-se numa visão integrada do fenômeno social, em especial o de estruturação urbana, fruto da interrelação de diversos fatores e atores sociais. Durante esses anos de atuação, o grupo estabeleceu parcerias com outras Universidades, em especial a Universidad de Buenos Aires (UBA). Também foi firmada parceria com o Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), para aplicação do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) no Sertão de Valongo, o primeiro INRC aplicado em Santa Catarina. Além disso, vários trabalhos têm sido desenvolvidos no âmbito da graduação e pós-graduação relativamente às linhas de pesquisa propostas pelo Grupo. 

NEAI (UFAM)

O Núcleo de Estudos da Amazônia Indígena é um espaço que congrega pesquisadores da Universidade Federal do Amazonas, professores e estudantes, de graduação e pós-graduação, de diferentes áreas do conhecimento, que se dedicam ao estudo e pesquisas sobre temas e problemas relacionados aos povos e comunidades tradicionais da Amazônia. O Núcleo tem proporcionado o encontro de conhecedores indígenas, velhos e jovens acadêmicos (da UFAM, da UEA e de universidades particulares), para a reflexão e o debate sobre as formas de produção e o lugar do conhecimento tradicional frente àquele produzido nas universidades. Dentre outras atividades, o NEAI promove encontros, palestras, seminários, mesas redondas, seções de estudo e cursos de curta duração.

 NEPI (UFSC)

O Núcleo de Estudos de Populações Indígenas foi fundado na Universidade Federal de Santa Catarina, em 1996, pelo professor Dr. Sílvio Coelho dos Santos. Atualmente, é coordenado pela Dra. Antonella Tassinari. Logo após a sua instalação, o núcleo contribuiu para a realização do 1° Fórum de Debates das Questões Indígenas de Santa Catarina e para a criação do Conselho Estadual Indígena. Tem contribuído na assessoria às políticas públicas relativas à educação escolar indígena. As linhas de pesquisa atualmente desenvolvidas no NEPI encontram confluência na trajetória acadêmica do seu fundador. São elas: Política Indigenista; Infância e Educação Indígena; História da Antropologia; e, Antropologia e Projetos de Desenvolvimento. O NEPI desenvolve estudos e pesquisas relativas aos povos indígenas, em particular sobre seus saberes tradicionais, condições de vida e seus projetos, através da articulação de professores, pesquisadores e estudantes de diferentes universidades e instituições.

NESSI (UFSC)

Desde a sua criação, o Núcleo de Estudos sobre Saúde e Saberes Indígenas, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina, tem desenvolvido pesquisas e consultorias sobre questões relativas à saúde nas sociedades indígenas, às suas práticas terapêuticas e xamânicas, e aos sistemas de saúde/doença a vigorar na nossa própria sociedade. Importa entender as sociedades como agentes e não só como pacientes; como produtoras de saberes e não só como conjunto de problemas. Ao longo destes últimos anos, essa linha de pesquisa tem levado o Núcleo a integrar temas que não se limitam à área da saúde, como os modos de produção e o estatuto do conhecimento indígena; a dimensão histórica das religiões indígenas ou das noções de corporalidade ou afetividade. No momento, o NESSI acolhe uma grande variedade de pesquisas que, ampliando os seus interesses iniciais, se mantêm fiel às mesmas premissas críticas.

TRANSES (UFSC)

O Transes, Núcleo de Antropologia do Contemporâneo, foi criado em 2000 com o nome de Núcleo de Antropologia das Religiões (NUR), reunindo pesquisadores/as interessados/as em pensar as religiosidades como uma das temáticas centrais para se compreender a sociedade brasileira contemporânea e sua formação. Com a diversificação de suas linhas e projetos de pesquisa nos últimos anos, optamos por adorar uma designação mais abrangente, que abrigasse o conjunto de pesquisas e temáticas desenvolvidas: além de religião, gênero e teorias feministas, saúde, antropologia da pessoa e do sujeito, corpo, saúde e subjetividade, imagens e narrativas do contemporâneo, no projeto comum de realizar uma antropologia plural e atenta às questões do mundo contemporâneo. Entre as realizações, desenvolvemos diversos projetos de pesquisa, coordenados pelos pesquisadores/as vinculados ao grupo, cujos resultados têm sido publicações de artigos e livros e trabalhos de final de curso de graduação e pós-graduação. Além disso, pesquisadores/as do grupo participam de assessorias a apoio a implementação de políticas públicas e sociais nas áreas de pesquisa do grupo.