Coleção Brasil Plural

 A Coleção Brasil Plural, uma parceria entre o INCT Brasil Plural e a Editora da UFSC, tem como objetivo dar visibilidade às pesquisas realizadas pelo Instituto Nacional de Pesquisa Brasil Plural. Busca retratar as diferentes realidades brasileiras em toda a sua complexidade e contribuir para a elaboração de políticas sociais que levem em consideração as perspectivas das populações e comunidades estudadas. Além disso, visa formar pesquisadores/as e profissionais que atuem com essas populações.

Acesse os e-books nos títulos abaixo:


UKUSSE: FORMAS DE CONHECIMENTO NAS ARTES DO DIÁLOGO TUKANO. 2022.

 

Autor: João Rivelino Rezende Barreto

Partindo de uma etnografia em casa, o autor apresenta no livro a matriz dos conhecimentos excepcionais tukano, que se condensa em Ukusse, um conceito-raiz para o entendimento das formas de conhecimento tukano como arte do diálogo. Ao elaborar essa arte tanto como objeto quanto como método de pesquisa, o livro oferece uma contribuição inovadora para o modo de fazer antropologia indígena no noroeste amazônico. A complexidade do saber tukano é, ademais, projetada sobre a dinâmica de uma região, onde tudo e todos estão num processo de transformação contínua, e o mesmo tema, a mesma causa e as mesmas ideias convergem na diversidade da prática da arte do diálogo.

e-book: Ukusse: formas de conhecimento nas artes do diálogo tukano


ANTROPOLOGIAS DO CONTEMPORÂNEO: UMA HOMENAGEM A SÔNIA WEIDNER MALUF. 2022

 

Organização: Eliana Elisabeth Diehl, Marcos Aurélio da Silva, Deise Lucy Oliveira Montardo, Sonia Regina Lourenço, Érica Quinaglia Silva, Amanda Silva Rodrigues.

Por que uma coletânea-homenagem à professora, pesquisadora, colega e amiga Sônia Weidner Maluf? Em sua carreira como antropóloga, Sônia convida a pensar e a debater a partir de múltiplas perspectivas contemporâneas, sempre instigando a crítica e o diálogo com os sujeitos e as coletividades, produzindo antropologias que conectam teorias a práticas, experiências e políticas públicas. Os textos aqui reunidos refletem essa pluralidade de atuação da homenageada, e esperamos que inspirem para além de suas páginas.

e-book:  Antropologias do contemporâneo: uma homenagem a Sônia Weidner Maluf


ARTE, SOM E ETNOGRAFIA. 2021

 

Organização: María Eugenia Domínguez,  Deise Lucy Oliveira Montardo

Esta coletânea reúne textos que, embora nutridos em diferentes tradições etnográficas, tem em comum o interesse em entender a eficácia da arte, das imagens e dos sons para elaborar relações. O olhar se volta para a dimensão estética das experiências. Mais do que retratar as performances ou modos de fazer artístico de uma categoria social particular, ou as características das imagens e os sons produzidos por este ou aquele coletivo, este volume busca somar-se às discussões sobre o potencial de considerar a dimensão sensível da experiência nos modos que fazemos etnografia.

O volume traz contribuições de pesquisadores ligados à rede de pesquisa “Arte, performance e sociabilidades”, do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Brasil Plural (INCT-IBP), como também de convidados que em diferentes oportunidades participaram dos trabalhos da rede.

e-book:  Arte, Som e Etnografia. 


DISSIDÊNCIAS, ALTERIDADES, PODER E POLÍTICAS. ANTROPOLOGIAS NO PLURAL. 2020

 

Organização: Sonia Regina Lourenço; Marcos Aurélio da Silva e Moisés Alessandro de Souza

Esta coletânea reúne pesquisas desenvolvidas em contextos de coletivos rurais e urbanos, do Cerrado e da Amazônia. Os estudos são o resultado de diálogos transversais entre as distintas temáticas e as abordagens que costuram pontos de convergências analíticas. O livro mostra a importância da etnografia a para o entendimento das alteridades, dos saberes e das experiências de diferentes coletivos quilombolas, indígenas, rurais e LGBTs, os quais buscam o direito de acesso à saúde, à terra e à vida.

e-book:Dissidências, Alteridades, Poder e Políticas: Antropologias no Plural. 


CIDADES REBELDES: INVISIBILIDADES, SILENCIAMENTOS, RESISTÊNCIAS E POTÊNCIAS. 2019

 

Organização:  Raposo; Allende Renk e Scott Head (Orgs).

Cidades Rebeldes convida a refletir criticamente sobre o modo de viver, habitar e criar cidade e urbanidade na contemporaneidade. É também um apelo à conscientização do que significa hoje sermos habitantes de um mundo cada vez mais urbanizado. Mas é simultaneamente, fluxo e refluxo de cenários políticos em crise, em pulsão, tensionais. E procura lidar com inquietações urgentes acerca da forma como reclamamos e usufruímos no e do espaço urbano.
Cidades Rebeldes é assim uma proposta de criação de um lugar de experimentação crítica e reflexiva, pretende potenciar um modo de estar oficial e seminal e estabelece cruzamentos entre artistas, investigadores, ativistas e demais públicos interessados em reclamar o direito à cidade.

e-book: Cidades rebeldes: invisibilidades, silenciamentos, resistências e potências. 


ESTADO, POLÍTICAS E AGENCIAMENTOS SOCIAIS EM SAÚDE: ETNOGRAFIAS COMPARADAS.2018

 

Organização: Sonia Weidner Maluf; Erica Quináglia Silva.

Esta coletânea aborda práticas, saberes, mecanismos disciplinadores, a perspectiva universalista das políticas públicas e seus modos desiguais de distribuição de direitos. Busca-se problematizar a relação entre a produção da verdade e as estratégias de sujeitos e coletividades para vivenciar e agenciar processos de saúde-adoecimento. O fazer etnográfico é utilizado como ferramenta para refletir sobre experiências sociais e políticas públicas no contexto da saúde mental, da saúde sexual e reprodutiva, de práticas corporais de higiene, do cuidado, das doenças crônicas, da alimentação, entre outras temáticas.

e-book: Estado, políticas e agenciamentos sociais em saúde: etnografias comparadas.

 


SABERES E CIÊNCIA PLURAL: DIÁLOGOS E INTERCULTURALIDADE EM ANTROPOLOGIA. 2017.

 

Organização: Deise Lucy O. Montardo e Márcia Regina C. F. Rufino.

Este livro apresenta alguns dos fecundos desenvolvimentos realizados a partir do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Brasil Plural. Os artigos são fruto de um colóquio realizado na Universidade Federal do Amazonas em 2014 e têm como denominador comum a quebra da postura clássica do antropólogo como desbravador de saberes nativos, bem como o reconhecimento de que em outros saberes há cientificidade ainda que obedecendo regras distintas de produção de verdade.

e-book: Saberes e ciência plural – diálogos e interculturalidade em Antropologia. 2017 

 

 

 


UMBIGOS ENTERRADOS: CORPO, PESSOA E IDENTIDADE CAPUXU ATRABÉS DA INFÂNCIA. 2017. 

 

Autora:  Emilene Leite de Sousa.

Uma investigação cuidadosa sobre as noções de pessoa e corporalidade entre os Capuxu, tendo as crianças como foco e interlocutoras, permitem percorrer questões relativas ao parentesco, onomástica, territorialidade e etnicidade. Esta etnografia também aponta para a possibilidade de diálogos entre os estudos de campesinato e a etnologia indígena.

e-book: Umbigos enterrados: corpo, pessoa e identidade capuxu através da infância. 2017 

 

 

 

 


O REGIME IMAGINÉTICO PANKARARU: PERFORMANCE E ARTE INDÍGENA NA CIDADE DE SÃO PAULO. 2017.

 

 

Autor: Marcos Alexandre S. Albuquerque. 

Resultado de vários anos de pesquisa antropológica e engajamento colaborativo com a comunidade pankararu na cidade de São Paulo. Uma das poucas etnografias sobre índios nas cidades brasileiras, a qual revela a agência e capacidade desse povo nordestino de se tornar visível e respeitado. Através da análise performática o livro acompanha a luta dessa comunidade para de mais de 2000 pessoas para obter maior visibilidade em busca de seus direitos na saúde e educação.

 

e-book: O regime imagético Pankararu: performance e arte indígena na cidade de São Paulo.

 


 

Capa Politicas Publicas

Esther Jean Langdon e Marcia Grisotti (Org). Políticas públicas: reflexões antropológicas. 2016 

Este livro é o resultado do Colóquio Reflexões sobre Pesquisa Antropológica e Políticas Públicas no INCT Brasil Plural (IBP). Apresenta um balanço das pesquisas, realizadas no âmbito do IBP, que tenham contribuído para subsidiar as políticas públicas, debater as controvérsias e estimular novas ideias. Prioriza o debate das seguintes questões: Em que sentido as pesquisas, dos pesquisadores individualmente e em redes, contribuem para as diversas políticas públicas? É possível articular os trabalhos com as políticas públicas? De que maneira seus projetos conseguiram algum impacto social ou político?

 

Capa Dialogos com os Guarani

Nádia Heusi Silveira; Clarissa Rocha de Melo; Suzana Cavalheiro de Jesus (Orgs). Diálogos com os Guarani: articulando compreensões antropológicas e indígenas. 2016

Esta coletânea é fruto de um seminário realizado na UFSC com o intuito de relacionar compreensões antropológicas sobre os conhecimentos dos Guarani e compreensões de acadêmicos guarani sobre os conhecimentos da Antropologia. Abordando temáticas variadas, os artigos evidenciam processos históricos de transformação na relação com não índios e seus desdobramentos, como também explicitam o modo de vida contemporâneo dos Guarani.

 

Rose

Rose Mary Gerber. Mulheres e o mar: Pescadoras embarcadas no litoral de Santa Catarina, sul do Brasil2015

Este livro apresenta o resultado de uma pesquisa em antropologia com pescadoras que se dedicam à pesca artesanal no litoral de Santa Catarina. Durante 11 meses, Rose Mary Gerber mergulhou no cotidiano dessas mulheres de forma intensa, participando dos momentos de ação em terra e no mar. Os embarques e as conversas no dia a dia permitiram que a pesquisadora capturasse sutilezas no modo como as pescadoras se constituem como sujeitos em meio aos processos de assujeitamento com que constantemente se deparam.

 

Esther Jean Langdon; Marina D. Cardoso (Orgs). Saúde Indígena: Políticas comparadas na América Latina. 2015

Novo livro da Coleção Brasil Plural e da Editora UFSC que faz uma análise sobre as políticas de saúde indígena implantadas em seis países latino-americanos (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Venezuela), realizando uma discussão crítica sobre a formulação e a práxis dessas políticas em contextos nacionais e etnográficos distintos.

 

 

Edviges Ioris. Uma floresta de disputas –  conflitos sobre espaços e identidades sociais na Amazônia. 2014

O livro, que integra a recém-criada Coleção Brasil Plural, analisa, discute e propõe caminhos possíveis para os “longos e intensos conflitos” criados com as populações locais. A polêmica já dura mais de três décadas e não tem prazo para acabar, mobilizando burocratas, cientistas, ambientalistas, ativistas de direitos humanos e as comunidades rurais afetadas.
Terra Do Nao-Lugar, A: Dialogos Entre Antropologia E Performance | Amazon.com.brPaulo Raposo; Vânia Zikán Cardoso; John Dawnsey; Tereza Fradique (Orgs). A terra do não lugar: diálogos entre Antropologia e Performance. 2013 

A terra do não-lugar explora os limites e fronteiras da performance. Simultaneamente intraduzível e intercomutável entre campos disciplinares, difusamente interterritorial e transdisciplinar, o conceito de performance se consubstancia hoje em um objeto reflexivo controverso, perenemente polêmico, e em um prolixo gerador de metáforas para a experiência humana. Esta coletânea de ensaios oferece algumas articulações entre o campo das ciências sociais e humanas, nomeadamente a Antropologia, e o campo dos estudos artísticos, em particular os chamados Performance Studies.

 

Produto | Detalhes | A festa da jaguatirica: uma partitura crítico- interpretativa 1 ed. 1 reimpr. | Editora da UFSC

Rafael José Menezes Bastos. A Festa da Jaguatirica: uma partitura crítico-interpretativa. 2013

Este livro inaugura a Coleção Brasil Plural. É uma das primeiras descrições integrais de um ritual musical ameríndio. Feita no seu próprio pulso, ela evidencia que o cerne desses rituais, na Amazônia, está na articulação de pequenas unidades (canções, peças instrumentais, vinhetas) em longas sequências e sequências de sequências, resultando em performances às vezes de mais de dez dias. A música neles opera como pivô entre as artes verbais (poesia, mito) e corporais (especialmente a dança). A publicação deste livro contribui fortemente para a atual reconfiguração do conhecimento sobre os povos amazônicos, apontando para a ideia de uma grande complexidade de suas culturas.

 

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 Comitê Editorial

Esther Jean Lagdon
Vânia Zikán Cardoso
Alícia Castells
Márcia Grisotti
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