No dia 27 de março (2025) o auditório do Bloco E da UFSC recebeu o evento Hidrelétricas na Amazônia, que apresentou os resultados de uma década de pesquisas sobre os impactos socioambientais desses empreendimentos na região.
A programação incluiu a exibição do documentário Hidrelétricas na Amazônia: E Depois?, que sintetiza os principais achados do estudo, seguida de um debate com pesquisadores das universidades envolvidas no projeto: Unicamp, UFPA, USP, Michigan State University, UNIR, UFSC, West Virginia e INPE.
Documentário:
A gravação do evento:
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O Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFSC convida a comunidade acadêmica para sua aula inaugural.
Data: 02 de abril Horário: 18:30h Local: Auditório do CFH
Palestra: “Uma escultura, uma entidade e um encontro no terreiro Guarani de Oxossi: movimentos por histórias entrelaçadas e seus efeitos” Palestrante: Miriam Rabelo (UFBA)
Miriam Rabelo é professora do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais e pesquisadora do Núcleo de Estudos sobre Corpos, Sensibilidades e Ambientes (ECSAS) da UFBA. Suas pesquisas abordam a experiência sensível e o aprendizado em contextos religiosos, com ênfase nas religiões de matriz africana. Atualmente, investiga práticas éticas e experimentos de coexistência em coletivos de terreiro. Entre suas publicações, destaca-se o livro “Enredos, Feituras e Modos de cuidado: dimensões da vida e da convivência no candomblé” (EDUFBA).
Temos a alegria de apresentar Memórias de Santa Teresita, um livro que resgata as histórias e trajetórias do povo Guarani no Chaco Boreal. Fruto da iniciativa da Comissão de Mulheres da Comunidade Guarani de Santa Teresita (Distrito de Mariscal Estigarribia, Departamento de Boquerón, Paraguai). As mulheres compartilhavam a impressão de que mais vozes femininas poderiam ser incluídas, pois ainda não tinham sido ouvidas nem registradas na produção de narrativas sobre a história de seu povo. Portanto, o objetivo deste livro é tanto homenagear e divulgar as memórias das primeiras famílias que fundaram Santa Teresita, quanto valorizar a participação das mulheres em sua história e desenvolvimento. O livro trata de temas importantes em suas memórias, como os deslocamentos pelo território desde os vales bolivianos e as dificuldades para reorganizar a vida após a Guerra do Chaco. Também aborda suas iniciativas e esforços para viver em sua própria comunidade e a longa luta pela autonomia territorial e cultural. Além disso, o livro refere-se aos impactos da construção da Rota Transchaco para os povos indígenas, aos efeitos da colonização agropecuária e às formas como a crise ambiental afeta suas vidas.
Acaba de ser lançada a mais recente edição da ILHA – Revista de Antropologia, trazendo o dossiê “Cronotopos pandêmicos: aproximações e leituras antropológicas sobre tempo e espaço durante e após a Covid-19”.
Organizado por Mónica Franch, Rosamaria Giatti Carneiro e Sônia Weidner Maluf, este dossiê reúne contribuições que exploram, sob diferentes perspectivas antropológicas, os impactos da pandemia na forma como experienciamos o tempo e o espaço.
A publicação é fruto do trabalho da Rede Antropo-Covid, que vem articulando reflexões sobre as múltiplas dimensões da pandemia e seus desdobramentos.
Nos dias 09 e 10 de dezembro de 2024, ocorrerá o 2º Seminário Interno da Rede Ecos da Pandemia, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da UFSC, em Florianópolis.
A Rede Ecos da Pandemia, sediada no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFSC, desenvolve o projeto “Impactos sociais, políticas públicas e estratégias locais de enfrentamento à pandemia de Covid-19: saúde, proteção social e direitos”, com financiamento da CAPES (Edital 12/2021 – EPIDEMIAS IV).
O Seminário contará com pesquisadoras/es de todas as universidades integrantes da rede, das cinco regiões brasileiras (UFSC, UFPB, UERJ, UFRR, UFMT e UnB). Está organizado em duas Mesas Redondas, com pesquisadoras da rede, e quatro Rodas de Conversa: Serviços, cuidado e políticas públicas; Sofrimento, práticas paliativas e formas de gestão da morte; Ecos da pandemia, memórias e sequelas e Experiências de grupos.
Além dessas atividades, haverá também uma exposição de fotografias sobre o tema dos impactos sociais da pandemia de covid-19 no hall do CFH.
De 4 a 6 de dezembro de 2024, o Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) sediará o Encontro Internacional da Rede de Metodologias Dialógicas. Este evento reunirá pesquisadores e profissionais da América Latina para explorar abordagens metodológicas inovadoras nas ciências sociais e humanas, com abordagem inclusiva e igualdade de gênero.
O programa inclui conferências, mesas redondas, apresentações de pesquisas e workshops. A conferência inaugural será proferida pelo professor Dimas Floriani, que refletirá sobre as bases socioantropológicas do diálogo como ferramenta metodológica para o futuro, destacando a importância da diversidade e da inclusão na produção do conhecimento.
Destaca-se a participação de acadêmicas como María Eugenia Domínguez, Alejandra Lazo e Adriana Hoffmann, que moderarão e apresentarão pesquisas sobre metodologias dialógicas e infâncias. As mesas redondas abordarão temas fundamentais como performatividades, territorialidades, narrativas sensoriais e pesquisas audiovisuais. Estas sessões promoverão o diálogo interdisciplinar, destacando como as perspectivas de género enriquecem a investigação e as metodologias colaborativas.
Além disso, o evento terá uma exposição audiovisual que apresentará documentários sobre temas como identidade afrodescendente, comunidades indígenas e dinâmicas sociais em territórios diversos. Produções como “Agahü: o sal do Xingu” e “Firma o ponto povo do axé” tornam visíveis experiências comunitárias e realidades de gênero, contribuindo para uma compreensão mais ampla da diversidade cultural.
Este encontro, organizado pelo MUSA (Núcleo de Estudos de Arte, Cultura e Sociedade na América Latina e Caribe) e pelo Projeto Anillos 220018 sobre Desigualdades Territoriais, com o apoio conjunto de múltiplas instituições e projetos como o Projeto Fondecyt 1220762 sobre Mobilidades Adaptativas , o Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do PPGAS/UFSC, o CHIC (Centro de Pesquisas do Cabo Horn) entre vários outros, procura não só fortalecer as redes académicas, mas também promover metodologias dialógicas que integrem a igualdade de género, a justiça social e a inovação. Com participantes do Brasil, Chile, Argentina e outros países, consolida-se como um espaço fundamental para a construção de conhecimento inclusivo e transformador na América Latina.
Universidade Federal de Santa Catarina
Centro de Filosofia e Ciências Humanas
Departamento de Antropologia / sl. 101
Florianópolis - SC / CEP 88040-970
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Fone/fax +55 (48) 3721-8805
Horário: segunda a sexta-feira,
das 13:30 às 18:00
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Universidade Federal do Amazonas
Rua Ferreira Pena, 386 - Manaus - AM
CEP 69010-140
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