Cidadania e Direitos

A proposta de pesquisa do Instituto amplia o conceito de “inovação científica” ao integrar abordagens sociais, epistemológicas e metodológicas, com ênfase na produção de um conhecimento interdisciplinar, plural e dialógico. Esse modelo tem contribuído para a formulação de políticas públicas inclusivas, o fortalecimento da autodeterminação dos grupos pesquisados e a democratização do conhecimento, promovendo a redução das desigualdades sociais no Brasil.

Ao longo dos anos, o Instituto manteve e consolidou parcerias com diversos órgãos públicos em âmbitos federal, estadual e municipal, ao mesmo tempo em que estabeleceu novas colaborações estratégicas. Destacam-se, entre elas, a atuação junto ao Conselho Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), vinculado ao Ministério da Saúde; ao Supremo Tribunal Federal (STF); à Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB); ao Ministério Público Federal em Santa Catarina; ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) em Mato Grosso; a Conselhos Estaduais de Direitos da Mulher; ao Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI); e à Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), entre outros (no Anexo 4 estão listadas algumas parcerias).

Além das parcerias com órgãos públicos, grande parte das pesquisas realizadas no IBP tem como foco a análise de políticas públicas e de situações que demandam políticas sociais voltadas às populações, comunidades, grupos e sujeitos sociais envolvidos nas investigações. Um dos resultados mais relevantes desse trabalho foi a atuação de pesquisadoras e pesquisadores durante a pandemia de COVID-19, por meio de diferentes frentes de ação. Destacam-se, nesse contexto, as redes de pesquisa sobre o tema, coordenadas ou com participação de pesquisadoras do IBP,  desenvolvidas em articulação com diversas instituições, tanto aquelas vinculadas ao Brasil Plural quanto outras universidades e centros de pesquisa parceiros. Destacam-se as redes Antropocovid (@antropocovid), Ecos da Pandemia (@ecosdapandemia), coordenadas pela profa. Sônia W. Maluf, e a participação de pesquisadores do IBP na Rede Covid Humanidades.