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Oficina: ”La afectación, los afectos y el Trabajo de Campo en Antropología”.
Diogenes Cariaga, professor da Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul/Universidade Federal da Grande Dourados, Doutor em Antropologia pelo PPGAS/UFSC e pesquisador do IBP participará da segunda edição da oficina “‘La afectación, los afectos y el Trabajo de Campo en Antropología.”, com a palestra: “Modos Kaiowá de hacer y deshacer relaciones con el Estado: transformaciones entre transformaciones”. Esta palestra acontecerá o 15 de julho às 17h (Argentina)O evento começa a segunda 13 de julho com a participação de Luisa Elvira Belaunde (Universidad Mayor de San Marcos, Perú), Ana Ramos (Universidad Nacional de Río Negro, Argentina) e Carol Rocha Grimoldi (Centro de Ecología de Pueblos Andinos, Bolívia) e o dia 14 de julho com a participação de Santiago Martínez (Instituto Alexander Von Humboldt, Colômbia).
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Antropologia de Tiempos Extraordinarios
A Coordenadora Executiva do Instituto Brasil Plural (INCT/CNPq) Sônia Maluf participará do seminario “Dialogos antropológicos, México-Brasil”, 10 de junho às 13h. -
“Cidades rebeldes: invisibilidades, silenciamentos, resistências e potências”
Cidades rebeldes: invisibilidades, silenciamentos, resistências e potências é o título do mais novo e-book lançado pela Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC). Organizado por Paulo Raposo, Allende Renck e Scott Head, o livro faz parte da Coleção Brasil Plural e está disponível gratuitamente na estante aberta da Editora.A obra deriva do ciclo de cinema Cidades rebeldes, cujas sessões ocorreram entre abril e junho de 2018 no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFSC, na disciplina Direito à cidade, espaço público e performance, coordenada por Paulo Raposo, professor visitante na UFSC e docente do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa. Por meio do cinema documental e de filmes de autor, o ciclo buscava tornar visíveis intervenções artísticas, engajamentos políticos, pesquisas e reflexões que promovessem a discussão sobre o direito à cidade na contemporaneidade.
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Revista Ilha de Antropologia v.22 n.1 (2020).
Acaba de ser publicado o ultimo número da Revista Ilha do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina, coordenada pela Dra., professora do PPGAS/UFSC e pesquisadora do IBP Vivianne Vedana. A revista contém artigos de pesquisadores do instituto como Amanda Rodrigues e Fernando Ciello.
Disponível em:
https://periodicos.ufsc.br/index.php/ilha/issue/view/3114/showToc
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Dossiê: Encontro de Saberes – transversalidades e experiências. Revista Mundaú (PPGAS/UFAL).
Revista Mundaú (PPGAS/UFAL).
Dossiê: Encontro de Saberes – transversalidades e experiências
Organizadores: Edgar Rodrigues Barbosa Neto (UFMG); Isabel Santana de Rose (UFAL); Marcio Goldman (UFRJ)Proposta: Este dossiê pretende reunir diferentes reflexões de natureza etnográfica, político-pedagógica e epistemológica tendo por objeto as experiências de “encontro de saberes” em contextos acadêmicos, englobando ao menos três tipos de iniciativas: 1) as direcionadas para a inclusão de mestres e mestras do conhecimento tradicional como professores; 2) aquelas em que os(as) estudantes tiveram acesso à universidade por meio de políticas de ação afirmativa ou vestibular diferenciado; 3) aquelas em que os(as) estudantes estão matriculados(as) em cursos de natureza intercultural, incluindo licenciaturas indígenas e quilombolas, entre outros.
Nosso objetivo central é examinar as consequências desses encontros sobre as práticas de conhecimento e as formas de organização acadêmicas, e os diferentes modos em que esses encontros são implementados por seus participantes nos contextos fora da universidade. O debate em torno dos “riscos” implicados nesses encontros é parte fundamental da proposta: de um lado, um “verticalismo hierarquizante”, que apenas inverteria a posição respectiva de saberes acadêmicos e não acadêmicos; de outro, um “horizontalismo democratizante”, supondo que as relações entre esses saberes são de mera equivalência e que, no fundo, as diferenças não importam. Nesse sentido, nossa sugestão é um esforço para pensar a relação entre saberes heterogêneos enquanto heterogêneos numa experiência de “transversalidade criativa”.
Prazos: Estaremos recebendo contribuições até 31 de julho de 2020, com previsão de publicação em dezembro de 2020.
Submissões: http://www.seer.ufal.br/index.php/revistamundau
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Defesa de tese de doutorado: “Análise espacial de valorização da paisagem cultural brasileira: O traço identitário da imigração polonesa no Alto Paraguaçu”
O trabalho foi desenvolvido por Fabricio Rocha da Silva, doutorando do Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFSC e pesquisador do NAUI e do IBP, (Rede Territorialidades, Deslocamentos, Paisagens Urbanas e Populações Tradicionais. Projeto: Cidades plurais: patrimônios, espaços públicos e consumos culturais urbanos), sob a orientação da Dra. Alicia Norma González de Castells.
Resumo:
A falta de um instrumento de chancela da paisagem cultural brasileira tem sido um entrave no aprimoramento de medidas de preservação das características que tornam as paisagens peculiares. Dessa forma, o trabalho em questão apresenta uma proposta de análise espacial de valorização da paisagem cultural, pautada em uma leitura socioespacial que relaciona a dimensão imaterial da paisagem aos processos que dão singularidade e relevância para essa categoria de patrimônio como expressão cultural de um determinado grupo ou sociedade. Por meio de bibliografia histórica, fichas de análise espacial aplicadas aos lotes e edificações e entrevistas com os moradores da localidade, são promovidas as discussões entre uma sociedade tradicional (descendentes de imigrantes poloneses) e seu espaço de representação (Alto Paraguaçu). Evidencia-se a influência da dinâmica socioespacial na construção da paisagem, caracterizada pela formação de um traço identitário que perpassa as gerações e, mesmo modificado ou ressignificado, permite a compreensão da paisagem pelas ações humanas que a moldam e não somente pela sua morfologia como resultado do processo. Por fim, conclui-se que o traço identitário em paisagens concebidas ou transformadas por sociedades tradicionais tende a ser um fator determinante para as ações de preservação das características que tornam as paisagens peculiares.
Data: 17/07/20 às 16:00h.
Abaixo o link para acompanhar a atividade:
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Dossiê Temático do Cadernos Naui/UFSC: Patrimônio imaterial no Brasil: Trajetórias, participação social e políticas de reconhecimento.
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Anuario de Historia Regional y de las Fronteras, Vol. 25 Núm. 2 (2020)
A revista “Anuario de Historia Regional y de las Fronteras” acaba de
publicar o dossier “Estado, religión y poder en los espacios de frontera: miradas conectadas en América Latina en los siglos XIX y XX”, coordenado pela professora e Coordenadora do IBP Esther Jean Langdon e Camilo Mongua Calderón, Doutor em Historia de los Andes.Disponível em: https://revistas.uis.edu.co/index.php/anuariohistoria/issue/view/731
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Exposição Virtual: “Kuri’y Zág Fág: Formas e conteúdos indígenas”.
Foi lançada na sexta-feira passada a Exposição Virtual: “Kuri’y Zág Fág: Formas e conteúdos indígenas”.
A mesma propõe compartilhar alguns dos trabalhos dos estudantes indígenas da última turma do curso (2016-2020) da – Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica – UFSC. Um dos principais objetivos desta exposição é de fortalecimento e visibilidade para o curso, e também, mostrar a importância do acesso e permanência dos povos indígenas na universidade pública. A exposição terá publicações semanalmente até 24 de julho de 2020. https://formasconteudosindigenas.blogspot.com/
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Antropologia pública, políticas para pessoas com deficiência e urgências.



