INCT BRASIL PLURAL
  • Evento NAUI 20 anos


    Evento híbrido. Inscrições em: https://inscricoes.ufsc.br/naui20anos

    Maiores informações em: https://naui.ufsc.br/evento-naui-20-anos/


  • Roda de conversa: “Memória e salvaguarda de terreiros: Tradições religiosas entre o oral, o imagético e o digital”

    Gesto/Ppgas e INCT Brasil Plural convidam para o encontro com a pesquisadora Díjna Torres* (UFS), “Memória e salvaguarda de terreiros: Tradições religiosas entre o oral, o imagético e o digital”, dia 15/10, às 14h:30 hs, sala 110, CFH.

    Durante o doutorado, Díjna Torres apresentou a contrapartida de construir espaços de salvaguarda físicos e digitais, dentro dos terreiros pesquisados em Sergipe, para catalogar as imagens e documentos produzidos como memória nos espaços, como forma de preservar as narrativas e o conhecimento dos locais, além de servir como modelo para que outras casas possam catalogar seus registros. O objetivo deste encontro é apresentar como foi construída a relação com as casas de axé ao longo da pesquisa e os desdobramentos acerca da importância da preservação da memória a partir dos múltiplos olhares que compõem a complexidade imagética do Candomblé em Sergipe.

    *Díjna Torres é jornalista, Doutora em Antropologia pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Mestra em Sociologia pela Universidade Federal de Sergipe (UFS). Em seu estágio pós-doutoral em História, pela UFS, desenvolveu uma iniciativa voltada à divulgação e fomento da história afro sergipana a partir do portal Kizomba dos Saberes. É especialista em educação e cultura afro-brasileira pelas Faculdades Integradas de Jacarepaguá, atua na área de produção cultural, religiões de matrizes africanas no Brasil, imagem, gênero e pesquisa aplicada.


  • Defesa de Tese de Jane Siqueira “Oferecimento do sapateado: Uma etnografia da forma expresiva dos sapateadores de El Carmen”


  • Homenagem a Alcindo Wherá Tupã, liderança espiritual guarani

    Nesse final de semana, Alcindo Wherá Tupã, grande liderança espiritual guarani, se encantou e fez sua passagem para a Terra sem Males. Alcindo e sua companheira a cunha karaí Rosa Poty Djá (que também já fez sua passagem há alguns anos) foram amplamente conhecidos e respeitados na rede das aldeias guarani do sul e sudeste do Brasil como curadores e líderes espirituais dotados de grandes poderes e conhecimento. Nascidos na década de 1920, passaram grande parte de sua vida adulta mudando de um lugar para outro, convivendo com o aumento da ocupação não-indígena no território tradicional guarani e a violência que resultou desse processo.

    Eles chegaram em Santa Catarina no final dos anos 1980 em uma migração inspirada por sonhos xamânicos e se fixaram por várias décadas na aldeia Yynn Moroti Wherá ou M’Biguaçu (Biguaçu, Santa Catarina) com o sonho de voltar a viver de acordo com o nhandereko, o modo de ser guarani. As características pessoais desse casal de anciões e sua busca pelo modo de vida guarani, bem como sua preocupação com a revitalização cultural, se expressaram em uma série de iniciativas criativas empreendidas em áreas como saúde, educação e xamanismo. A reocupação da aldeia de M’Biguaçu por esta família extensa coincidiu com um processo de valorização da tradição que começou a se intensificar nos anos 1990 e teve como alguns de seus marcos a construção de uma nova opy (casa de reza), a edificação da primeira escola bilingue dentro da Terra Indígena, a retomada dos rituais noturnos de reza, canto e dança na casa de reza, a formação da rede da Aliança das Medicinas e a fundação da Igreja Nativa Tata Endy Rekowe, reacendendo o Fogo Sagrado.

    Alcindo e Rosa foram responsáveis também por formar novas gerações de lideranças espirituais e políticas entre os Guarani, que hoje estão atuando em diferentes frentes, nas aldeias, em órgãos governamentais e na universidade, entre outros múltiplos espaços. Eles se foram em matéria, mas deixaram uma série de sementes, ensinamentos e exemplos para nos ajudar a adiar o fim do mundo.

    O Núcleo de Estudos de Saberes e Saúde Indígena (NESSI/UFSC) e o Instituto Brasil Plural se solidarizam com a família e a comunidade pela sua perda.


  • Dissertação apoiada pelo IBP es finalista do concurso de teses e dissertações 2024 pela ANPOCS

    Parabenizamos a Mariana Spagnuolo Furtado e seu orientador José Antonio Kelly pela indicação como finalista do concurso de teses e dissertações 2024 pela ANPOCS, por sua dissertação “Mundos Entrelaçados: saberes e práticas femininas e as tramas da cestaria yanonamɨ em Maturacá (AM)”. Pesquisa que recebeu o apoio do Instituto Brasil Plural.


  • Prêmio Antropologia e Direitos Humanos – Doutorado na 34 RBA

    Na 34º Reunião de Antropologia Brasileira foi otorgado o prêmio na categoria doutorado ao artigo “Internação perpétua à moda brasileira: relatos de uma etnografia de hospital psiquiátrico” produto da da tese de doutorado da Dra. Sabrina Melo Del Sarto. Tese orientada pela Prof. Esther Jean Langdon.


  • Posse do professor indígena Dr. Rivelino Barreto no Departamento de Antropologia da UFSC

    É com muita alegría que divulgamos a posse do mais recente professor de antropología Dr. João Rivelino Rezende Barreto -Yúpuri- do Povo indígena tukano. Aconteceu ontem dia 05 de agosto na UFSC.


  • Lançamento das Colatâneas Coleção Brasil Plural no Fazendo Gênero 13 (2024)


  • Participação dos pesquisadores INCT Brasil Plural na 34ª RBA – Reunião Brasileira de Antropologia

    Luciana Hartmann (UNB). Comunicaçao oral no GT 072: Migrações, mobilidades e deslocamentos: problemas sociais, desafios antropológicos. Coordena a MR 35: Infâncias Migrantes e Refugiadas: entre pesquisas etnográficas e políticas públicas.

    Antonella Tassinari (UFSC) Coordenação GT 38: Criatividades indígenas na transformação da educação escolar. Participação MR 57: Para evitar a queda do céu: o que as crianças nos ensinam para sair da crise contemporânea?, com o trabalho: “Aprendendo a respeitar os “donos” dos lugares: o que as crianças Galibi-Marworno nos ensinam sobre cuidado e ética socioambiental?”, Participação no SE 08 – As escolas como arena, instrumento e alvo de disputas públicas, com o trabalho: “Escolas indígenas: resistência, transformação e criatividade na construção de um diálogo inter-epistêmico”.

    Rafael Devos (UFSC) Prêmio Pierre Verger – Filme Etnográfico: Documentário Maré do Peixe Direção: Rafael Devos e Gabriel Coutinho Barbosa; SE 05 – Antropologia visual, re-existências e mundo porvir Naufrágios, pneus, parrachos, riscas e outros pesqueiros: audiovisual e percepção embarcada no Rio Grande do Norte e Paraíba; GT 011: Antropologia da técnica “Variações sazonais e cosmotécnicas na pesca artesanal da tainha”.

    Sonia Lourenço (UFMT).  Comunicação no GT 60: Experimentos de Ontologia: formas de mundialização desiguais e etnografia como atuar criativo. Cosmopolíticas Quilombolas: corpo, terra e os territórios multiespécie. Coordena MR 47: Mundos, estranhamentos mais-que-humanos e expansões no fazer etnográfico.
    Soraya Fleischer. Lançamento do livro “E quando a limonada antropologica azeda?”
    Fernando Ciello (UFRR). Coordena GT 082: Para além do CEP/Conep: desafios e reflexões sobre ética na pesquisa antropológica.

    Caetano Sordi (Naui/UFSC) coordena GT11 – Antropologia da Técnica. Caetano Sordi (Naui/UFSC). Palestrante da Mesa Redonda 26 – Ecologias do Plantationceno. “Barras indomáveis e cetáceos ressurgentes: geontologias do capitalismo fóssil e ecologias ferais no litoral sul do Brasil”.

    Diego Pontes e Alicia N. G. de Castells (Naui/UFSC). GT 054: Etnografia da e na cidade: o viver no contexto urbano em suas formas sensíveis. “O Reviver Centro e algumas anunciações sobre o espaço urbano contemporâneo do Rio de Janeiro/RJ”.

    Patrícia Martins (Naui/UFSC). Palestrante em Simpósio Especial 21 – Patrimônios culturais em países de língua portuguesa: decolonialidade e reparação no contexto contemporâneo. “Meu encontro com Jacira”: performances afrodiaspóricas e seus percursos contracolonias

    Luciano von der Goltz Vianna (Naui/UFSC) Gt 024: Antropologia e Turismo: transversalidades, conflitos e mudanças. “O “lazer liberta”: os paradoxos do turismo e suas relações com a Antropologia nos Engenhos de Farinha em Santa Catarina – Brasil”.

    Simone Lira da Silva (Naui/UFSC). (UNILA) e Viviane Kraieski de Assunção (UNESC) Coord.(s) Gt 17 Antropologia dos Resíduos.


  • Nova edição da Revista Eletrônica do Cadernos NAUI

    A nova edição da Revista Eletrônica do Cadernos NAUI está disponível no site para visualização e download do conteúdo.

    Esse número conta com o dossiê temático “Atores da Reciclagem e Dinâmicas Urbanas”, organizado por Dagoberto José Bordin, Pablo Schamber e Simone Lira da Silva.

    Confira o link 
    https://ojs.sites.ufsc.br/index.php/naui/issue/view/419/328