INCT BRASIL PLURAL
  • Carolina Portela coordena o evento “Pueblos Indígenas de Colombia en cuarentena: estrategias, exigencias y vínculos posibles”

    Publicado em 07/05/2020 às 21:11

    Carolina Portela, professora do Departamento de Antropologia da Universidade Externado de Colômbia e pesquisadora do Instituto Brasil Plural, coordena e modera o evento “Pueblos Indígenas de Colombia en cuarentena: estrategias, exigencias y vínculos posibles”, que acontecerá no dia 15 de maio às 14h, na Colômbia, e 16h, no Brasil.  O evento pretende gerar um debate com líderes de diferentes povos indígenas da Colômbia,  com o intuito de conhecer os desafios particulares que o contexto atual tem gerado nas suas comunidades, as estratégias que vem implementando para enfrentar estes tempos difíceis e convocar-nos a fortalecer suas iniciativas e demandas frente à sociedade e o estado.

     


  • Seminário “Covid-19 y Amazonia Indígena: Los pueblos indígenas amazónicos frente a la pandemia”

    Publicado em 04/05/2020 às 19:46

    Na quinta-feira, 7 de maio, às 18h (Brasil), será realizada a segundo encontro do seminário “Covid-19 y Amazonia Indígena: los pueblos indígenas amazónicos frente a la pandemia”, que será dedicado ao povo Awajun. Poderá ser acessado ​​através do link: https://pucp.zoom.us/j/6619354359

    Essa atividade é organizada pelo Grupo de Antropología Amazónica (GAA) y el Grupo de Antropología Médica y Salud Intercultural (GAMSI) da PUCP, ao qual pertencem  Julio Portocarrero e Helen Palma, doutorandos do PPGAS / UFSC e pesquisadores da Rede Saúde do IBP.


  • “Antropologia em tempo real: urgências etnográficas na pandemia”. Aula inaugural online com a professora Sônia W Maluf

    Publicado em 02/05/2020 às 13:01

    A professora Sônia Maluf dará a aula inaugural do PPGAS/UFAL ao vivo pelo instagram: @ppgas.ufal sexta-feira, dia 8 de maio às 16h.

     


  • Laboratório Matula no Instagram

    Publicado em 30/04/2020 às 19:10

    A pesquisadora da Rede Saúde do IBP e professora do Departamento de Antropologia da UNB, Silvia Guimarães coordena o laboratório Matula, que reúne um grupo de pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) que produzem conhecimento sobre as sociabilidades, desigualdade e estratégias de resistência de diversos grupos populacionais. Com o interesse de mobilizar-se ao redor da pandemia abriram um perfil de Instagram onde tem publicado documentos de apoio a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ) e publicam pequenos textos coletivos e vídeos de lideranças indígenas e quilombolas.

    https://www.instagram.com/laboratoriomatula/

     


  • “Covid-19 y Amazonia Indígena: Los pueblos indígenas amazónicos frente a la pandemia”.

    Publicado em 30/04/2020 às 15:26

    Helen Palma Pinedo e Julio Portocarrero, Doutorandos do PPGAS-UFSC e pesquisadores da Rede Saúde do IBP, como parte do “Grupo de Antropología Médica y Salud Intercultural” da Pontificia Universidad Católica del Perú (PUCP), organizam uma série de seminários “Covid-19 y Amazonia Indígena: Los pueblos indígenas amazónicos frente a la pandemia”. Hoje 30 de abril às 16pm.


  • Publicado em 29/04/2020 às 17:29


  • Livro: Critical Medical Anthropology: Perspectives in and from Latin America (2020)

    Publicado em 29/04/2020 às 15:29

    Esta publicação internacional da Rede de Saúde: Práticas Locais, Experiências e Políticas Públicas, inclui o artigo “Anthropological engagement and interdisciplinary research: The critical approach in indigenous health in Brazil” escrito pelas professoras Esther Jean Langdon e Eliana E. Diehl.

    O livro completo em meio eletrônico está disponível gratuitamente em:

    https://www.uclpress.co.uk/products/124706

     


  • “Balas mágicas ou cápsulas encantadas?” Palestra com Mónica Franch

    Publicado em 03/03/2020 às 11:38

    Palestra com a Profa. Mónica Franch, sexta, 13/3, às 9h na sala 110 do CFH

    BALAS MÁGICAS OU CÁPSULAS ENCANTADAS?
    Uma etnografía sobre intervenções biomédicas para a prevenção do HIV em João Pessoa.

    Fazendo uma retrospectiva a partir de pesquisas realizadas desde 2006 no campo do HIV/Aids na Paraíba, a conversa girará em torno das mudanças no âmbito da prevenção ao HIV – do privilegiamento do uso do preservativo à Prevenção Combinada. Dentro desta, irei me centrar nas estratégias baseadas no uso de antirretrovirais: a PEP (Profilaxia Pós-Exposição), a PrEP (Profilaxia Pré-Exposição) e o TcP (Tratamento como Prevenção) e nos modos de subjetivação que ensejam. A prevenção é utilizada aqui como atalho para pensar o momento atual da epidemia, e especificamente os novos usos das tecnologias farmacológicas e os aspectos éticos e políticos ali enredados.


  • CARTA DE DENÚNCIA DO POVO TUPINAMBÁ DE OLIVENÇA CONTRA O MINISTRO DA JUSTIÇA

    Publicado em 28/01/2020 às 16:19

    O INCT Brasil Plural tem apoiado pesquisas e outras atividades acadêmicas com populações indígenas, inclusive  junto aos Tupinambá de Olivença, por isso o Instituto divulga e apoia sua manifestação:

    CARTA DE DENÚNCIA DO POVO INDÍGENA TUPINAMBÁ DE OLIVENÇA CONTRA O EX-JUIZ MINISTRO DA JUSTIÇA (SERGIO MORO), QUE  VIOLOU ATÉ O JUDICIÁRIO

    Nós, Caciques da nação indígena Tupinambá de Olivença localizados nos municípios de Ilhéus, Una, Buerarema e São José da Vitória, no sul do Estado da Bahia, vimos através desta carta, DENUNCIAR a toda a sociedade brasileira e as autoridades nacionais e internacionais sobre a violação de todos os direitos constitucionais dos povos indígenas, ​praticado pelo ex-juiz e atual Ministro da Justiça (Sérgio Moro). Nessa violação está o direito à vida e a demarcação do nosso Território Indígena Tupinambá de Olivença, o ministro decretou o fim da existência do nosso povo, que no dia 30 de dezembro de 2019, sob o oficio de nº 2740/2019/SE/MJ, numa atitude arbitrária, mandou de volta para a FUNAI o relatório circunstanciado de demarcação do nosso território para adequar ao Marco Temporal. O mesmo relatório já foi inúmeras vezes julgado pelo judiciário brasileiro em favor da demarcação imediata do nosso Território. Em 2016, o relatório foi julgado pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça), que por unanimidade 10×0 julgou em favor da demarcação e enviado por Telegrama eletrônico em caráter de urgência ao Ministério da Justiça para que o ministro assinasse a portaria declaratória de demarcação. Não há nenhum impedimento jurídico que impeça a demarcação imediata. Repudiamos, essa atitude do ex-juiz ministro Sergio Moro que vai de contra a decisão da segunda maior instância do judiciário brasileiro. Nós índios Tupinambá sempre existimos dentro deste Território desde a antiguidade, o qual nunca abandonamos, é um território tradicionalmente ocupado e auto demarcado por nós, onde enfrentamos todas as guerras e todo os tipos de humilhações, depois de termos que provar mais de mil vezes judicialmente para um ex-juiz recuar das decisões, violar e não admitir nossos direitos constitucionais, essa é nossa indignação maior. Ele decretou o fim da nação mais antiga deste país, pois seu desejo é nos extinguir, mas, para isso, ele terá que matar toda nação Tupinambá, porque ninguém pode expulsar o Tupinambá de seu território, os fazendeiros vieram de fora, nós não, resistimos cada golpe desde a invasão desse país, por isso continuamos existindo.

    Alto lá! Esta terra tem dono!! Esse Território é da nação Tupinambá!!!
    Não seremos extintos!!!

    PELA DEMARCAÇÃO IMEDIATA DO NOSSO TERRITÓRIO TUPINAMBÁ DE OLIVENÇA

    Olivença, 26 de janeiro de 2020.


  • Seminario de Antropología de la Salud, na PUCP, tem palestra da professora Esther Jean Langdon

    Publicado em 04/11/2019 às 12:06

    Entre os dias 6 e 8 de novembro acontece o Seminário de Antropologia de la Salud, na Pontificia Universidad Católica del Perú. Os doutorandos do PPGAS-UFSC, Helen Pinedo e Julio Portocarrero farão a palestra “Salud indígena, intermedicalidad y Salud Pública en la Amazonia”. A professora Esther Jean Langdon, coordenadora do IBP, será comentadora convidada no evento.