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IBP realiza Seminário Geral 2026
De 19 a 21 de agosto, na próxima semana, o IBP realiza o Seminário Geral do INCT Brasil Plural 2026. O evento é destinado a todos os pesquisadores do IBP, que vão participar de forma híbrida. Uma parte dos pesquisadores estará presente na sede do IBP, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e os demais poderão participar pela internet. O link será enviado a todos os pesquisadores na semana do evento. O objetivo do Seminário é discutir eixos transversais de trabalho e fazer o planejamento e a agenda de debates e ações para o próximo período. “Vamos debater sobre o futuro, definir diretrizes de ação, planejar atividades comuns e sobretudo discutir as prioridades do IBP nos próximos anos”, explica a coordenadora do IBP, Sônia Weidner Maluf (UFSC).Para isso, o evento é dividido em mesas temáticas, que vão ser um espaço para trocar ideias e experiências e debater assuntos como “Conjuntura e crises sanitárias, climáticas, políticas – e a antropologia”; “Impactos das pesquisas do IBP”; “Antropologia, ciência e saberes”; “Pesquisa etnográfica, metodologias, inovação, ética”. O Seminário também terá um momento para os representantes das regiões e países relatarem pesquisas e trabalhos desenvolvidos e a situação de cada local. A ideia é promover a troca de experiências, informações, avaliações sobre as pesquisas e a articulação entre as pesquisadoras e os pesquisadores. Também vai haver um momento da reunião de cada uma das redes de pesquisa que compõem o IBP, para fazerem seu planejamento específico.
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Curta selecionado no Festival de Gramado tem participação de pesquisador do IBP

Professor Rafael de Oliveira Rodrigues. Fonte: LACC/UFAL.
Durante os dias 12 e 22 de agosto acontece a 54ª Edição do Festival de Cinema de Gramado. Participa da competição, na categoria melhor curta-metragem brasileiro, o filme “Graxa e o Zepelim”, dirigido pelo professor Camilo Soares, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e pelo multiartista pernambucano Ângelo de Souza. O curta-metragem contou com a colaboração do pesquisador do IBP e professor do Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Rafael de Oliveira Rodrigues, na realização da pesquisa socioantropológica que deu origem ao filme.
“O filme é um híbrido entre documentário, musical e ficção científica, que aborda a contraditória passagem do dirigível Graf Zeppelin pelo bairro do Jiquiá, na cidade do Recife, na década de 1930. Ele nos convida a refletir sobre os problemas sociais e as estratégias de resistência do bairro nos dias atuais”, explica o pesquisador do IBP. O filme tem 20 minutos e foi produzido com recursos do Edital Multili
nguagens/Recife Criativo, que é parte da Política Nacional Aldir Blanc (2024).“Assim como os demais membros da equipe produtora, eu fiquei muito satisfeito com a seleção do curta para o festival. Primeiro pelo protagonismo dos moradores do bairro no filme. Segundo, por ter contribuído com o filme através da minha pesquisa de mestrado”, conta o professor Rafael Rodrigues. A pesquisa de mestrado realizada pelo antropólogo é intitulada “Nos tempos dos Charutos Prateados: um olhar etnográfico sobre a construção de uma antiga base de atracação de Zeppelins como um lugar de referência do Recife”.
Foi financiada com recursos do CNPq e do INCT Brasil Plural e orientada pela professora Alicia Castells no Programa de Pós-graduação em Antropologia da UFSC. “E também estou feliz com a possibilidade de disputarmos o Prêmio Kikito. Estamos na expectativa de divulgar o filme para o grande público em breve, mas precisamos aguardar a apresentação dele primeiro nos festivais”. O professor Rodrigues é coordenador do Laboratório da Cidade e do Contemporâneo (LACC) da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), membro do Núcleo de Dinâmicas Urbanas e Patrimônio Cultural (NAUI) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e pesquisador do IBP.
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Livro de Daniel Kuaray é lançado na aldeia Yynn Moroti Wherá

Coral guarani durante as homenagens ao antropólogo Daniel Kuaray pelo lançamento póstumo do livro “Yvy Marã En’yn: o corpo, os ritos de morte e a pandemia de Covid-19″.
A aldeia Yynn Moroti Wherá (𝐌’𝐁𝐈𝐆𝐔𝐀𝐂̧𝐔) e o INCT Brasil Plural lançaram o livro “YVY MARÃ EN’YN: O CORPO, OS RITOS DE MORTE E A PANDEMIA DE COVID-19”, do antropólogo indígena Daniel Kuaray Timóteo Martins em cerimônia realizada no início de julho na Opy – Casa de Reza da Aldeia. A tarde do dia 9 de julho foi envolvida de emoção e significado para pesquisadores e a comunidade indígena localizada às margens da BR-101 na Grande Florianópolis. O livro foi uma homenagem póstuma a Daniel Kuaray, que faleceu em 2024, e deixou concluída sua pesquisa de mestrado e defendida por ele em fevereiro do mesmo ano, no Programa de Pós-graduação em Antropologia Social (PPGAS/UFSC). Agora a dissertação vira livro editado pela Coleção Didática Brasil Plural, do IBP, em parceria com a Editora do Bosque (CFH/UFSC).

A professora Jean Langon, que orientou a pesquisa de mestrado de Daniel Kuaray participou da cerimônia na Opy (Casa de Reza) da aldeia Yynn Moroti Wherá (𝐌’𝐁𝐈𝐆𝐔𝐀𝐂̧𝐔).
A pesquisa de Daniel foi orientada pela professora e coordenadora emérita do IBP, Jean Langdon (PPGAS/UFSC), que estava presente ao lançamento do livro na aldeia Yynn Moroti Wherá. Assim como familiares de Daniel como as irmãs e irmãos, incluindo a cacica da aldeia, irmã e mestranda em antropologia social (PPGAS/UFSC), Celita Antunes, primas e primos, tios, amigos e outros pesquisadores da UFSC e do IBP que conviveram com Daniel Kuaray. O IBP entregou uma caixa de livros à aldeia para que sejam distribuídos à biblioteca, à escola e a outras comunidades. A obra publicada foi recebida pela comunidade com rezas cantadas, Mbora’i tarova.
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Albúm visual do pesquisador Eder Braz é exibido no Prêmio Pierre Verger
Os realizadores Eder Braz e Thaiara Lago na Reunião Brasileira de Antropologia, em Goiânia, em julho de 2026.
O álbum visual “Zeza do Coco – Raízes do Quilombo”, de Éder Braz, pesquisador do PPGAS/UFSC e do IBP, em parceria com a diretora Thaiara Lago, foi exibido no Prêmio Pierre Verger, em Goiânia, durante a Reunião Nacional da Associação Brasileira de Antropologia (ABA). A produção foi exibida no dia 11 de julho, e concorreu também na categoria de média-metragem. O filme não ficou entre os premiados, mas o pesquisador destaca a participação na 30ª edição do Prêmio Pierre Verger da ABA como “um importante reconhecimento do trabalho desenvolvido em equipe com a mestra Zeza do Coco e família, visibilizando o Quilombo Castainho – PE e a importância do samba de coco como parte da memória e identidade quilombola”.
O filme é um álbum visual, baseado em músicas da mestra Zeza do Coco (Maria José Lopes Isídio). O audiovisual de 20 minutos mostra a trajetória de um sonho coletivo ancestral vivido pela mestra, importante liderança cultural da comunidade quilombola de Castainho, localizada na zona rural de Garanhuns (PE). As músicas que compõem a trilha sonora narram a memória do território quilombola, descendente do Quilombo dos Palmares (AL), estabelecendo um elo entre a vida cotidiana e a ancestralidade. As histórias cantadas em família unem-se à religiosidade das mais velhas, aos saberes da tradição quilombola e à dignidade do sustento familiar nas casas de farinha.
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Pesquisadora do IBP apresenta Plano de Trabalho para a Coordenação da Área de Antropologia e Arqueologia

Professora Sônia Lourenço, pesquisadora do IBP, professora da UFMT e coordenadora adjunta da área de Antropologia e Arqueologia durante encontro em Goiânia.
A pesquisadora do IBP, professora Sônia Lourenço (UFMT), participou de dois eventos, nesta terça, dia 14, durante a Reunião Brasileira de Antropologia (RBA) que está acontecendo esta semana na Universidade Federal de Goiás (UFG). Pela manhã ela participou da Reunião de Trabalho do Comitê Quilombos, da ABA, coordenado Davi Pereira Júnior, quilombola, historiador, antropólogo e pesquisador natural do território de Itamatatiua, no município de Alcântara (MA).
Na parte da tarde, a professora Sônia Lourenço, que também é coordenadora adjunta da área de Antropologia e Arqueologia, participou da Reunião de Coordenações de Cursos de Pós-graduação em Antropologia. Ela apresentou o Plano de Trabalho para a Coordenação da Área de Antropologia e Arqueologia junto à DAV-CAPES – Quadriênio 2026-2030. O Plano de Trabalho da Coordenação de Área estabelece ações prioritárias para fortalecer a pós-graduação em Antropologia e Arqueologia, promover a internacionalização, ampliar a equidade regional e consolidar a produção científica de impacto — em alinhamento às metas do Plano Nacional de Educação (PNE) e às diretrizes do Plano Nacional de Pós-graduação (PNPG). Também participaram da reunião coordenadores de programas de pós-graduação de várias regiões do país. Estava presente o coordenador do PPGAS da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), o professor e pesquisador do IBP, Moisés Lopes.

Moisés Lopes, pesquisador do IBP e coordenador do Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), durante a reunião na RBA.
#INCTBrasilPlural #IBP #Antropologia #35rba
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Pesquisadores do IBP participam da Reunião Brasileira de Antropologia em Goiânia
O Instituto Brasil Plural participa da Reunião Brasileira de Antropologia (RBA), em Goiás, em várias atividades. Hoje acontece o Simpósio Especial “Leituras da pandemia: reparação, sentidos do luto e a vida possível”, que tem a professora Sônia Maluf (coordenadora do IBP e professora da UFSC) como debatedora. O SE14 também tem a participação da pesquisadora do IBP, Manuela Cordeiro (UFRR). A atividade acontece das 18h às 20h na sala 103 do Centro de Aulas Aroeira (CAA) da Universidade Federal de Goiás (UFG).Pesquisadoras e pesquisadores do IBP também participam em Mesas Redondas e Grupos de Trabalho, que serão realizados em diferentes sessões ao longo da semana. Os trabalhos relacionados ao IBP serão apresentados nos GTs 004, 036, 046, 064, 069, 072, 102, 109, 117. E as mesas redondas que terão presença dos pesquisadores e pesquisadoras do IBP são as MR13, MR17, MR20, MR21, MR48, MR66.
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Professora Vânia Zikán Cardoso realiza banca de Titular nesta sexta, dia 10
A professora do PPGAS/UFSC, Vânia Zikan Cardoso, que também é integrante do Comitê Gestor do IBP e coordenadora da Coleção Brasil Plural, realiza banca para professora titular nesta sexta, dia 10 de julho. A defesa do Memorial de Atividades Acadêmicas é o mais alto grau de progressão na carreira do magistério superior e será realizada pela professora Vânia diante de uma banca com professores da UFSC e de outras universidades brasileiras.Estarão na banca os professores doutores Jacques Mick (UFSC), John Cowart Dawsey (USP), Miriam Cristina Marcílio Ribeiro (UFBA) e Luciana Hartmann (UnB). Na suplência estarão os professores doutores Eunice Sueli Nodari (UFSC), Kátia Maheirie (UFRGS) e Márcio Goldman (UFRJ). A banca será realizada pelo Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), às 14h, com transmissão on-line pelo Youtube do CFH.
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Pesquisadora entrega fotos da pesca da tainha a pescadores do Pântano do Sul

Para comemorar o encerramento de mais uma safra da tainha no Pântano do Sul, em Florianópolis, no dia de São Pedro e dia dos pescadores (29 de junho), foram entregues, fotografias da pesca artesanal da tainha de arrasto de praia. As imagens compõem o acervo do Projeto de Extensão “Exposições Fotográficas e atividades culturais – Paisagens Pesqueiras”, coordenado pelo professor Rafael Devos e que teve apoio do INCT Brasil Plural (IBP).
As fotografias são de autoria da pesquisadora Beatriz Demboski Búrigo, vinculada ao IBP, produzidas durante a pesquisa de campo de sua tese de doutorado, entre 2021 e 2023, e defendida no PPGAS/UFSC. As fotos foram entregues aos pescadores e expostas no Rancho de Pesca do Didi. A entrega atende aos objetivos do projeto de extensão de reforçar os vínculos dos coletivos de pesca com as praias e os ambientes litorâneos como territórios pesqueiros. A AMPSUL – Associação de Moradores do Pântano do Sul contribuiu com a viabilização do evento.
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Editora da Fiocruz lança livro de pesquisa da UFSC sobre hospitais psiquiátricos em SC
O Instituto Brasil Plural (IBP) divulga o lançamento do livro “Manicômios à brasileira: a institucionalização da loucura no século XXI”, escrito pela pesquisadora Sabrina Del Sarto (UFRJ e IBP). “Esse livro nasce depois de uma década de trabalho de campo em hospitais psiquiátricos públicos brasileiros e tem como objetivo principal documentar e investigar a vida social de pessoas que ainda hoje vivem de modo permanente dentro dessas alas médicas”, explica a pesquisadora. A obra é resultado da tese de doutorado de Sabrina, que foi orientada pela professora Esther Jean Langdon, coordenadora emérita do IBP e professora emérita da UFSC. A pesquisa que resultou no livro foi realizada no Programa de Pós-graduação em Antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).A edição integra a coleção Antropologia e Saúde, da Editora Fiocruz, coordenada pelas professoras Sônia Maluf (UFSC e coordenadora do IBP) e Fabíola Rohden (UFRGS). A partir de uma perspectiva etnográfica, o livro aborda a permanência da institucionalização psiquiátrica no Brasil contemporâneo e os desafios da desinstitucionalização no século XXI. O lançamento acontece no dia 2 de julho, com disponibilidade da obra na livraria virtual da Editora Fiocruz e no portal SciELO Livros.
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IBP e Aldeia Yynn Moroti Wherá lançam livro póstumo do antropólogo indígena Daniel Kuaray
Será lançado no dia 9 de julho, o livro “YVY MARÃ EN’YN: o corpo, os ritos de morte e a pandemia de Covid-19”, do antropólogo indígena Daniel Kuaray Timóteo Martins, pela Coleção Didática Brasil Plural em parceria com a Editora do Bosque (CFH/UFSC). O livro vai ser lançado na Opy – Casa de Reza da Aldeia Yynn Moroti Wherá (𝐌’𝐁𝐈𝐆𝐔𝐀𝐂̧𝐔), no dia 9 de julho, às 13h. E será também uma homenagem ao autor, que faleceu tragicamente em 2024. O lançamento vai contar com a participação do Coral Guarani, dos familiares e da comunidade.O livro tem como base a dissertação de mestrado de Daniel Kuaray em Antropologia Social, defendida no Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina, em fevereiro de 2024. A publicação póstuma deste trabalho constitui uma homenagem à memória e à trajetória de Daniel Kuaray, que teve como um de seus principais objetivos em sua carreira acadêmica registrar o Nhandereko guarani. Ou seja, o modo de ser e viver guarani.
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