INCT BRASIL PLURAL
  • Publicado em 29/04/2020 às 17:29


  • Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Brasil Plural

    Publicado em 08/06/2014 às 22:55


  • Música como linguagem cosmopolítica

    Publicado em 04/03/2021 às 20:32

    A Profa. Dra Deise Lucy Montardo do PPG Antropologia da Universidade Federal de Amazonas e pesquisadora do INCT Brasil Plural abriu o semestre letivo do PPGMUS da UFBA com a palestra “Música como linguagem cosmopolítica”

    https://www.youtube.com/watch?v=-TT0Wqp1_zY


  • Defesa de tese de doutorado em Antropologia Social: Entre lavouras, abelhas e humanos: uma etnografia sobre práticas e ritmos na agricultura na região de Pelotas, Rio Grande do Sul.

    Publicado em 04/03/2021 às 20:21
    A defesa da doutoranda: Patrícia Postali Cruz acontecerá o dia 09 de março de 2021 às 14:30h.
    O orientador é o pesquisador do INCT Brasil Plural e professor do PPGAS/UFSC Dr. Rafael Victorino Devos.
    solicite o link para a sala da defesa   pelo email: 
     –

  • Palestra da professora Antonella Tassinari Midi no “CIÉRA-MTL: SAVOIRS DES FEMMES KARIPUNA ET GALIBI-MARWORNO À PROPOS DE LA GESTATION, DE L’ACCOUCHEMENT ET DE LA PREMIÈRE ENFANCE”

    Publicado em 22/02/2021 às 14:56

    A professora do PPGAS/UFSC, pesquisadora do INCT Brasil plural, associada ao GRIAAC/CIÉRA-MTL oferecerá o 23 de fevereiro/2021 às 15h UTC-03 a palestra “Savoirs des femmes Karipuna et Galibi-Marworno à propos de la gestation, de l’accouchement et de la première enfance”

    “Dans cette conférence, je présenterai un ensemble de connaissances, de techniques et de soins liés à la grossesse, à l’accouchement et à la puerpéralité, utilisé par un réseau de femmes Karipuna et Galibi-Marworno de la vallée des rivières Uaçá et Oiapoque, dans l’État d’Amapa, au nord du Brésil (près de la frontière avec la Guyane française). Les femmes sont expertes dans la technique d’«haler le ventre » (Halevã) et cette activité combine les compréhensions des deux populations sur la fertilité, la santé des femmes, la grossesse, l’accouchement et l’enfance, énoncées autour du concept de «mère du corps». En mettant en évidence la période immédiatement avant et après la naissance, j’entends éclairer cette phase de l’enfance peu étudiée, en démontrant que, comme pour les enfants plus âgés, le libre arbitre des nouveau-nés et leur volonté sont également reconnus par les adultes”

    Informação:

  • Nova edição da revista Cadernos NAUI, Vol. 9, n° 17, já está disponível

    Publicado em 22/02/2021 às 9:03

    Neste número, apresentamos o dossiê temático “Patrimônio imaterial no Brasil: trajetórias, participação social e políticas de reconhecimento”, organizado por Letícia C. R. Vianna, Patrícia Alcântara e Patrícia Martins. Sob a temática do Patrimônio imaterial no Brasil, o dossiê contribui para a visibilidade e o reconhecimento de diversos bens culturais da sociedade brasileira, sua historicização, trajetória e problemática, e convidam o leitor para se aprofundar neste campo.

    Acesse: Cadernos NAUI Vol. 9, n° 17, jul-dez 2020

    Boa leitura!

     


  • Novo episódio da segunda temporada de Mundaréu: # 11 – Estamos ligadas por cordões umbilicais

    Publicado em 09/02/2021 às 9:04
    segunda temporada do Mundaréu, um podcast de Antropologia, continua agora em fevereiro. O mais novo episódio foi ao ar e está disponível em vários tocadores de podcasts, além de diretamente em seu sítio eletrônico:
    Esse episódio é sobre a trajetória académica de Soraya Fleischer, professora do Departamento de Antropologia da UNB e pesquisadora do INCT Brasil Plural e sua relação de trabalho e amizade com a enfermeira pernambucana, Paula Viana.

  • Defesa de tese “Kumuã na kahtiroti-ukuse: uma “teoria” sobre o corpo e o conhecimento-prático dos especialistas indígenas do Alto Rio Negro”.

    Publicado em 27/01/2021 às 15:46

    O dia 4/2/21 às 14h de Manaus será a defesa de Tese João Paulo Barreto, indígena tukano, doutorando do Programa em Antropologia Social da UFAM, sob orientação do Professor Gilton Mendes pesquisador do INCT Brasil Plural.


  • Chamada de trabalhos 20º Congresso SBS

    Publicado em 27/01/2021 às 10:52

    Chamada de trabalhos para o Comitê de Pesquisa (CP) “Sociologia da Saúde” no âmbito do 20º Congresso Brasileiro de Sociologia, coordenado pela Professora Márcia Grisotti  do Programa de Pós-graduação em Sociologia Política da UFSC e pesquisadora da Rede Saúde do INCT Brasil Plural.

    O prazo é até o dia 08/03.

    https://www.sbs2021.sbsociologia.com.br/


  • Webinar “Pandemias e Saúde Única: agenda de pesquisas interdisciplinares”

    Publicado em 25/01/2021 às 14:27

    O INCT Brasil Plural divulga o webinar “Pandemias e Saúde Única: agenda de pesquisas interdisciplinares”, com o professor Fernando Dias de Ávila Pires. O evento foi organizado por pesquisadoras e pesquisadores do Brasil Plural, como atividade do projeto de pesquisa “A Covid-19 no Brasil: análise e resposta aos impactos sociais da pandemia entre profissionais de saúde e população em isolamento”, do qual fazem parte.
    O webinar acontecerá no dia 28 de janeiro, quinta-feira, 10:00 h, em plataforma a ser divulgada oportunamente aos inscritos. As inscrições podem ser feitas no link: even3.com.br/pandemiasibp/


  • Dossiê Temático: O que carrega o sangue? Revista de Antropología del Centro – Oeste (ACENO) V. 7 n.14 (2020).

    Publicado em 18/01/2021 às 16:17

    Este dossiê nos aproxima a propostas locais latino-americanas que tem como eixo de reflexão o sangue, desde o parentesco, a etnologia, e as ciências médicas.

    “Os trabalhos apresentados no presente dossiê decorrem de um encontro de interesses, do esforço de consolidação de um espaço de diálogo em um congresso, também na tentativa de reunir outras interessadas em torno da temática. A motivação para tomar o sangue como eixo de reflexão partiu da intuição das coordenadoras de que poderia se tratar de uma temática transversal. Ou seja, apostando em sua potencialidade, as coordenadoras, originárias de campos de pesquisa distintos, viam no sangue uma possibilidade de ampliação de diálogos. Nesse sentido, o intuito de propor debates em torno do sangue referia-se à percepção de que sua potência poderia movimentar convergências entre campos de pesquisa antropológicos que normalmente são apartados, como efeito de uma especialização temática interna à disciplina. A questão que nos animava era: o que podemos aprender colocando pesquisas diversas interessadas no sangue em contato? O que ganhamos com esse encontro?”

    https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/aceno/issue/view/642?fbclid=IwAR1uh34dw4otbR-_59NbFRZd1lmSWEEXW8lHZ6cMTLhCuNKQMvH_ZfgLztU

    Organizadoras:

    Sandra Carolina Portela, professora da Universidad Externado de Colômbia, Doutora do PPGAS-UFSC e pesquisadora do INCT Brasil Plural, Juliana Caruso, Doutora em Antropologia pela EPHE – École Pratiques des Hautes Études, e Mestre em Antropologia Social pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Lapod/Hybris/USP e Marisol Marini Doutora em Antropologia Social pela USP, pós-doutoranda na Unicamp.


  • CHAMADA DE ARTIGOS Dossiê temático: Retomadas e re-existências indígenas, negras e quilombolas ACENO – Revista de Antropologia do Centro-Oeste. Vol. 8, n. 17, maio a agosto de 2021.

    Publicado em 12/01/2021 às 15:03
    Coordenadores:
    Sônia Regina Lourenço – (PPGAS-UFMT) e Instituto Brasil Plural /INCT- UFSC/UFAM, Cauê Fraga Machado (NUPACS-UFRGS), Sandro José da Silva (PGCS – UFES)
    Este dossiê temático da ACENO tem como objeto as territorialidades e processos de identificação negras, quilombolas e indígenas. A proposta busca chamar a atenção para processos de identificação e territorialização que forneçam perspectivas adicionais às análises consolidadas que se dedicaram às tradições, à etnogênese e às situações de fronteiras étnicas, mais afeitos às mediações com o Estado-nação, que privilegiaram as relações políticas, agentes e agência da burocracia.
    Um movimento renovado de coletivos indígenas, quilombolas e negros tem revisitado tais abordagens mediante a crítica sistemática aos padrões eurocentrados, brancos e coloniais que produziram a invisibilização sistemática do que esses movimentos consideram relevantes. Dentre essas, categorias como “retomada” e “resistência” – não apenas como reação mas como re-existência – territorial e existencial são fundamentais quando tomadas como conceitos que descrevem diferentes vínculos entre actantes dos mais diversos modos de existência.
    A proposta privilegiará a publicação de etnografias e reflexões teóricas acerca desse novo cenário no qual entes produzem reflexões cosmopolíticas e modos de agir com (ou contra) o Estado-nação de modos antes insuspeitos. Espera-se que as contribuições contemplem a diversidade regional, étnico-racial e de gênero, bem como contribuições dos povos originários e povos e comunidades tradicionais.
    Trata-se de consolidar olhares não pela via da memória ou da prova, mas pela cosmologia e relacionalidade estendida a todos existentes, recuperando algo dado como perdido ou inexistente. Pretende-se de sublinhar identificações e territorialidades que encontram novas maneiras de se expressar, retomando terras, práticas, contato com seres, objetos, linguagens sem que essas nunca tenham sido perdidas de fato.
    Prazo final de submissão: 30 de abril de 2021.
    Sobre os/as coordenadorxs:
    Cauê Fraga Machado
    Realiza, atualmente, estágio de pós-doutorado no PPGAS/UFRGS, estando vinculado como pesquisador ao NUPACS (Núcleo de Pesquisa em Antropologia do Corpo e da Saúde). Doutor (2018) e mestre (2013) em Antropologia Social pelo PPGAS – Museu Nacional/UFRJ. Tem experiência etnográfica com comunidades remanescentes de quilombos no Ceará, onde realizou trabalho de campo no doutorado, e no Rio Grande do Sul, onde pesquisa desde a graduação. Além disso, possui trabalho etnográfico junto ao Batuque (religião afro-brasileira do Rio Grande do Sul). Seus interesses incluem estudos em antropologia da religião, da política, das populações quilombolas e tradicionais, da alimentação e da morte.
    Sandro José da Silva
    Professor adjunto na Universidade Federal do Espírito Santo na graduação em Ciências Sociais e nos Programas de Pós-Graduação em Ciências Sociais e Direito. Doutor em Antropologia pela Universidade Federal Fluminense (2021), mestre em Antropologia Social pela Universidade Estadual de Campinas (1999) e bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Espírito Santo (1997). Membro do Comitê de Quilombos da Associação Brasileira de Antropologia. Desenvolve projetos de pesquisa e extensão sobre relações étnico-raciais, patrimônio cultural e direitos humanos. É consultor da temática povos e comunidades tradicionais.
    Sônia Regina Lourenço
    Professora associada no Departamento de Antropologia, na graduação em Ciências Sociais e no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Mato Grosso. Graduada (Licenciatura e Bacharelado) em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Paraná (1999). Mestre em Antropologia Social pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Paraná (2001). Doutora em Antropologia Social pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina (2009). Pós-Doutorado no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social – Museu Nacional/UFRJ (2019-2020). Integra o Instituto Brasil Plural- INCT/PPGAS/UFSC/UFAM. Tem experiência etnográfica com o povo indígena Javaé (Itya Mahãdu), da Ilha do Bananal, Tocantins e com comunidades quilombolas no estado de Mato Grosso. Desenvolve projetos de pesquisa e extensão nas áreas de Etnologia Afro-brasileira, Etnologia Indígena e Antropologia da Arte.