INCT BRASIL PLURAL
  • IBP vai realizar roda de conversa sobre Comunicação Científica na UFAM

    Um dos objetivos da atual fase do INCT Brasil Plural, iniciada em 2025, é fortalecer e estruturar as estratégias e produções de comunicação científica da instituição e ampliar os debates sobre o tema com os seus pesquisadores e pesquisadoras. Para isso, o IBP tem realizado uma série de ações e atividades, presenciais e remotas. A iniciativa mais recente é a “Roda de Conversa sobre Comunicação Científica e Plural”, que será realizada no dia 17 de setembro, às 14h, no PPGAS da Universidade Federal do Amazonas, em Manaus. A atividade acontece na Sala do Colar – PPGAS, no bloco O, no Setor Sul.

    A assessora de comunicação do IBP, Vanessa Pedro, e o pesquisador e professor da UFMT e pós-doutorando do IBP, Marcos Aurélio da Silva, estarão no campus da UFAM e vão apresentar as estratégias de comunicação neste novo ciclo do instituto, falar um pouco sobre como os pesquisadores podem ampliar a divulgação das suas pesquisas e articular os conceitos antropológicos de forma mais acessível para um público amplo. “A produção de uma ciência plural também precisa de uma comunicação científica produzida em diálogo com as pessoas. A antropologia tem muito a contribuir e articular com a comunicação para tornar a ciência mais inclusiva e diversa”, avalia a jornalista Vanessa Pedro.

    Curso de Comunicação Científica

    O IBP também está finalizando o primeiro Curso de Comunicação Científica, que foi realizado remoto para pesquisadores e pesquisadoras do instituto em todo o Brasil e integrantes em outros países da América Latina. Foram oito encontros de 2h, realizados às sextas-feiras, dirigidos aos pesquisadores do IBP ligados aos núcleos e grupos de pesquisa. O curso priorizou o debate de conteúdos e técnicas para ajudar os pesquisadores e as pesquisadoras a atuar em redes sociais, traduzir conceitos antropológicos em linguagem menos acadêmica, utilizar equipamentos e softwares gráficos e de audiovisual. Os encontros tiveram exposição de conceitos, exemplos e explicações mais específicas sobre comunicação e também espaço para debate de exemplos de divulgação, conversas sobre dúvidas e tendências no campo da comunicação e atividades práticas dos participantes.

    A publicização de pesquisas acadêmicas passou a ser parte destacada dos projetos financiados pelo CNPq, como os INCTs. O que é também uma forma de estimular os pesquisadores a divulgar mais o que fazem. “Além de poder trazer essas habilidades para a própria trajetória de pesquisa, o objetivo é que os participantes possam ajudar cada rede, projeto ou núcleo de pesquisa a divulgarem publicações, eventos, resultados de pesquisas, entre outras produções”, avalia o coordenador da proposta, o jornalista e professor da UFMT, Marcos Aurélio da Silva, que ministrou as aulas junto a jornalista Vanessa Pedro, assessora de comunicação do IBP.

    As aulas on-line foram gravadas e estão disponíveis na página do Curso de Comunicação Científica no site do IBP.


  • Seminário Geral 2026 reúne pesquisadores do IBP na UFSC

    Pesquisadoras e pesquisadores do IBP de várias regiões do Brasil e de países da América Latina se reúnem na UFSC para planejar ações e produções.

    O INCT Brasil Plural reuniu de 19 a 21 de agosto, na Universidade Federal de Santa Catarina, pesquisadores de várias regiões do Brasil e de países da América Latina para construir uma agenda de ações para o instituto nos próximos cinco anos. O Seminário Geral do IBP 2026 debateu os impactos e contribuições das pesquisas para os grupos estudados e para políticas públicas e os próximos passos do IBP através do debate de temas transversais às várias linhas e redes do Instituto. “Pautamos questões atuais e que têm tocado de modo transversal o conjunto de pesquisas que fazemos”, explica a coordenadora do IBP, professora Sônia Weidner Maluf (UFSC).

    Mesa de abertura do Seminário Geral com representantes do IBP como a coordenadora, professora Sônia Weidner Maluf, e o vice-coordenador, professor Rafael Devos, e da SBPC, do PPGAS/UFSC, da Propesq e do Departamento de Antropologia.

    Reunidos em quatro mesas-redondas, os temas refletem questões contemporâneas para o Brasil e o mundo. Foram debatidos assuntos como “Conjuntura e crises sanitárias, climáticas, políticas – e a antropologia”; “Impactos das pesquisas do IBP: quais evidências para quais políticas?”; “Antropologia, ciência e saberes”; “Pesquisa etnográfica, metodologias, inovação, ética”. “Entender a conjuntura social e política brasileira atual, em suas várias escalas e dimensões; discutir e fazer a crítica do que é considerado evidência na produção de políticas públicas e a importância da pesquisa etnográfica e qualitativa, para além dos dados quantitativos e estatísticos, para que a escala da vida das pessoas seja levada em consideração; discutir o lugar de nossas pesquisas no campo científico brasileiro”, explica a coordenadora.
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  • Curta baseado em pesquisa antropológica ganha Kikito e será lançado em Florianópolis

    Ângelo de Souza recebe prêmio pela trilha de “Graxa e Zepelim”.

    O filme “Graxa e o Zepelim” competiu no Festival de Gramado deste ano na categoria curta-metragem brasileiro e venceu com a melhor “trilha musical”. A produção foi dirigida pelo professor Camilo Soares, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e pelo multiartista pernambucano Ângelo de Souza. E contou com a colaboração do pesquisador do IBP e professor do Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Rafael de Oliveira Rodrigues, na realização da pesquisa antropológica que deu origem ao filme.

    A pesquisa de mestrado realizada pelo antropólogo é intitulada “Nos tempos dos Charutos Prateados: um olhar etnográfico sobre a construção de uma antiga base de atracação de Zeppelins como um lugar de referência do Recife”. Foi financiada com recursos do CNPq e do IBP e orientada pela professora Alicia Castells no PPGAS/UFSC. O professor Rodrigues é coordenador do Laboratório da Cidade e do Contemporâneo (LACC) da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), membro do Núcleo de Dinâmicas Urbanas e Patrimônio Cultural (NAUI) da UFSC e pesquisador do IBP.

    Professor Rafael Rodrigues fala sobre a pesquisa.

    “O filme é um híbrido entre documentário, musical e ficção científica, que aborda a contraditória passagem do dirigível Graf Zeppelin pelo bairro do Jiquiá, na cidade do Recife, na década de 1930. Ele nos convida a refletir sobre os problemas sociais e as estratégias de resistência do bairro nos dias atuais”, explica o pesquisador do IBP. O filme tem 20 minutos e foi produzido com recursos do Edital Multilinguagens/Recife Criativo, que é parte da Política Nacional Aldir Blanc (2024).

    Lançamento em Florianópolis

    O filme tem 21 minutos e será lançando em Florianópolis no dia 1º de setembro na abertura do V Sci-Fi Floripa – Festival Internacional de Cinema de Ficção-Científica, que vai acontecer no Bar Bugio, no Centro. A exibição será realizada ao anoitecer da terça-feira, dia 1.

     


  • Pesquisadora do PPGAS/UFSC oferece curso gratuito sobre antropologia do trabalho

    Estão abertas as inscrições para o minicurso “Introdução à Antropologia do Trabalho”, que será ministrado pela professora Virgínia Rodrigues em quatro encontros que começam no fim de setembro. O minicurso percorrerá debates clássicos e contemporâneos sobre as transformações do mundo do trabalho. Serão discutidos temas como neoliberalismo, precarização, divisão sexual do trabalho, generificação das profissões, sofrimento e adoecimento relacionados ao trabalho.

    A professora Virgínia Squizani Rodrigues atualmente realiza pesquisa de pós-doutorado no Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da UFSC, onde também realizou o doutorado. Virgínia é doutora em Antropologia Social pelo PPGAS/UFSC e em Ciências Sociais – Sociologia pela Sorbonne, na França. E é editora-chefe da revista Novos Debates.

    As aulas vão acontecer nos dias 22, 24, 29 de setembro e 1º de outubro, das 9h às 12h, no miniauditório do CFH da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A atividade é gratuita e aberta a todas as pessoas interessadas. As inscrições podem ser feitas pelo formulário no google forms.
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  • IBP realiza Seminário Geral 2026

    De 19 a 21 de agosto, na próxima semana, o IBP realiza o Seminário Geral do INCT Brasil Plural 2026. O evento é destinado a todos os pesquisadores do IBP, que vão participar de forma híbrida. Uma parte dos pesquisadores estará presente na sede do IBP, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e os demais poderão participar pela internet. O link será enviado a todos os pesquisadores na semana do evento. O objetivo do Seminário é discutir eixos transversais de trabalho e fazer o planejamento e a agenda de debates e ações para o próximo período. “Vamos debater sobre o futuro, definir diretrizes de ação, planejar atividades comuns e sobretudo discutir as prioridades do IBP nos próximos anos”, explica a coordenadora do IBP, Sônia Weidner Maluf (UFSC).

    Para isso, o evento é dividido em mesas temáticas, que vão ser um espaço para trocar ideias e experiências e debater assuntos como “Conjuntura e crises sanitárias, climáticas, políticas – e a antropologia”; “Impactos das pesquisas do IBP”; “Antropologia, ciência e saberes”; “Pesquisa etnográfica, metodologias, inovação, ética”. O Seminário também terá um momento para os representantes das regiões e países relatarem pesquisas e trabalhos desenvolvidos e a situação de cada local. A ideia é promover a troca de experiências, informações, avaliações sobre as pesquisas e a articulação entre as pesquisadoras e os pesquisadores. Também vai haver um momento da reunião de cada uma das redes de pesquisa que compõem o IBP, para fazerem seu planejamento específico. 
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  • Curta selecionado no Festival de Gramado tem participação de pesquisador do IBP

    Professor Rafael de Oliveira Rodrigues. Fonte: LACC/UFAL.

    Durante os dias 12 e 22 de agosto acontece a 54ª Edição do Festival de Cinema de Gramado. Participa da competição, na categoria melhor curta-metragem brasileiro, o filme “Graxa e o Zepelim”, dirigido pelo professor Camilo Soares, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e pelo multiartista pernambucano Ângelo de Souza. O curta-metragem contou com a colaboração do pesquisador do IBP e professor do Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Rafael de Oliveira Rodrigues, na realização da pesquisa socioantropológica que deu origem ao filme.

    “O filme é um híbrido entre documentário, musical e ficção científica, que aborda a contraditória passagem do dirigível Graf Zeppelin pelo bairro do Jiquiá, na cidade do Recife, na década de 1930. Ele nos convida a refletir sobre os problemas sociais e as estratégias de resistência do bairro nos dias atuais”, explica o pesquisador do IBP. O filme tem 20 minutos e foi produzido com recursos do Edital Multilinguagens/Recife Criativo, que é parte da Política Nacional Aldir Blanc (2024).

    “Assim como os demais membros da equipe produtora, eu fiquei muito satisfeito com a seleção do curta para o festival. Primeiro pelo protagonismo dos moradores do bairro no filme. Segundo, por ter contribuído com o filme através da minha pesquisa de mestrado”, conta o professor Rafael Rodrigues. A pesquisa de mestrado realizada pelo antropólogo é intitulada “Nos tempos dos Charutos Prateados: um olhar etnográfico sobre a construção de uma antiga base de atracação de Zeppelins como um lugar de referência do Recife”.

    Foi financiada com recursos do CNPq e do INCT Brasil Plural e orientada pela professora Alicia Castells no Programa de Pós-graduação em Antropologia da UFSC. “E também estou feliz com a possibilidade de disputarmos o Prêmio Kikito. Estamos na expectativa de divulgar o filme para o grande público em breve, mas precisamos aguardar a apresentação dele primeiro nos festivais”. O professor Rodrigues é coordenador do Laboratório da Cidade e do Contemporâneo (LACC) da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), membro do Núcleo de Dinâmicas Urbanas e Patrimônio Cultural (NAUI) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e pesquisador do IBP.

     


  • Livro de Daniel Kuaray é lançado na aldeia Yynn Moroti Wherá

    Coral guarani durante as homenagens ao antropólogo Daniel Kuaray pelo lançamento póstumo do livro “Yvy Marã En’yn: o corpo, os ritos de morte e a pandemia de Covid-19″.

    A aldeia Yynn Moroti Wherá (𝐌’𝐁𝐈𝐆𝐔𝐀𝐂̧𝐔) e o INCT Brasil Plural lançaram o livro “YVY MARÃ EN’YN: O CORPO, OS RITOS DE MORTE E A PANDEMIA DE COVID-19”, do antropólogo indígena Daniel Kuaray Timóteo Martins em cerimônia realizada no início de julho na Opy – Casa de Reza da Aldeia. A tarde do dia 9 de julho foi envolvida de emoção e significado para pesquisadores e a comunidade indígena localizada às margens da BR-101 na Grande Florianópolis. O livro foi uma homenagem póstuma a Daniel Kuaray, que faleceu em 2024, e deixou concluída sua pesquisa de mestrado e defendida por ele em fevereiro do mesmo ano, no Programa de Pós-graduação em Antropologia Social (PPGAS/UFSC). Agora a dissertação vira livro editado pela Coleção Didática Brasil Plural, do IBP, em parceria com a Editora do Bosque (CFH/UFSC).

    A professora Jean Langon, que orientou a pesquisa de mestrado de Daniel Kuaray participou da cerimônia na Opy (Casa de Reza) da aldeia Yynn Moroti Wherá (𝐌’𝐁𝐈𝐆𝐔𝐀𝐂̧𝐔).

    A pesquisa de Daniel foi orientada pela professora e coordenadora emérita do IBP, Jean Langdon (PPGAS/UFSC), que estava presente ao lançamento do livro na aldeia Yynn Moroti Wherá. Assim como familiares de Daniel como as irmãs e irmãos, incluindo a cacica da aldeia, irmã e mestranda em antropologia social (PPGAS/UFSC), Celita Antunes, primas e primos, tios, amigos e outros pesquisadores da UFSC e do IBP que conviveram com Daniel Kuaray. O IBP entregou uma caixa de livros à aldeia para que sejam distribuídos à biblioteca, à escola e a outras comunidades. A obra publicada foi recebida pela comunidade com rezas cantadas, Mbora’i tarova.
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  • Albúm visual do pesquisador Eder Braz é exibido no Prêmio Pierre Verger

    Os realizadores Eder Braz e Thaiara Lago na Reunião Brasileira de Antropologia, em Goiânia, em julho de 2026.

    O álbum visual “Zeza do Coco – Raízes do Quilombo”, de Éder Braz, pesquisador do PPGAS/UFSC e do IBP, em parceria com a diretora Thaiara Lago, foi exibido no Prêmio Pierre Verger, em Goiânia, durante a Reunião Nacional da Associação Brasileira de Antropologia (ABA). A produção foi exibida no dia 11 de julho, e concorreu também na categoria de média-metragem. O filme não ficou entre os premiados, mas o pesquisador destaca a participação na 30ª edição do Prêmio Pierre Verger da ABA como “um importante reconhecimento do trabalho desenvolvido em equipe com a mestra Zeza do Coco e família, visibilizando o Quilombo Castainho – PE e a importância do samba de coco como parte da memória e identidade quilombola”.

    O filme é um álbum visual, baseado em músicas da mestra Zeza do Coco (Maria José Lopes Isídio). O audiovisual de 20 minutos mostra a trajetória de um sonho coletivo ancestral vivido pela mestra, importante liderança cultural da comunidade quilombola de Castainho, localizada na zona rural de Garanhuns (PE). As músicas que compõem a trilha sonora narram a memória do território quilombola, descendente do Quilombo dos Palmares (AL), estabelecendo um elo entre a vida cotidiana e a ancestralidade. As histórias cantadas em família unem-se à religiosidade das mais velhas, aos saberes da tradição quilombola e à dignidade do sustento familiar nas casas de farinha.
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  • Pesquisadora do IBP apresenta Plano de Trabalho para a Coordenação da Área de Antropologia e Arqueologia

    Professora Sônia Lourenço, pesquisadora do IBP, professora da UFMT e coordenadora adjunta da área de Antropologia e Arqueologia durante encontro em Goiânia.

    A pesquisadora do IBP, professora Sônia Lourenço (UFMT), participou de dois eventos, nesta terça, dia 14, durante a Reunião Brasileira de Antropologia (RBA) que está acontecendo esta semana na Universidade Federal de Goiás (UFG). Pela manhã ela participou da Reunião de Trabalho do Comitê Quilombos, da ABA, coordenado Davi Pereira Júnior, quilombola, historiador, antropólogo e pesquisador natural do território de Itamatatiua, no município de Alcântara (MA).

    Na parte da tarde, a professora Sônia Lourenço, que também é coordenadora adjunta da área de Antropologia e Arqueologia, participou da Reunião de Coordenações de Cursos de Pós-graduação em Antropologia. Ela apresentou o Plano de Trabalho para a Coordenação da Área de Antropologia e Arqueologia junto à DAV-CAPES – Quadriênio 2026-2030. O Plano de Trabalho da Coordenação de Área estabelece ações prioritárias para fortalecer a pós-graduação em Antropologia e Arqueologia, promover a internacionalização, ampliar a equidade regional e consolidar a produção científica de impacto — em alinhamento às metas do Plano Nacional de Educação (PNE) e às diretrizes do Plano Nacional de Pós-graduação (PNPG). Também participaram da reunião coordenadores de programas de pós-graduação de várias regiões do país. Estava presente o coordenador do PPGAS da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), o professor e pesquisador do IBP, Moisés Lopes.

    Moisés Lopes, pesquisador do IBP e coordenador do Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), durante a reunião na RBA.

    #INCTBrasilPlural #IBP #Antropologia #35rba


  • Pesquisadores do IBP participam da Reunião Brasileira de Antropologia em Goiânia

    O Instituto Brasil Plural participa da Reunião Brasileira de Antropologia (RBA), em Goiás, em várias atividades. Hoje acontece o Simpósio Especial “Leituras da pandemia: reparação, sentidos do luto e a vida possível”, que tem a professora Sônia Maluf (coordenadora do IBP e professora da UFSC) como debatedora. O SE14 também tem a participação da pesquisadora do IBP, Manuela Cordeiro (UFRR). A atividade acontece das 18h às 20h na sala 103 do Centro de Aulas Aroeira (CAA) da Universidade Federal de Goiás (UFG).

    Pesquisadoras e pesquisadores do IBP também participam em Mesas Redondas e Grupos de Trabalho, que serão realizados em diferentes sessões ao longo da semana. Os trabalhos relacionados ao IBP serão apresentados nos GTs 004, 036, 046, 064, 069, 072, 102, 109, 117. E as mesas redondas que terão presença dos pesquisadores e pesquisadoras do IBP são as MR13, MR17, MR20, MR21, MR48, MR66.
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