Mesa Redonda “O boi na cultura do Amazonas”

14/08/2023 08:59

Mesa Redonda intitulada O boi na cultura do Amazonas, Museu da Amazônia, participação do Prof. Sergio Braga, pesquisador IBP, Líder NAURBE/UFAM parceria NAUI/ UFSC: Projeto “Cidades plurais: patrimônios, espaços públicos e consumos culturais urbanos” Rede: Territorialidades, Deslocamentos, Paisagens Urbanas e Populações Tradicionais – IBP Instituto Brasil Plural.

Assistir em:

https://www.youtube.com/watch?v=jKiHve4CTFo

Povos Indígenas e o Ensino Superior

09/08/2023 14:32

A pesquisadora do INCT Brasil Plural Antonella Tassinari (Professora do Depto. de Antropologia da UFSC, membro da Comissão de Acompanhamento do Programa de Ações Afirmativas e do Colegiado do Curso de Licenciatura Indígena Intercultural do Sul da Mata Atlantica da UFSC) participou no Seminario “Povos Indígenas e o Ensino Superior: Diálogo com Lideranças Indígenas & Desenhos Institucionais”.

Transmissão ao vivo no youtube

 presença indígena no ensino superior cresceu significativamente na última década. Universidades têm desenvolvido programas de incentivo ao ingresso e apoio à permanência que vão de cotas, vestibulares específicos, cursos específicos ou ainda programas adaptados no interior de cursos regulares. Algumas, como a Unicamp, a UNB e a UFSCar, realizam vestibulares em locais distantes de seus campi, buscando se aproximar dos candidatos e candidatas indígenas. Mas o que pensam as lideranças dessas regiões sobre juventude e ensino superior? Que modelos de universidade ou formação superior são discutidos nos territórios? E o que podemos aprender da experiência de universidades que têm ofertado cursos ou programas de ingresso específicos destinados a povos indígenas?
Nesse seminário, receberemos na Unicamp lideranças indígenas e professores ou gestores de universidades com programas destinados a estudantes indígenas para pensar sobre caminhos e experiências da presença indígena no ensino superior.

Confira a programação: http://www.direitoshumanos.unicamp.br/agenda/povos-indigenas-e-o-ensino-superior-2/)

 

 

Pesquisa da Rede Saberes e educação (IBP) recebe destaque na mostra de meio ambiente da UFSC

08/08/2023 15:10
 

A pesquisa “Sistemas independentes de abastecimento de água: etnografia das práticas cotidianas e memórias em torno dos manejos coletivos e dos acessos à água potável em Florianópolis”, financiada pela FAPESC, com apoio do CNPq e do INCT Brasil Plural, que faz parte da rede Saberes e Educação, recebeu destaque da MOSTRA CIENTÍFICA DA SEMANA DO MEIO AMBIENTE UFSC 2023, realizada entre os dias 29 e 3 de junho de 2023, na Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis.

A água potável é um bem fundamental para a vida. Algumas ciências, como a biologia, a geologia ou a química, destacam o aspecto universal da água, suas características físicas e sua relação com a morfologia das paisagens. Nas ciências humanas se acrescenta a pergunta sobre como as águas permeiam aspectos religiosos, econômicos, históricos, políticos, geográficos. As relações entre pessoas e águas se localizam combinando diversidade cultural e desigualdade social nas condições e formas de acesso e cuidados com o abastecimento de água. A pesquisa Sistemas independentes de abastecimento de água: etnografia das práticas cotidianas e memórias em torno dos manejos coletivos e dos acessos à água potável em Florianópolis”, centrado na Antropologia Social, olha para os diferentes significados das águas e formas de organização social em torno de dinâmicas ecológicas, em que mananciais de água potável, mais do que recurso econômico ou reserva natural, são agentes importantes na configuração das formas de habitar territórios.

Vídeos da pesquisa, textos e mais informações sobre a pesquisa no site:

https://aguasindependentes.cfh.ufsc.br/

Jornadas Antropológicas 2023 PPGAS-UFSC

08/08/2023 10:44

O evento Jornadas Antropológicas é um movimento com periodicidade bienal promovido integralmente por estudantes do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Departamento de Antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGAS/UFSC). Tem como objetivo a promoção de diálogos acadêmicos e científicos, trocas de experiências e construção de conhecimentos entre estudantes deste programa de pós-graduação, profissionais da antropologia de diversas universidades do país e de outros países e estudantes de graduação dos cursos de antropologia e ciências sociais.

Com o título “Jornadas Antropológicas: antropologias em diálogo para partilhar saberes e refazer caminhos”, as Jornadas Antropológicas 2023 têm como temática principal as frutíferas e potentes trocas entre diferentes Antropologias.

Neste ano, o evento acontecerá nos dias 09, 10 e 11 de outubro, de modo presencial, na Universidade Federal de Santa Catarina, Campus Reitor João David Ferreira Lima, em Florianópolis, SC.

Sigam a página e compartilhem. O edital completo do evento está disponível no site.

Confira os Ateliês de Pesquia aprovados

IX ReACT – ST 01 Artes de notar: experimentos com diversidades contaminadas em socialidades mais que humanas

04/07/2023 09:42

Como estudar mundos sociais de seres que não podem falar conosco? Esse é o ponto de partida de Anna Tsing para descrição crítica das socialidades entre fungos e paisagens arruinadas pelo capitalismo. Uma questão que segue válida para investigações atentas a cumplicidades inesperadas entre empreendimentos humanos e entes que respondem às ecologias antropocênicas entre a emergência de novas assembleias de vida e a destruição das condições para outras vidas. Nem denúncia fácil, nem sonhos de controle: o desafio de conhecer de perto a perturbação na diversidade contaminada. Este ST propõe aproximar investigações com modos de perturbar a observação participante no engajamento com socialidades mais que humanas. Propomos três eixos de experimentação com ferramentas, abordagens e métodos de conhecer e fazer, aproximando a antropologia de outras práticas científicas, técnicas tradicionais, amadoras, profissionais, artesanais, industriais, artísticas:

1) Descentramento do discurso na experimentação com técnicas e modos de fazer como percepção do ambiente e observação participante em socialidades com seres vivos, forças atmosféricas e geológicas, solo, águas, infraestruturas;
2) Descentramento do humano na descrição do protagonismo de outros entes nas socialidades mais que humanas, acionando artes de notar aprendidas com outras ciências e modos de conhecimento;
3) Inovação com dispositivos de produção textuais, fotográficos, audiovisuais, sonoros, cartográficos, digitais, performáticos como artes de notar.

ST 1 – Artes de notar: experimentos com diversidades contaminadas em socialidades mais que humanas.

Coord:
Rafael Victorino Devos (UFSC) e Thiago Mota Cardoso (UFAM)

envie seu resumo pelo email, até 30 de julho de 2023.

Lançamento livro em Leticia: Más allá del conflicto armado: Memorias, cuerpos y violencias en Peru y Colombia.

16/06/2023 16:00

Convite para o lançamento em Leticia (Colômbia) do livro “Além do conflito armado. Memórias, corpos e violência no Peru e na Colômbia” (2023) [eds Diana Gómez, Silvia Romio e Marco Tobón]. Publicado por IFEA (Peru) e UniAndes-Cider (Colômbia).

Acontecerá o dia 26 de julho, das 15h30 às 17h, na Sala Amazonas do Banco da República de Letícia.
Presidentes: Silvia Romio e Marco Tobón
Comentaristas:
Luisa Elvira Belaunde (UNMSM)
Laura Perez-Gil (UFPR)
Alexandre Surralles (EHESS)

Entre os autores presentes esta Juana Valentina Nieto Moreno, pós doutoranda e pesquisadora do INCT Brasil Plural.

 

 

 

Sinopsis (espanhol):
 
Más allá del conflicto armado es hijo irremediable de su tiempo. Nace en respuesta a los hechos y vivencias atroces de los conflictos armados en Perú y Colombia que reclaman ser interrogados, narrados, discutidos y recordados. A pesar de las profundas diferencias que separan las experiencias de conflicto armado ocurridas en ambos países, es necesario establecer un diálogo entre los trabajos y los estudios de las memorias producidas en sus múltiples contextos locales. Por medio de los esfuerzos de diferentes disciplinas (historia, antropología y sociología), esta compilación permite visibilizar los múltiples aspectos comunes presentes en lo vivido, además de conocer la dimensión íntima de las personas que sufrieron las violencias, que muchas veces han logrado derivar de estas experiencias impulsos sociales y resistencias para recomponer el daño y sanar las heridas. Diferentes casos amazónicos son considerados entre sus capítulos, abordando contextos y sujetos históricamente poco considerados por los estudios clásicos de la Memoria de violencia.