Curta baseado em pesquisa antropológica ganha Kikito e será lançado em Florianópolis

Ângelo de Souza recebe prêmio pela trilha de “Graxa e Zepelim”.
O filme “Graxa e o Zepelim” competiu no Festival de Gramado deste ano na categoria curta-metragem brasileiro e venceu com a melhor “trilha musical”. A produção foi dirigida pelo professor Camilo Soares, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e pelo multiartista pernambucano Ângelo de Souza. E contou com a colaboração do pesquisador do IBP e professor do Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Rafael de Oliveira Rodrigues, na realização da pesquisa antropológica que deu origem ao filme.
A pesquisa de mestrado realizada pelo antropólogo é intitulada “Nos tempos dos Charutos Prateados: um olhar etnográfico sobre a construção de uma antiga base de atracação de Zeppelins como um lugar de referência do Recife”. Foi financiada com recursos do CNPq e do IBP e orientada pela professora Alicia Castells no PPGAS/UFSC. O professor Rodrigues é coordenador do Laboratório da Cidade e do Contemporâneo (LACC) da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), membro do Núcleo de Dinâmicas Urbanas e Patrimônio Cultural (NAUI) da UFSC e pesquisador do IBP.

Professor Rafael Rodrigues fala sobre a pesquisa.
“O filme é um híbrido entre documentário, musical e ficção científica, que aborda a contraditória passagem do dirigível Graf Zeppelin pelo bairro do Jiquiá, na cidade do Recife, na década de 1930. Ele nos convida a refletir sobre os problemas sociais e as estratégias de resistência do bairro nos dias atuais”, explica o pesquisador do IBP. O filme tem 20 minutos e foi produzido com recursos do Edital Multilinguagens/Recife Criativo, que é parte da Política Nacional Aldir Blanc (2024).
Lançamento em Florianópolis
O filme tem 21 minutos e será lançando em Florianópolis no dia 1º de setembro na abertura do V Sci-Fi Floripa – Festival Internacional de Cinema de Ficção-Científica, que vai acontecer no Bar Bugio, no Centro. A exibição será realizada ao anoitecer da terça-feira, dia 1.
Estão abertas as inscrições para o minicurso “Introdução à Antropologia do Trabalho”, que será ministrado pela professora Virgínia Rodrigues em quatro encontros que começam no fim de setembro. O minicurso percorrerá debates clássicos e contemporâneos sobre as transformações do mundo do trabalho. Serão discutidos temas como neoliberalismo, precarização, divisão sexual do trabalho, generificação das profissões, sofrimento e adoecimento relacionados ao trabalho.
De 19 a 21 de agosto, na próxima semana, o IBP realiza o Seminário Geral do INCT Brasil Plural 2026. O evento é destinado a todos os pesquisadores do IBP, que vão participar de forma híbrida. Uma parte dos pesquisadores estará presente na sede do IBP, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e os demais poderão participar pela internet. O link será enviado a todos os pesquisadores na semana do evento. O objetivo do Seminário é discutir eixos transversais de trabalho e fazer o planejamento e a agenda de debates e ações para o próximo período. “Vamos debater sobre o futuro, definir diretrizes de ação, planejar atividades comuns e sobretudo discutir as prioridades do IBP nos próximos anos”, explica a coordenadora do IBP, Sônia Weidner Maluf (UFSC).
nguagens/Recife Criativo, que é parte da Política Nacional Aldir Blanc (2024).






O Instituto Brasil Plural participa da Reunião Brasileira de Antropologia (RBA), em Goiás, em várias atividades. Hoje acontece o Simpósio Especial “Leituras da pandemia: reparação, sentidos do luto e a vida possível”, que tem a professora Sônia Maluf (coordenadora do IBP e professora da UFSC) como debatedora. O SE14 também tem a participação da pesquisadora do IBP, Manuela Cordeiro (UFRR). A atividade acontece das 18h às 20h na sala 103 do Centro de Aulas Aroeira (CAA) da Universidade Federal de Goiás (UFG).
Outras atividades também terão a participação das pesquisadoras e pesquisadores do IBP como lançamento de livros e reuniões de trabalho. Ao longo do encontro vamos divulgar os debates da 35ª RBA e as participações do IBP. Os pesquisadores que participarem também podem enviar seus registros para 
A professora do PPGAS/UFSC, Vânia Zikan Cardoso, que também é integrante do Comitê Gestor do IBP e coordenadora da Coleção Brasil Plural, realiza banca para professora titular nesta sexta, dia 10 de julho. A defesa do Memorial de Atividades Acadêmicas é o mais alto grau de progressão na carreira do magistério superior e será realizada pela professora Vânia diante de uma banca com professores da UFSC e de outras universidades brasileiras.


