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Narrativas e memórias do conflito armado na Amazônia colombiana
Valentina Nieto pesquisadora do Instituto Brasil Plural participará do webinar “Narrativas e memórias do conflito armado na Amazônia colombiana” do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Etnicidade da Universidade Federal de Pernambuco às 15h no Brasil.
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Carolina Portela coordena o evento “Pueblos Indígenas de Colombia en cuarentena: estrategias, exigencias y vínculos posibles”
Carolina Portela, professora do Departamento de Antropologia da Universidade Externado de Colômbia e pesquisadora do Instituto Brasil Plural, coordena e modera o evento “Pueblos Indígenas de Colombia en cuarentena: estrategias, exigencias y vínculos posibles”, que acontecerá no dia 15 de maio às 14h, na Colômbia, e 16h, no Brasil. O evento pretende gerar um debate com líderes de diferentes povos indígenas da Colômbia, com o intuito de conhecer os desafios particulares que o contexto atual tem gerado nas suas comunidades, as estratégias que vem implementando para enfrentar estes tempos difíceis e convocar-nos a fortalecer suas iniciativas e demandas frente à sociedade e o estado. -
Seminário “Covid-19 y Amazonia Indígena: Los pueblos indígenas amazónicos frente a la pandemia”
Na quinta-feira, 7 de maio, às 18h (Brasil), será realizada a segundo encontro do seminário “Covid-19 y Amazonia Indígena: los pueblos indígenas amazónicos frente a la pandemia”, que será dedicado ao povo Awajun. Poderá ser acessado através do link: https://pucp.zoom.us/j/6619354359Essa atividade é organizada pelo Grupo de Antropología Amazónica (GAA) y el Grupo de Antropología Médica y Salud Intercultural (GAMSI) da PUCP, ao qual pertencem Julio Portocarrero e Helen Palma, doutorandos do PPGAS / UFSC e pesquisadores da Rede Saúde do IBP.
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“Antropologia em tempo real: urgências etnográficas na pandemia”. Aula inaugural online com a professora Sônia W Maluf
A professora Sônia Maluf dará a aula inaugural do PPGAS/UFAL ao vivo pelo instagram: @ppgas.ufal sexta-feira, dia 8 de maio às 16h. -
Laboratório Matula no Instagram
A pesquisadora da Rede Saúde do IBP e professora do Departamento de Antropologia da UNB, Silvia Guimarães coordena o laboratório Matula, que reúne um grupo de pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) que produzem conhecimento sobre as sociabilidades, desigualdade e estratégias de resistência de diversos grupos populacionais. Com o interesse de mobilizar-se ao redor da pandemia abriram um perfil de Instagram onde tem publicado documentos de apoio a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ) e publicam pequenos textos coletivos e vídeos de lideranças indígenas e quilombolas.https://www.instagram.com/laboratoriomatula/
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“Covid-19 y Amazonia Indígena: Los pueblos indígenas amazónicos frente a la pandemia”.
Helen Palma Pinedo e Julio Portocarrero, Doutorandos do PPGAS-UFSC e pesquisadores da Rede Saúde do IBP, como parte do “Grupo de Antropología Médica y Salud Intercultural” da Pontificia Universidad Católica del Perú (PUCP), organizam uma série de seminários “Covid-19 y Amazonia Indígena: Los pueblos indígenas amazónicos frente a la pandemia”. Hoje 30 de abril às 16pm. -
Livro: Critical Medical Anthropology: Perspectives in and from Latin America (2020)

Esta publicação internacional da Rede de Saúde: Práticas Locais, Experiências e Políticas Públicas, inclui o artigo “Anthropological engagement and interdisciplinary research: The critical approach in indigenous health in Brazil” escrito pelas professoras Esther Jean Langdon e Eliana E. Diehl.
O livro completo em meio eletrônico está disponível gratuitamente em:
https://www.uclpress.co.uk/products/124706
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“Balas mágicas ou cápsulas encantadas?” Palestra com Mónica Franch
Palestra com a Profa. Mónica Franch, sexta, 13/3, às 9h na sala 110 do CFH
BALAS MÁGICAS OU CÁPSULAS ENCANTADAS?
Uma etnografía sobre intervenções biomédicas para a prevenção do HIV em João Pessoa.Fazendo uma retrospectiva a partir de pesquisas realizadas desde 2006 no campo do HIV/Aids na Paraíba, a conversa girará em torno das mudanças no âmbito da prevenção ao HIV – do privilegiamento do uso do preservativo à Prevenção Combinada. Dentro desta, irei me centrar nas estratégias baseadas no uso de antirretrovirais: a PEP (Profilaxia Pós-Exposição), a PrEP (Profilaxia Pré-Exposição) e o TcP (Tratamento como Prevenção) e nos modos de subjetivação que ensejam. A prevenção é utilizada aqui como atalho para pensar o momento atual da epidemia, e especificamente os novos usos das tecnologias farmacológicas e os aspectos éticos e políticos ali enredados.
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CARTA DE DENÚNCIA DO POVO TUPINAMBÁ DE OLIVENÇA CONTRA O MINISTRO DA JUSTIÇA
O INCT Brasil Plural tem apoiado pesquisas e outras atividades acadêmicas com populações indígenas, inclusive junto aos Tupinambá de Olivença, por isso o Instituto divulga e apoia sua manifestação:
CARTA DE DENÚNCIA DO POVO INDÍGENA TUPINAMBÁ DE OLIVENÇA CONTRA O EX-JUIZ MINISTRO DA JUSTIÇA (SERGIO MORO), QUE VIOLOU ATÉ O JUDICIÁRIO
Nós, Caciques da nação indígena Tupinambá de Olivença localizados nos municípios de Ilhéus, Una, Buerarema e São José da Vitória, no sul do Estado da Bahia, vimos através desta carta, DENUNCIAR a toda a sociedade brasileira e as autoridades nacionais e internacionais sobre a violação de todos os direitos constitucionais dos povos indígenas, praticado pelo ex-juiz e atual Ministro da Justiça (Sérgio Moro). Nessa violação está o direito à vida e a demarcação do nosso Território Indígena Tupinambá de Olivença, o ministro decretou o fim da existência do nosso povo, que no dia 30 de dezembro de 2019, sob o oficio de nº 2740/2019/SE/MJ, numa atitude arbitrária, mandou de volta para a FUNAI o relatório circunstanciado de demarcação do nosso território para adequar ao Marco Temporal. O mesmo relatório já foi inúmeras vezes julgado pelo judiciário brasileiro em favor da demarcação imediata do nosso Território. Em 2016, o relatório foi julgado pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça), que por unanimidade 10×0 julgou em favor da demarcação e enviado por Telegrama eletrônico em caráter de urgência ao Ministério da Justiça para que o ministro assinasse a portaria declaratória de demarcação. Não há nenhum impedimento jurídico que impeça a demarcação imediata. Repudiamos, essa atitude do ex-juiz ministro Sergio Moro que vai de contra a decisão da segunda maior instância do judiciário brasileiro. Nós índios Tupinambá sempre existimos dentro deste Território desde a antiguidade, o qual nunca abandonamos, é um território tradicionalmente ocupado e auto demarcado por nós, onde enfrentamos todas as guerras e todo os tipos de humilhações, depois de termos que provar mais de mil vezes judicialmente para um ex-juiz recuar das decisões, violar e não admitir nossos direitos constitucionais, essa é nossa indignação maior. Ele decretou o fim da nação mais antiga deste país, pois seu desejo é nos extinguir, mas, para isso, ele terá que matar toda nação Tupinambá, porque ninguém pode expulsar o Tupinambá de seu território, os fazendeiros vieram de fora, nós não, resistimos cada golpe desde a invasão desse país, por isso continuamos existindo.
Alto lá! Esta terra tem dono!! Esse Território é da nação Tupinambá!!!
Não seremos extintos!!!PELA DEMARCAÇÃO IMEDIATA DO NOSSO TERRITÓRIO TUPINAMBÁ DE OLIVENÇA
Olivença, 26 de janeiro de 2020.
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Seminario de Antropología de la Salud, na PUCP, tem palestra da professora Esther Jean Langdon
Entre os dias 6 e 8 de novembro acontece o Seminário de Antropologia de la Salud, na Pontificia Universidad Católica del Perú. Os doutorandos do PPGAS-UFSC, Helen Pinedo e Julio Portocarrero farão a palestra “Salud indígena, intermedicalidad y Salud Pública en la Amazonia”. A professora Esther Jean Langdon, coordenadora do IBP, será comentadora convidada no evento.

