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Pesquisa sobre a arte da espada, uma tradição japonesa, em Santa Catarina
No platô de Santa Catarina, existe a Academia de Práticas Kendo Kendo BunBuKan, mantida por descendentes de imigrantes japoneses que se estabeleceram na região em 1964. A colônia de Frei Rogério mantém práticas artísticas e culturais como forma de manter a identidade cultural do país da origem.
Este projeto de pesquisa, coordenado por Daniel Granada, tem como objetivo utilizar a arte e os meios de divulgação e comunicação para disseminar a cultura do território, valorizando as raízes e lembrando as identidades culturais do Planalto Serrano Catarinense, visando à valorização das identidades regionais e ao resgate histórico da identidade social da região, com vistas à construção de um futuro mais inclusivo e tolerante.
Veja a página do projeto: http://idents.paginas.ufsc.br
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Colóquio “Impactos e contribuições da pesquisa antropológica do INCT Brasil Plural”
O evento será nos dias 11 e 12 de novembro de 2019, no Mini-auditório da CFH/UFSC.

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INCT Brasil Plural participa da 3a Reunião de Antropologia da Saúde
Pesquisadores do IBP participaram da 3ª Reunião de Antropologia da Saúde ( 3ª RAS), em Natal, entre 22 e 25 de setembro.- Mesa Saúde indígena: políticas, participação e articulação (Esther Jean Langdon e Maria Luiza Garnelo)
- Mesa Políticas de drogas, práticas de redução de danos e pesquisas em saúde mental (Sônia W. Maluf e Érica Quinaglia Silva)
- Fórum Antropologia e saúde coletiva (Marcos Aurélio da Silva)
- Coordenação do GT 10 – Práticas, políticas e discursos em saúde mental (coordenado por Sônia Maluf, Érica Quinaglia Silva e Ana Paula Müller de Andrade)
- GT 13 – O SUS e a Reforma Sanitária: releitura um de paradigma em tempos de crise (coordenado por Amanda Rodrigues; Mirella Alves de Brito e Nadia Heusi.
- GT 15 – Travestilidades, transexualidades e saúde: das políticas da vida às políticas públicas (coordenado por Marco Aurélio da Silva e Moisés Alessandro de Souza Lopes que coordenaram e apresentaram trabalhos)

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INCT Brasil Plural participa de Reunião dos INCTs no CNPQ
A professora Deise Lucy Montardo, do Comitê Gestor, representa o INCT Brasil Plural na reunião preparatória do Seminário de Monitoramento e Avaliação dos projetos do Programa Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia.
Transmissão pelo link: https://video.rnp.br/portal/transmission.action?idItem=56258&fbclid=IwAR116hLHM7tYi_BEdGdw446LbDVsntoqedsM1xR6qKgJ3WNHZQ3szB2zGLc
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Fotografias de objetos Ticuna da coleção etnográfica de Spix e Martius chega ao Museu Magüta, o museu do Povo Ticuna
Em meados de julho de 2019, Silvana Teixeira, doutoranda do PPGAS/UFAM, sob orientação da Profa. Dra. Deise Lucy O. Montardo, pesquisadora do Instituto Brasil Plural e do grupo de pesquisa Maraca, retorna ao Museu Magüta, o museu do Povo Ticuna, na cidade de Benjamin Constant, para compartilhar com os indígenas deste museu os resultados de sua pesquisa sobre objetos Ticuna realizada na Coleção Spix & Martius, do Museum Fünf Kontinente – MFK, de Munique, e em outros museus da Europa. O levantamento dos objetos aconteceu durante o seu doutorado-sanduíche, na Ludwig-Maximilian Universität – LMU, em Munique, Alemanha, no período de março de 2018 a junho de 2019, sob orientação do Prof. Dr. Wolfgang Kapfhammer. O trabalho de pesquisa desenvolvido no Museum Fünf Kontinente propiciou o acesso a essas peças e trouxe à luz o conhecimento sobre os objetos coletados nas comunidades indígenas Ticunas há 200 (duzentos) anos.
No ano de 1817, Maria Leopoldina, arquiduquesa da Áustria, muda-se para o Brasil por ocasião das núpcias contraídas com D. Pedro de Alcântara, que mais tarde se tornaria o primeiro imperador do Brasil. Acompanhava Leopoldina uma expedição científica composta por ilustres estudiosos do reino da Áustria, como o taxidermista Johann Natterer responsável pelo setor de zoologia. Do reino da Baviera foram enviados pelo rei Maximilian José, os zoólogos e médicos de formação Johann Baptist von Spix e Carl Friedrich Phillip von Martius. Nos anos de 1817 a 1820, Spix e Martius empreenderam viagem pelo interior do Brasil coletando amostras e reunindo informações sobre a fauna, flora, o clima, os povos nativos, os minérios e tudo o que considerassem relevante para os estudos científicos e de viabilidade econômica para a época. Em 1819, Spix e Martius chegam a Belém no Pará e, de lá, partem em viagem pelo Rio Amazonas. Enquanto Martius, uma vez na região de Tefé, decidiu navegar pelo rio Japurá, Spix seguiu viagem pelo Solimões, no dia 7 de dezembro de 1819, e chegou a Tabatinga a 9 de janeiro de 1820. Retornou à região de Manaus em 3 de fevereiro desse mesmo ano. Spix esteve na região de São Paulo de Olivença, onde coletou máscaras e outros objetos utilizados no ritual da “moça nova”, o rito de iniciação feminina que ainda hoje segue sendo realizado pelo Povo Ticuna.As máscaras coletadas por Spix entre os Ticuna e as máscaras adquiridas com os Juri-Taboca no Rio Japurá, por Martius, possuíam grandes semelhanças e passaram para a história em uma litogravura na qual participavam juntas de um ritual dos Ticuna. A coleção Spix e Martius de objetos dessas etnias conta com 92 peças, sendo 58 ainda existentes e 34 apenas constando em catálogo. Das 58 peças existentes, verificamos 45, sendo 23 da etnia Ticuna e 22 dos Juri-Taboca.
Uma publicização contextualizada foi a escolha para compartilhar com os indígenas no Museu Magüta as informações do que existe sobre os mais antigos objetos Ticuna e onde estes objetos estão localizados. O intuito é que os indígenas se apropriem dessas informações para uso em suas próprias pesquisas. Utilizamos a fotografia como um meio de aproximação dos objetos que estão nos museus etnológicos. Anka Krämer, responsável pelo arquivo de fotografias do Museu Fünf Kontinente, doou um conjunto de 20 fotografias impressas em alta qualidade para que pudessem ser expostas no Museu Magüta. Além destas, foram doadas 40 fotografias dos arquivos do MFK e informações sobre os acervos, bem como fornecido o contato dos curadores dos museus que fizeram parte desta pesquisa.
A apresentação das fotografias em Benjamin Constant, em julho último, movimentou a comunidade indígena Ticuna e a demanda por informações foi tão intensa que o Museu Magüta preparou uma pequena exposição com as fotografias e promoveu duas Rodas de Conversa entituladas, objetos Ticuna em museus etnológicos da Europa. Nessas conversas, foram apresentadas à comunidade indígena Ticuna informações sobre os objetos expostos nas fotografias. A primeira Roda de Conversa foi para convidados da diretoria do Museu e a segunda, para os professores da escola indígena da Comunidade
de Filadélfia. À convite da Prof. Msc. Maria Francisca Nunes de Souza, do Instituto Natureza e Cultura da Universidade Federal do Amazonas INC/UFAM, fizemos uma terceira roda de conversa com o título Projetos de colaboração, museus e comunidades de Povos originários, para 43 alunos dos cursos de Artes Visuais e de Pedagogia (Programa PARFOR) compostos em maioria por alunos indígenas, visando difundir as possibilidades de pesquisa que esse material pode oferecer.
As pesquisas realizadas nos acervos dos museus etnológicos de Munique, Berlim, Viena e Basel só foram possíveis devido à mediação realizada pelo Prof. Dr. Wolfgang Kapfhammer, idealizador do convênio firmado entre o Instituto de Etnologia da LudwigMaximiliam Universität – LMU, em Munique, Alemanha, e o Programa de PósGraduação em Antropologia Social – PPGAS/UFAM.
Montagem das fotografias por artesãs ticuna -
MANIFESTO DOS COORDENADORES DOS INSTITUTOS NACIONAIS DE CIÊNCIA TECNOLOGIA E INOVAÇÃO (INCT) EM DEFESA DA CT&I E DAS AGÊNCIAS
A CAPES e o CNPq foram criados em 1951 com missões específicas. O CNPq é responsável por fomentar a Ciência, a Tecnologia e a Inovação, e atuar na formulação de suas políticas, contribuindo para o avanço das fronteiras do conhecimento, o desenvolvimento sustentável e a soberania nacional. A CAPES, por outro lado, tem a missão de “assegurar a existência de pessoal especializado em quantidade e qualidade suficientes para atender às necessidades dos empreendimentos públicos e privados que visam ao desenvolvimento do país”. Na década seguinte foi criada a FINEP com a missão de promover o desenvolvimento econômico e social do Brasil por meio do fomento público à Ciência, Tecnologia e Inovação em empresas, universidades, institutos tecnológicos e outras instituições públicas ou privadas. As missões do CNPq, CAPES e FINEP são distintas e complementares, pois o CNPq atua prioritariamente no apoio aos pesquisadores individualmente em todos os níveis e aos estudantes de ensino médio e de graduação – através dos exitosos programa de iniciação científica – e pós-graduação. A CAPES é prioritariamente focada no apoio às pós-graduações das Instituições de Ensino Superior, enquanto a FINEP apoia projetos de infraestrutura e grandes equipamentos em Instituições de Ciência e Tecnologia, públicas e privadas, bem como a inovação em empresas. Em resumo, a manutenção do CNPq, CAPES e FINEP cumprindo as suas respectivas missões é fundamental para o desenvolvimento Educacional, Científico e Tecnológico do Brasil.
Em 2008 o CNPq liderou a criação de uma iniciativa abrangente, os Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia, em alinhamento com as Áreas Estratégicas da Política Nacional de Ciência Tecnologia e Inovação com a participação direta da CAPES e em parceria com as Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa e a FINEP, gestora do FNDCT. Naquela época o Programa INCT envolveu 125 projetos distribuídos em todas as regiões do País. Dele participam 6.794 pesquisadores e 1.937 instituições associadas a pesquisas em temas de fronteira. A produção científica dos INCTs revelou-se expressiva, totalizando 70.389 registros, entre livros (905), capítulos de livros (4.255), artigos publicados em periódicos nacionais indexados (7.995), artigos publicados em periódicos internacionais indexados (26.215), trabalhos apresentados em congressos nacionais (21.043), trabalhos apresentados em congressos internacionais (14.261), softwares (242), produtos (1.845), processos (130) e produções artísticas (88) Outro impacto bastante relevante é a cooperação nacional. Foram realizadas 454 parcerias com outros INCTs, 167 acordos com instituições nacionais; além disso, 263 laboratórios nacionais estão associados aos INCTs. Por outro lado, foram celebrados pelos INCTs 787 acordos de cooperação internacional, houve a participação de 1.318 pesquisadores estrangeiros nas pesquisas, 139 empresas e 376 laboratórios internacionais. Com relação à propriedade intelectual, foram registrados 578 depósitos de patentes, 265 concessões e 12 já comercializadas. Na cadeia de inovação destaca-se a geração de conhecimentos com potencial aplicação tecnológica, sendo 63 provas de conceito, 54 projetos piloto, 38 escalonamentos além da bancada, 51 ações em desenvolvimento final de processo ou produto, dentre outros. O impacto envolvendo a formação de recursos humanos e a transferência de conhecimento pode ser dimensionado com a criação de 566 disciplinas em 79 programas de pós-graduação a realização de 1.568 eventos científicos, as 111 parcerias estabelecidas com órgãos estaduais de educação e as 4.232 iniciativas de divulgação, envolvendo vídeos, jornais, cursos, palestras, cartilhas etc. Sem dúvida, uma iniciativa de grande sucesso!!!
A segunda fase dos INCTs foi formalizada em 2016, com liberação de recursos em dezembro de 2016. Atualmente, são 102 INCTs com presença em todas as regiões do País atuando em áreas altamente estratégicas tais como: Saúde, Ecologia e Meio Ambiente, Ciências Exatas e Naturais, Ciências Humanas e Sociais, Ciências Agrárias, Engenharia e Tecnologia da Informação, Energia e Nanotecnologia. Nesse sentido, os Coordenadores dos INCTs manifestam-se pela restauração do orçamento, pela eliminação do contingenciamento de recursos e pela preservação do CNPq, CAPES e FINEP, instituições que, no âmbito federal, foram responsáveis pela consolidação da Pós-Graduação e pelo desenvolvimento cientifico e tecnológico que levaram o Brasil à posição de destaque no cenário mundial de CT&I. A fusão ou a extinção de Agências representará uma ação temerária, irreversível e um sério prejuízo para o desenvolvimento da nossa nação. Em defesa da C,T&I no Brasil!
Assinam o Manifesto os Coordenadores dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia:
Adalberto Val, INCT Adapta Afonso Luis Barth, INCT – INPRA; Alvaro Toubes Prata, INCT-Refrigeração e Termofísica; Amauri Alcindo Alfieri, INCT – Leite Anderson Gomes, INCT Fotônica; Antonio Carlos Campos de Carvalho – INCT-REGENERA; Antonio Martins Figueiredo Neto, INCT de Fluidos Complexos; Augusto Cesar Alves Sampaio, INCT de Engenharia de Software (INES); Belita Koiller, INCT de Informação Quantica; Carlos Morel, INCT-IDPN; Celio Pasquini, INCTAA – INCT de Ciências e Tecnologias Analíticas Avançadas; Charbel El-Hani, INCT IN-TREE; Carisi A Polanczyk, INCT para Avaliação de Tecnologias em Saúde; Deisy de Souza, INCT-ECCE; Diogo Souza – INCT Doenças Cerebrais, Excitotoxicidade e Neuroproteção; Edgar Carvalho, INCT-DT (Doenças Tropicais); Elibio Leopoldo Rech Filho, INCT Biologia Sintética; Eliezer J. Barreiro, INCT INOFAR; Esther Jean Langdon, INCT Brasil Plural; Euripedes Constantino Miguel, INCT de Psiquiatria do Desenvolvimento (INPD); Evaldo Mendonça Fleury Curado, INCT-SC; Fabio Kon, INCT da Internet do Futuro para Cidades Inteligentes; Fernando Galembeck, INCT Inomat; Fernando José Gomes Landgraf, INCT Terras Raras; Fernando Lázaro Freire Junior, INCT Engenharia de Superfícies; Helio Leães Hey, INCT Geração Distribuída de Energia Elétrica; Henrique Krieger, INCT sobre Epidemiologia da Amazonia; Hernandes F Carvalho, INCT-INFABiC; Hugo Gallardo, INCT Catálise em Sistemas Nanoestruturados; Jailson Bittencourt de Andrade, INCT de Energia e Ambiente; Jaime Eduardo Cecilio Hallak, INCT de Translacional em Medicina; Jefferson Cardia Simões, INCT da Criosfera; Jerson Silva, INCT de Biologia Estrutural e Bioimagem; José Alexandre Felizola Diniz Filho, INCT Ecologia, Evolução e Conservação da Biodiversidade; João B. Calixto, INCT-INOVAMED; José Krieger, INCT-MACC; José Luiz Rezende Pereira, INCT de Energia Elétrica – INERGE; José Marengo, INCT Mudanças Climáticas Fase 2; José Maria Landim Dominguez, INCT AmbTropi; José Roberto Postali Parra, de Semioquímicos na Agricultura; Jorge Elias Kalil Filho, INCT de Investigação em Imunologia; Lauro Tatsuo Kubota, INCT de Bioanalítica; Leonardo Avritzer, INCT- da Democracia e da Democratização da Comunicação; Luisa Massarani, INCT de Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia; Luiz Goulart, INCT-Teranano; Luiz Nicolaci da Costa, Coordenador INCT do e-Universo; Luisa Massarani, INCT de Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia; Marcel Bursztyn, INCT Observatório das Dinâmicas Socioambientais; Márcia Maria Menendes Motta INCT História Social das Propriedades e Direito de Acesso; Marco Henrique Terra, INCT – Sistemas Autônomos Cooperativos; Marcos Buckeridge, INCT do Bioetanol; Marcos Pimenta, INCT Nanomateriais de Carbono; Maria Fátima das Graças Fernandes da Silva, INCT-CBIPF; Maria Fatima Grossi de Sá, INCT – Plant Stress Biotech; Maria Valnice Boldrin, INCT-DATREM; Mariangela Hungria – INCT- (MPCPAgro); Mario José Abdalla Saad, INCT Obesidade e diabetes; Maria Vitória Lopes Badra Bentley – INCT Nanofarma; Mário Lúcio Vilela de Resende, INCT do Café; Mauro Teixeira, INCT em Dengue; Mayana Zatz, INCT Envelhecimento e Doenças; Milton Porsani, INCT de Geofísica do Petróleo; Niro Higuchi, INCT – Madeiras da Amazônia; Otavio Franco, INCT Bioinspir; Paulo Arruda – INCT- Centro de Química Medicinal de Acesso Aberto; Paulo Teixeira de Sousa Júnior, INCT-Áreas Úmidas; Pedro Lagerblad de Oliveira, INCT Entomologia Molecular; Poli Mara Spritzer, INCT em Hormônios e Saúde da Mulher; Reinhardt Fuck, INCT Estudos Tectônicos; Renato Boschi, INCT PPED; Ricardo Gazzinelli, INCT-Vacinas; Roberto Esser dos Reis, INCT Forense; Roberto Giugliani, INCT -INAGEMP; Roberto Kant de Lima, INCT – InEAC; Roberto Lent, O INNT – Neurociência Translacional; Roberto Mendonça Farias, NCT de Eletrônica Orgânica; Rochel Montero Lago, INCT; Midas Sebastião C. Velasco e Cruz, INCT Ineu, Estudos sobre os Estados Unidos; Sebastião Valadares, INCT de Ciência Animal; Sergio de Azevedo, INCT Observatório das Metrópoles; Takeshi Kodama, INCT-FNA, Física Nuclear e Aplicações; Vanderlan Bolzani, INCT BioNat; Vanderlei S. Bagnato – INCT em Óptica Básica e aplicada as ciências da vida; Vilma Regina Martins, INCT de Oncogenômica e Inovação Terapêutica; Wagner Farid Gattaz, INCT de Biomarcadores em Neuropsiquiatria (INBioN); Wilson Gomes, INCT de Ciência & Tecnologia em Democracia Digital; Wilson Savino, INCT de Neuroimunomodulação.
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Seminário “Territórios, cidades e migrações: diálogos interdisciplinares” – UDESC/IBP
Está aberta a chamada para submissão de propostas para os Grupos de Trabalho -até 20 de agosto- que irão compor o Seminário “Territórios, cidades e migrações: diálogos interdisciplinares”. Este evento acontecerá na UDESC, nos dias 12 e 13 de setembro, promovido por pesquisadores do INCT Brasil Plural.
GT 1 – COMUNIDADES TRADICIONAIS, TERRITÓRIOS E CONFLITOS SOCIOAMBEINTAIS
Coordenadores:
Raquel Mombelli – UFSC
Márcia Calderipe PPGSA UFAM
Douglas Ladik PPGPLAN – UDESCO GT visa problematizar os processos de autoafirmação identitária e as mobilizações politicas das comunidades tradicionais face ao avanço de obras e empreendimentos e interesses macroeconômicos sobre os seus territórios, comprometendo os modos tradicionais de vida e a violação sistemática de direitos fundamentais. Nos últimos anos, os retrocessos políticos têm se intensificando no Brasil, sobretudo em decorrência de pressões econômicas de grandes empresas interessadas em explorar os recursos dos territórios tradicionais, com deflagração de desastres e danos ambientais irreparáveis. Em decorrência do momento histórico atual, marcado por tentativas de desconstrução de direitos, desmonte de estruturas de governo voltados a garantia de direitos das comunidades, desmonte das instâncias de controle social e desletigimação de reinvindicações das populações tradicionais, pretende-se estimular a produção de três tipos de análise: 1º) o debate do ponto de vista das comunidades sobre suas lutas por direitos ao território, ao meio ambiente e às políticas públicas; 2º) a análise dos conflitos socioambientais e territoriais deflagrados por grandes projetos nos territórios; 3º) avaliações críticas dos avanços e retrocessos dos instrumentos legais e marcos regulatórios voltados à garantia dos direitos das comunidades tradicionais.
GT 2 – MIGRAÇÕES, DIREITOS HUMANOS E CIDADES
Coordenadores:
Daniel Granada – UFSC
Janaína Santos – UFSCO GT Migrações, Direitos Humanos e cidade tem o objetivo de reunir trabalhos que discutam de forma conceitual, teórico-metodológica e empírica sobre migrações internas e internacionais no Brasil contemporâneo. Nessa perspectiva, o GT tem caráter eminentemente interdisciplinar, uma vez que o estudo das migrações, internas e internacionais, busca compreender como as mobilidades contemporâneas colocam desafios para o diálogo intercultural, para os formuladores de políticas públicas e para a governança local, pois são nas cidades que chegam os migrantes demandando por redes e políticas de acolhimento. Além de abordar os contextos de acolhida o Gt acolhera trabalhos que reflitam sobre as experiências e de inserção sócio cultural e laboral dos migrantes buscando compreender como gênero, raça e classe impactam em suas experiências migratórias.
GT 3 – DINÂMICAS SOCIAIS E PATRIMÔNIO CULTURAL. (RE)CONFIGURAÇÕES, PAISAGENS E IDENTIDADES
Coordenadores:
Ana Cristina Rodrigues Guimarães PFN/SC – NAUI/UFSC
Rafael de Oliveira Rodrigues (PPGAS/UFAL) – NAUI/UFSCEste Grupo de Trabalho pretende refletir e debater sobre as dinâmicas das sociedades complexas que envolve também o patrimônio cultural focando nos desdobramentos que essas dinâmicas podem ocasionar na construção de identidades, paisagens, fronteiras e territorialidades. Prioritariamente, pensar e debater os significados atribuído ao urbano, desde uma perspectiva material dos centros históricos, mas também de uma perspectiva imaterial considerando os fluxos da vida cotidiana de determinados grupos que o remodelam e ressignificam permanentemente. Interessa também o debate sobre as metodologias aplicadas ao estudo dos usos, apropriações e ressignificações desses ambientes de pesquisa.
GT 4 – POVOS INDÍGENAS E TERRITORIALIDADES
Coordenadores:
Carmen Susana Tornquist – PPPGPLAN/UDESC
João Mitia Antunha Barbosa – PPPGPLAN/UDESC
Orivaldo Nunes Junior – PPPGPLAN/UDESCApesar dos avanços decorrentes do ordenamento jurídico expressos na Constituição Federal de 1988, no Brasil, a maior parte dos povos indígenas que vivem no território nacional ainda não teve acesso ao reconhecimento pleno de seus territórios. Assim, o processo de demarcação de terras indígenas nas últimas décadas ocorreu de forma heterogênea, assistemática e frágil, envolvendo diferentes atores, nacionais e internacionais, que complexificaram o cenário da “questão indígena”, presente no país desde sua “fundação”. Na década de 1990, a questão indígena passou a articular-se com o debate socioambiental e/ou ecologista, em especial a partir da Conferência Eco-1992. Esta articulação com inclui uma complexificação do cenário em que desenvolvem as lutas politicas pelos direitos indígenas, já que o chamado campo ambiental é atravessado por diferentes perspectivas e atores. A criação de políticas voltadas à questão territorial e ambiental, seja através da agência indigenista estatal (FUNAI), bem como outras instituições, inclusive ditas “não-governamentais” requerem análises acuradas e precisas. Além disto, os recentes retrocessos no âmbito dos reconhecimento governamental dos direitos dos povos indígenas e o crescimento de movimentos “anti-indígenas” tem levado à intensificação de conflitos sociais, de violência, de um lado, mas também, de resistência e organização política dos indígenas, juntamente com outros atores. Este GT pretende acolher pesquisas, relatos de experiências e reflexões teóricas sobre estas questões.
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Publicado o dossiê POLÍTICAS AMERÍNDIAS na Revista Aceno
Estão disponíveis na íntegra os artigos que compõem o dossiê “Políticas Ameríndias” organizado pelo Dr. Diógenes Cariaga (UEMS) e pela Dra. Aline Crespe Castilho (PPGAnt/UFGD), publicados na última edição da Revista Aceno (PPGAS/UFMT). Este dossiê traz artigos inéditos elaborados a partir de pequisas feitas por não-indígenas e indígenas, como também a tradução do artigo “A antropologia perspectiva e o método da equivocação controlada”, de Viveiros de Castro.
http://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/aceno/issue/view/470/showToc?fbclid=IwAR3_ACS0C2KzMy6Ej6uDTEwXokcf2_a4U3ZMnXlGpWRVm-frsS05aLe_qgw
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Inaugurada exposição e documentário de pesquisadores do INCT Brasil Plural em Portugal
Hoje será lançado, na Ilha de Culatra, o documentário produzido a partir dos materiais de pesquisa de Mariela Silveira, doutoranda e pesquisadora do Naui vinculada à Rede Territórios. A exposição e o documentário resultam do projeto “Festa da Nossa Senhora dos Navegantes: quando imagens e gentes fazem uma romaria sobre as águas”. Sua pesquisa sobre a festa em honra a Nossa Senhora dos Navegantes tem como detentores os moradores da Ilha da Culatra, uma comunidade de pescadores e mariscadoras, nas margens da Ria Formosa na cidade de Faro, Algarve, Portugal. O enquadramento deste projeto, vencedor do Orçamento Participativo Portugal (OPP) 2017, faz-se através de uma parceria entre o CRIA – Centro em Rede de Investigação em Antropologia e a DGPA – Direção Regional de Cultura do Algarve. Está sendo desenvolvido em cotutela UFSC e ISCTE-IUL (Portugal) com orientação da professora Alicia Castells e do Professor Paulo Raposo, ambos pesquisadores do IBP.
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Coleção Brasil Plural em e-book em acesso gratuito
Proporcionar amplo acesso à produção científica e acadêmica é uma tarefa fundamental para a democratização do conhecimento produzido nas universidades. Finalmente os livros da Coleção Brasil Plural, em parceria entre o INCT Brasil Plural e a editora da UFSC, estão disponíveis em e-book pelo site da editora. Acesse a página no link: http://editora.ufsc.br/estante-aberta/ , ou nos links específicos abaixo.

Título: Estado, políticas e agenciamentos sociais em saúde: etnografias comparadas
Autor: Maluf, Sônia Weidner (Org.); Silva, Érica Quinaglia (Org.)
Editora da UFSC (2018)
Título: Saberes e ciência plural: diálogos e interculturalidade em Antropologia
Autor: Montardo, Deise Lucy Oliveira (Org.); Rufino, Márcia Regina Calderipe Farias (Org.)
Editora da UFSC (2017)

Título: Umbigos enterrados: corpo, pessoa e identidade Capuxu através da infância
Autor: Sousa, Emilene Leite de
Editora da UFSC (2017)
Título: O regime imagético Pankararu: performance e arte indígena na cidade de São Paulo
Autor: Albuquerque, Marcos Alexandre dos Santos
Editora da UFSC (2017)
Título: Saúde indígena: políticas comparadas na América Latina
Autor: Langdon, Esther Jean (Org.); Cardoso, Marina D. (Org.)
Editora da USFC (2015)
Título: Políticas públicas: reflexões antropológicas
Autor: Langdon, Esther Jean (Org.); Grisotti, Márcia (Org.)
Editora da UFSC (2016)
Título: Diálogos com os Guarani: articulando compreensões antropológicas e indígenas
Autor: Silveira, Nádia Heusi (Org.); Melo, Clarissa Rocha de (Org.); Jesus, Suzana Cavalheiro de (Org.)
Editora da UFSC (2016)

Título: Mulheres e o mar: pescadoras embarcadas no litoral de Santa Catarina, sul do Brasil
Autor: Gerber, Rose Mary
Editora da UFSC (2015)
Título: Uma floresta de disputas: conflitos sobre espaços, recursos e identidades sociais na Amazônia
Autor: Ioris, Edviges Marta
Editora da UFSC (2014)
Título:A terra do não-lugar: diálogos entre antropologia e performance
Autor: Raposo, Paulo (Org.); Cardoso, Vânia Z. (Org.); Dawsey, John (Org.); Fradique, Teresa (Org.)
Editora da UFSC (2013)
