María Eugenia Dominguez, Departamento de Antropologia, UFSC

Doutora em Antropologia Social pela Universidade Federal de Santa Catarina (2009), Mestre em Antropologia Social pela Universidade Federal de Santa Catarina (2004) e Bacharel em Ciências Antropológicas pela Universidad de Buenos Aires (2001).

Professora Associada no Departamento de Antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social.

Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Cnpq Núcleo de Estudos Arte, Cultura e Sociedade na América Latina e no Caribe (MUSA/UFSC).

Pesquisadora do INCT Brasil Plural (INCT/ Cnpq).

Coordenadora do Curso de Graduação em Antropologia da UFSC.

Áreas de pesquisa: teoria antropológica, arte, etnomusicologia, audiovisual, som e lugar.

CV LATTES

Redes e Projetos de Pesquisa_________________________________

 ARTE, PERFORMANCE E SOCIABILIDADES

  • Projeto: Indigenous Art and Socialities in western Chaco

This research has ethnographical and historical aims. It studies displacements, environmental changes and indigenous knowledge regarding ritual, art and music, among chané and guarani people in Chaco region. Fieldwork is conducted among chané communities of northern Argentina, and Guarani communities that were forced to move from Bolivia to Paraguay after the Chaco War (1932-1935). In both cases, ritual and art practices are seen as central issues in the political and social processes in which those communities are involved.

  • Projeto: Anthropology, Art and Music

This project gathers researchers working in different studies and developing different perspectives for the anthropological study of arts. Themes and problems that are present in the more classical anthropology of art and ethnomusicology are discussed, searching dialogues with the most recent theoretical production. In this sense, the studies developed in this project highlight the performative dimensions of art through a diverse range of themes: musical practices in the recovery of ancient lands by Guarani Kaiowá of Mato Grosso do Sul (Brazil); art and ritual in the displacements history and place making processes among guarani people in Northern Chaco (Paraguay) and Western Chaco (Argentina); musical scenes in urban spaces such as the Sound-System, Electro-Acoustical and Punk movements in different brazilian cities; ecological ‘artivism’; the role of images produced by european 19th century painters in the ‘invention of Brazil’.

 

Produções_________________________________________________

Documentários Etnográficos realizados com apoio do INCT Brasil Plural

DOMINGUEZ, M.E. 2019. “Pascual Toro, flautero.” Vídeo etnográfico. Musa-PPGAS/UFSC https://youtu.be/gfXMsbSOsDg

“Pascual Toro, flautero” é um documentário etnográfico gravado no Chaco boreal paraguaio entre 2016 e 2018. Músico indígena, Pascual Toro herdou o conhecimento da tradição musical associada ao Arete Guasu do seu pai, quem, como muitos outros guarani e isosenhos, migrou da Bolívia ao Paraguai após a Guerra do Chaco (1932-1935). Neste vídeo, através da voz do músico indígena, conhecemos parte da história do seu povo, da importância do Arete Guasu na sua comunidade e dos conhecimentos associados à habilidade para ser um bom flauteiro. O vídeo apresenta também a sequência de temas musicais que compõem a estrutura ritual do Arete Guasu tal como acontece nos dias de hoje na comunidade guarani de Santa Teresita (Mariscal Estigarribia, Boquerón, Chaco paraguaio).

Áudio espanhol e guarani

Legendado português

Pesquisa e Filmagem: Maria Eugenia Dominguez

Edição: Luma Viegas

Tradução e Legendas: Vítor Vieira Machado

 

DOMINGUEZ, M.E. 2018. “Among Flute Players”. Vídeo etnográfico. Musa-PPGAS/UFSC.

UFSC https://youtu.be/JdN2Ih1IMrg

 

DOMINGUEZ, M.E. 2019. “Antonio Pintos. El lugar de mis abuelos”. Vídeo etnográfico. Musa-PPGAS/UFSC.

https://youtu.be/c95nmBuClRo

Después de la Guerra del Chaco (1932-1935) familias guarani e isoseñas del Chaco boliviano Bolivia tuvieron que atrás sus tierras para establecerse en el Paraguay. Muchos lo hicieron en las redondezas de los fortines militares de la frontera. Más de 100 familias indígenas se instalaron cerca del matadero de la Base Militar de Mariscal Estigarribia, sitio conocido como Campamento o Matarife. En 1975 comenzó a construirse una pista de aterrizaje en ese lugar y los indígenas tuvieron que abandonar sus casas y sus chacras.En este documental etnográfico Antonio Pintos, descendiente de isoseños, muestra “El lugar de sus abuelos”, donde él nació y se crió, como muchos otros guarani de Mariscal Estigarribia.

Áudio espanhol e guarani

 

DOMINGUEZ,M.E. 2019. “Antonio Pintos. Historia familiar”. Vídeo etnográfico. Musa-PPGAS/UFSC.

https://youtu.be/TK3Dft5myzI

En este documental etnográfico Antonio Pintos, guarani de Mariscal Estigarribia, describe sus memorias. Refiere a la guerra del Chaco (1932-1935), a los desplazamientos de su gente desde Bolivia hacia el Paraguay, a la vida de la comunidad en el Fortín Camacho y a la historia de su familia. También describe las diferencias entre los guarani e isoseños que se instalan en el Chaco boreal paraguayo después de la guerra, habla del trabajo con los menonitas, de los oficios que aprendieron con los misioneros católicos, y de algunos saberes tradicionales de su pueblo.

Áudio espanhol e guarani

 

DOMINGUEZ, M.E. 2018. “Arete – Atiku Guasu Santa Teresita, Paraguay, 2018”. Vídeo etnográfico. Musa-PPGAS/UFSC.

https://youtu.be/KEG7r2IJ2EY

O vídeo, gravado na comunidade guaraní de Santa Teresita, Chaco, Paraguai, mostra o Atiku, fase preparatória do ritual Arete Guasu, quando prepara-se a cruz de flores que acompanhará aos músicos e dançarinos ao longo da festa.

 

DOMINGUEZ, M.E. 2018. “Arete Guasu Santa Teresita 2018”. Vídeo etnográfico. Musa-PPGAS/UFSC.

https://youtu.be/2jP6Nl3uYZ0

 

DOMÍNGUEZ, M. E. 2018. “Guarani Urbano de Mariscal Estigarribia”, Ethnographic Documentary. Funded by Brazil Plural Institute (IBP, Cnpq) and Secarte (UFSC). On demand of the Guarani Urbano Community, Boquerón-Chaco, Paraguay.

 

DOMÍNGUEZ, M. E. 2018. Ayapusaca. René Castro”. Vídeo etnográfico. Musa-PPGAS/UFSC.

https://youtu.be/m38Nas3-VHs

Este video etnográfico acompanha René Castro, indígena chané de Campo Durán (Salta, Argentina) na caminhada que ele faz desde a sua casa para buscar madeira no mato. A madeira de yuchán que ele extrai é logo trabalhada em forma de animais que, após secar, são pintados com tintas de pigmentos naturais. Neste dia René talhou um tigre de madeira. Durante a jornada ele contou varias historias, dentre elas a do tigre, apresentada neste video. Ayapusaca -feliz, contente-, é o gesto que o artista reconhece no tigre ao finalizar a talha. Vídeo etnográfico Direção: Maria Eugenia Dominguez

Áudio espanhol e guarani

Legendado português

 

DOMINGUEZ, M.E. 2017. “Arete Guasu 2017. El carnaval del Matyvirocho”. Vídeo etnográfico. Musa-PPGAS/UFSC.

https://youtu.be/sEhw_cuj9Qc

 

DOMINGUEZ, M.E. 2017. “Opaite Ime Iya- Tudo tem dono”. Vídeo etnográfico. Musa-PPGAS-UFSC

https://youtu.be/gYk1lquC9x4

 

DOMINGUEZ, M.E. 2016. “Arete Guasu Santa Teresita 2016”. Vídeo etnográfico. Musa-PPGAS-UFSC

https://youtu.be/YmscbUS7SSo

 

DOMINGUEZ, M.E. 2015. “Arete Guasu 2015. Campo Durán, Salta Argentina”. Vídeo etnográfico. Musa-PPGAS-UFSC

https://youtu.be/uOwuLW0DPI8

 

DOMÍNGUEZ, M. E. 2015. Flauteros de Tuyunti.” Ethnographic Documentary. Funded by Brazil Plural Institute (IBP, Cnpq) and Secarte (UFSC). Pedagogic material for the Tuyunti Indigenous Community School, Salta, Argentina.

 

DOMÍNGUEZ, M. E. 2014. “Flute Players in Western Chaco. On Movements and Variations.” Audiovisual Ethnomusicology ICTM Symposium. Valladolid, Spain.

Funded by Brazil Plural Institute (IBP, Cnpq) and Secarte (UFSC).

https://youtu.be/nyeN-VotGY4

Áudio guarani e espanhol

Legendas inglês

 

Publicações recentes

Artigos

DOMÍNGUEZ, M. E. 2018. “Sons, ritual e história indígena no oeste do Chaco.” ILHA. REVISTA DE ANTROPOLOGIA, v. 20, 45-66.

DOMÍNGUEZ, M. E. 2017. “Música, metáforas e lugar: os sons do Rio da Prata.” TEMPO E ARGUMENTO, v. 9, 130-145.

DOMÍNGUEZ, M. E. 2016. “Del carnaval a la música popular.” CLANG. v. 4, 19-32.

DOMÍNGUEZ, M.E. 2016. “ A ciência, como a bruxaria, se faz com tudo que somos.” Entrevista com Rafael J. de Menezes Bastos. EL OIDO PENSANTE, v. 4, 1-12.

DOMÍNGUEZ, M. E.  2013. “Iguales pero distintos: música y fronteras en el Río de la Plata.” TEMPO DA CIÊNCIA, v. 1, 13-37.

DOMÍNGUEZ, M. E. 2012. “Irreverência e tradição numa orquestra de tango: a versão como transgressão.” Ilha. Revista de Antropologia (Florianópolis), v. 13,  269-288.

DOMÍNGUEZ, M. E. 2011. “Versiones, apropiación e intermusicalidad en el Río de la Plata.” Antropologia em Primeira Mão, v. 126, 1-26.

DOMÍNGUEZ, M. E. 2009. “De negros a afro. Práticas culturais negras e elaboração de categorias étnico-raciais em Buenos Aires, Argentina.” Ilha. Revista de Antropologia v. 9, 101-118.

DOMÍNGUEZ, M. E. 2008. “Música negra en el Rio de la Plata: definiciones contemporâneas entre los músicos de Buenos Aires.” TRANS (BARCELONA), v. 12,  22-40, 2008.

 

Livros

DOMÍNGUEZ, M. E. 2010. Rodas de capoeira. Arte e patrimônio em Florianópolis.  Florianópolis: Contraponto.

 

Coletâneas

MONTARDO, D. L. & DOMÍNGUEZ, M. E. (eds.) 2014. Arte e sociabilidades em perspectiva antropológica. Florianópolis: Editora da UFSC.

 

Capítulos de livros

DOMÍNGUEZ, M. E. 2016. “Western Chaco Flutes and Flute Players Revisited.” In Enrique Cámara Landa, Leonardo D’Amico, Matías Isolabella, Yoshitaka Terada. (eds.). Ethnomusicology and Audiovisual Communication. Valladolid: Universidad de Valladolid, 2016, 115-131.

DOMÍNGUEZ, M. E.  2014. “Sons do rio: trânsitos e fronteiras na música da região do Prata.” In Deise Lucy Montardo; Maria Eugenia Dominguez. (eds.). Arte e sociabilidades em perspectiva antropológica. Florianópolis: Editora da UFSC, 2014, v. 1, 281-305.

 

Resenhas

DOMÍNGUEZ, M. E. MACHADO, V. V. 2018. “Sudamérica y sus mundos audibles.” Reseña.”ILHA – REVISTA DE ANTROPOLOGIA, v. 20, 255-261.

DOMÍNGUEZ, M. E. 2013. “Burst of Breath. Indigenous Ritual Wind Instruments in Lowland South America.” Review. EL OIDO PENSANTE, v. 2, p. 1.

DOMÍNGUEZ, M. E. 2012.”Cancionistas del Rio de la Plata. Después del rock una música popular para el siglo XXI.” Review. TRANS-REVISTA TRANSCUTLURAL DE MÚSICA (Barcelona), v. 16, 20-25.

DOMÍNGUEZ, M. E. 2007. “Transformações musicais e religiosidades no Chaco argentino: à procura da coerência do movimento.” RELIGIÃO E SOCIEDADE, v. 27, 213-217.

DOMÍNGUEZ, M. E. 2006. “Escuchando lo social.” CRONOS, v. 56, 361-363.