La Fiesta del Ocelote – Una partitura crítico-interpretativa

05/08/2021 20:31
Acabou de sair na Colômbia, pela Editorial de la Universidad del Cauca, a versão ao espanhol do livro A Festa da Jaguatirica – Uma partitura crítico-interpretativa, do professor Rafael José de Menezes Bastos. Este foi o primeiro livro da Coleção Brasil Plural da Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC). A versão em espanhol foi traduzida pela professora América Larrain González (UNAL/Colômbia), Doutora pelo PPGAS-UFSC e Carlos Uscátegui, doutorando do PPGAS-UFSC. A capa é obra de Binha Bastos e Rafael Lavenere.

Encontro Regional Sul da Rede Unida: “Resistências do Sul: Em Defesa das Vidas, da Democracia e do SUS”

04/08/2021 18:04

O Instituto​Nacional de Ciência e Tecnologia Brasil Plural (INCT Brasil Plural) apoia academicamente o Encontro Regional Sul da Rede Unida: “Resistências do Sul: Em Defesa das Vidas, da Democracia e do SUS”, organizado pela Associação Brasileira da Rede Unida, um coletivo que desde 1985 congrega trabalhadores, acadêmicos, estudantes, movimentos sociais, nas diversas áreas de conhecimento e práticas no campo da saúde, e na construção do Sistema Único de Saúde.

O encontro acontecerá nos dias 22 e 23 de outubro de 2021 em formato virtual. Se espera a participação de residentes, estudantes de pós-graduação, estudantes de graduação, estudantes de nível médio, representantes de movimentos sociais, profissionais, docentes, trabalhadores (as), gestores (as) e usuários (as) do SUS, com inscrições gratuitas e submissão de trabalhos científicos e experiências.  O encontro será um momento de construção coletiva, para discutir as políticas públicas assim como compartilhar e produzir ações para o fortalecimento da democracia e do SUS.

Anexamos a apresentação do encontro, contendo um pouco da história da Rede Unida, assim como os objetivos e programação (preliminar) das atividades elaboradas para o encontro.

Página do Encontro Regional Sul 2021: http://www.redeunida.org.br/pt-br/evento/12/

Apresentação Encontro Regional Sul 2021

“Segundas da CASCA”

02/08/2021 16:12

A partir do dia 2 de agosto, serão 5 encontros sempre às segundas-feiras (18h) para discutir metodologias de pesquisa qualitativa em saúde. E com uma linda aula inaugural com a Profa. Daniela Knauth (UFRGS) no dia 9 de agosto. A programação completa vai em anexo.

Os encontros são abertos ao público, basta escrever e avisar de seu interesse (e informe o seu nome, contato e filiação institucional) para Wertton Matias: 

Disponível nova edição de Cadernos NAUI

02/08/2021 15:01

A nova edição da Revista Eletrônica do Cadernos NAUI está disponível no site para visualização e download do conteúdo.

Cadernos NAUI têm como proposta reunir pesquisadores, professores e alunos de diversas áreas do saber ao redor de dois eixos temáticos amplos: dinâmicas urbanas e patrimônio cultural. Neste novo número, reforça essa premissa reunindo artigos por meio de um dossiê intitulado “Patrimônios (in)visíveis, colonialidade(s) em escuta”, organizado por André Soares, Mariela Silveira, Paula Nascimento e Paulo Raposo.

Sob a temática dos estudos do Patrimônio Cultural e os Estudos Decoloniais, o dossiê contribui por um lado, para dar visibilidade ao Patrimônio Cultural, desde o ponto de vista das populações que foram submetidas a viver em contextos coloniais. Por outro, se propõe exercitar o lugar de escuta, uma atitude antropológica cada vez mais necessária em contextos contemporâneos de descolonização epistemológica.

Acesse: Cadernos NAUI Vol. 10, n° 18, jan-jun 2021

Boa leitura!

Coletânea Dissidências, Alteridades, Poder e Políticas: Antropologias no Plural, 13º volume da Coleção Brasil Plural

02/08/2021 14:42

A Editora da UFSC acaba de lançar o 13º volume da Coleção Brasil Plural, projeto que desde 2013 tem dado visibilidade às produções científicas de pesquisadores do Instituto Brasil Plural. A coletânea Dissidências, Alteridades, Poder e Políticas: Antropologias no Plural, organizada e escrita por pesquisadores do Núcleo de Antropologia e Saberes Plurais (NAPlus), da Universidade Federal de Mato Grosso, é o resultado de pesquisas desenvolvidas junto às redes do IBP. A UFMT é uma das instituições do centro-oeste brasileiro que, por meio de seus pesquisadores da área de Antropologia, tem desenvolvido pesquisas e projetos de extensão que priorizam os diálogos e as tensões existentes entre os saberes da ciência, as experiências dos sujeitos e as políticas públicas de Estado.

Organizada por Sonia Regina Lourenço, Marcos Aurélio da Silva e Moisés Lopes, que atuam no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFMT, a coletânea também conta com artigos de pesquisadores de universidades do Norte e do Nordeste. Os dez trabalhos se debruçam sobre as experiências de coletivos urbanos e rurais, LGBTs, indígenas e quilombolas, em suas lutas por direitos, por políticas públicas e pela própria existência. Segundo os organizadores, na apresentação do livro “a intersecção entre as pesquisas está nas singularidades de coletivos sociais que vivenciam situações de dissidências e conflitos atravessados por agenciamentos de gênero, sexualidade e modos de relação que exigem o reconhecimento do Estado como sujeitos de direitos sem se deixar capturar pelo agenciamento estatal que suprime toda a singularidade, encapsulando modos de existência e modos de fazer política em forma de acantonamento identitário”.

A coletânea se divide em dois eixos. No primeiro, “Coletividades sexo-generificadas, (a)simetrias e políticas”, apresenta resultados de pesquisas sobre a compreensão desses coletivos sobre saúde, corpo, políticas públicas e engajamento político, enfocando relações de poder no tecido social que produzem sujeitos e silenciamentos. Destaque para os coletivos LGBTs em suas demandas por saúde, visibilidade política na cidade, através das paradas da diversidade, e políticas públicas. No segundo eixo, “Coletividades ‘tradicionais’, inventos e devires”, os artigos são oriundos de pesquisas realizadas com coletivos que se autoidentificam como negros, quilombolas e rurais, a partir de perspectivas antropológicas que percorrem as diferentes afecções das composições de modos de existência povoados por diferentes seres humanos e não humanos, desejos e perigos e formas de resistência. Destaque para a luta por direito ao território e à territorialidade que unem esses coletivos.

O livro esta disponível  na livraria da Editora da UFSC.

Lançamento do livro Crianças contadoras de histórias de Luciana Hartmann (UnB)

29/07/2021 14:49
A pesquisadora Luciana Hartmann (UnB) pesquisadora da rede Arte, Performance e Sociabilidades do INCT Brasil Plural lancará hoje 29/7/2021 às 17hs o livro Crianças Contadoras de Histórias pelo Canal do Youtube da UnB TV.  A boa notícia é que todos os livros podem ser baixados gratuitamente no site da Editora da UnB (https://livros.unb.br/index.php/portal/catalog/book/110). 

Publicação do livro “Leituras sobre neoliberalismo”

26/07/2021 16:58

Organizado por Chiara Albino (Doutoranda em Antropologia Social pelo PPGAS/UFSC e pesquisadora do IBP/UFSC e do Transes/UFSC) e Jainara Oliveira (Doutora em Antropologia da UFSC e pesquisadora do TRANSES). O livro conta com contribuições de outras/os  pesquisadoras/es do IBP:  Alana Aragão Ávila, Igor Luiz Rodrigues da Silva e Virgínia Squizani Rodrigues.

Resumo: “Neste livro, consideramos que não deveríamos descartar o termo neoliberalismo, mas mantê-lo, o que exige, por conseguinte, um refinamento de seu uso. Nesse sentido, os ensaios aqui reunidos demonstram que não há uma maneira única de estudar o neoliberalismo.
Neles, as autoras e os autores apresentam um livro específico e destacam suas principais contribuições. Ao retomarem as análises de Wendy Brown, Melinda Cooper, Nancy Fraser, Anna Tsing, Achille Mbembe e Verónica Gago, os ensaios assinalam como tais análises discutem, cada uma à sua maneira, os efeitos das políticas econômicas neoliberais na sociedade, no Estado e nos processos de constituição dos sujeitos”.

O livro está disponível no site da editora: https://editoraseriguela.com/livros/

 

 

Festa em Honra de Nossa Senhora dos Navegantes da Ilha da Culatra – Patrimônio Cultural Imaterial de Portugal

26/07/2021 14:48

A Festa em Honra de Nossa Senhora dos Navegantes da Ilha da Culatra acaba de ser inscrita no Inventário Nacional do Patrimônio Cultural Imaterial de Portugal. A pesquisadora do NAUI, Mariela Silveira, fez parte da equipe responsável pela pesquisa, instrução e submissão do pedido de registro.

A inscrição da «Festa em Honra de Nossa Senhora dos Navegantes – Ilha da Culatra» no INPCI – Inventário Nacional do Patrimônio Cultural Imaterial destaca importância de que se reveste esta manifestação do patrimônio cultural imaterial enquanto reflexo da identidade da comunidade envolvente e a sua profundidade histórica e evidente relação com outras práticas inerentes à comunidade.

Toda documentação atinente ao referido inventário pode ser acessada aqui.

 

MULHERES INDÍGENAS E PROTAGONISMO NO CAMPO DA SAÚDE. Mesa redonda. Fazendo Gênero 12

15/07/2021 13:54

Participantes:

– Elisa Urbano Ramos (indígena Pankararu, Mestre em Antropologia Social, coordenadora do departamento de mulheres da Articulação dos Povos Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espirito Santo/APOINME)

– Inara do Nascimento Tavares (indígena Sateré-Mawé, Mestre em Antropologia Social, doutoranda em Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade na UFRRJ, professora do Instituto Insikiran de Formação Superior Indígena da Universidade Federal de Roraima)

– Adriana Aparecida Belino Padilha de Biazi (indígena Kaingáng, Mestre em Antropologia Social, doutoranda em História na UFSC/bolsista CAPES, integra o Laboratório de História Indígena/LABHIN da UFSC)

Debatedoras:

– Joziléia Daniza Jagso Kaingang (indígena Kaingáng, Mestre em Antropologia Social, doutoranda em Antropologia Social na UFSC/bolsista CNPq, Editora na Revista Fag Tár – A Força Delas, Editora na publicação Vivências Diversas: uma coletânea de indígenas mulheres, Conselheira do Conselho Estadual dos Povos Indígenas/CEPIN-SC, Conselheira do Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville/MASJ) – é propositora de Simpósio Temático no FG12.

– Ana Lúcia Pontes (Doutora em Saúde Pública, pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca/Fiocruz, coordenadora do GT Saúde Indígena da ABRASCO)

Coordenadora: Eliana Elisabeth Diehl (Doutora em Saúde Pública, professora titular aposentada da UFSC, membra do Comitê Gestor do INCT Brasil Plural)

Nós, mulheres indígenas, sempre ocupamos um lugar central no campo da saúde, atuando não somente como mantenedoras e cuidadoras em nossas comunidades, mas também como especialistas tradicionais. A partir da Constituinte de 1988, mas de maneira evidente dos anos 2000 em diante, nossas vozes têm se levantado em defesa dos direitos indígenas, participando ativamente do movimento de garantia da Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas e de uma atenção diferenciada no Sistema Único de Saúde. O movimento indígena articulado, incluindo as mulheres indígenas, enfrenta desde o dia 01 de janeiro de 2019, especialmente, ataques sistemáticos aos seus povos e organizações, bem como às políticas públicas e a órgãos que atuam diretamente com e para os povos indígenas. A partir de março de 2020, a pandemia de Covid-19 provocou uma profunda crise sanitária mundial e no Brasil. No país, marcado por desigualdades sociais e econômicas, juntamente com a falta de coordenação e ação federal, o vírus encontrou um terreno propício para se disseminar, agravar e causar mortes (até março de 2021 foram mais de 300 mil pessoas a óbito). Os indígenas, mais uma vez, têm sido um dos segmentos mais afetados pela crise, obrigando-os não somente a se articularem nacional e internacionalmente, mas também buscarem formas próprias de enfrentamento local. Reuniões, manifestações e muitas articulações têm sido feitas em prol da defesa dos nossos direitos e conquistas, como a 1º Marcha Nacional das Mulheres Indígenas, realizada em Brasília em agosto de 2019, e a participação ativa das mulheres indígenas nas mobilizações frente à pandemia. Nesse cenário e considerando a importância de espaços como o Fazendo Gênero, esta mesa propõe a discussão de temas como movimentos de mulheres indígenas e feminismo, alimentação e segurança alimentar, mulheres especialistas em medicinas indígenas e redes de mulheres indígenas na saúde e educação, tendo o campo da saúde como eixo transversal do debate.