Disponível nova edição Cadernos NAUI
Já está disponível a nova edição da Revista Eletrônica do Cadernos NAUI, criada e editada pelo Núcleo de Pesquisa Dinâmicas Urbanas e Patrimônio Cultural (NAUI), do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Este novo número reúne artigos por meio de um dossiê intitulado “UM PRELÚDIO AOS ESTUDOS SOBRE DINÂMICAS SOCIAIS E PATRIMÔNIO CULTURAL”, organizado por Ana Cristina Rodrigues Guimarães e Rafael de Oliveira Rodrigues. Este dossiê é o resultado dos debates e reflexões apresentados no Grupo de Trabalho Dinâmicas Sociais e Patrimônio Cultural: (Re)configurações, Paisagens e Identidades, no evento Territórios, Cidades e Migrações: diálogos interdisciplinares- Udesc, 2019. O evento reuniu pesquisadores da rede Territorialidades, Deslocamentos, Paisagens Urbanas e Populações Tradicionais, vinculados ao Instituto Brasil Plural (IBP/INCT/CNPq), e proporcionou a troca de conhecimentos sobre a temática das cidades e do patrimônio cultural.
A revista está disponível no site https://naui.ufsc.br/2020/07/13/disponivel-nova-edicao-cadernos-naui/, para visualização e download do conteúdo.
Pandemia e desigualdade: políticas, práticas e saberes.
A Coordenadora Executiva do Instituto Brasil Plural e professora Sônia W. Maluf (UFSC/UFPB) oferecerá a aula “Pandemia e desigualdade: políticas, práticas e saberes” do Seminário Ciências Sociais em Debate: crise e crítica social em tempos do Covid-19 do Departamento de Ciências Sociais da UFPB. A aula acontecerá o dia 21 de julho às 18h30 no canal:
https://www.youtube.com/watch?v=d_qVtfdSuXc&feature=emb_err_woyt
POVOS DA TERRA, ÁGUAS E FLORESTAS EM RESISTÊNCIA FRENTE À COVID-19
O IMPACTO DA PANDEMIA DO COVID-19 ENTRE/NOS GRUPOS SUBALTERNIZADOS
O 16 de julho às 19h os pesquisadores do IBP Joziléia Kaingang, liderança indígena, antropóloga, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFSC e coordenadora pedagógica da Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica da UFSC e Diogenes Cariaga, professor da Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul/Universidade Federal da Grande Dourados, Doutor em Antropologia pelo PPGAS/UFSC, participaram do evento “Lutas Indígenas e Ensino Superior em Tempos de Pandemia: Políticas da (R)existência” do I Ciclo de conversas On-line do CEPEGRE/UEMS “O IMPACTO DA PANDEMIA DO COVID-19 ENTRE/NOS GRUPOS SUBALTERNIZADOS”.
https://www.even3.com.br/ciclo2020/?fbclid=IwAR0wVvhOEHIg_wMhTCC-cwCz53igZROpvEGt_rks_f1Pwmm7vf0pMnmrtB8
Oficina: ”La afectación, los afectos y el Trabajo de Campo en Antropología”.
Diogenes Cariaga, professor da Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul/Universidade Federal da Grande Dourados, Doutor em Antropologia pelo PPGAS/UFSC e pesquisador do IBP participará da segunda edição da oficina “‘La afectación, los afectos y el Trabajo de Campo en Antropología.”, com a palestra: “Modos Kaiowá de hacer y deshacer relaciones con el Estado: transformaciones entre transformaciones”. Esta palestra acontecerá o 15 de julho às 17h (Argentina)
O evento começa a segunda 13 de julho com a participação de Luisa Elvira Belaunde (Universidad Mayor de San Marcos, Perú), Ana Ramos (Universidad Nacional de Río Negro, Argentina) e Carol Rocha Grimoldi (Centro de Ecología de Pueblos Andinos, Bolívia) e o dia 14 de julho com a participação de Santiago Martínez (Instituto Alexander Von Humboldt, Colômbia).
Antropologia de Tiempos Extraordinarios
“Cidades rebeldes: invisibilidades, silenciamentos, resistências e potências”
Cidades rebeldes: invisibilidades, silenciamentos, resistências e potências é o título do mais novo e-book lançado pela Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC). Organizado por Paulo Raposo, Allende Renck e Scott Head, o livro faz parte da Coleção Brasil Plural e está disponível gratuitamente na estante aberta da Editora.
A obra deriva do ciclo de cinema Cidades rebeldes, cujas sessões ocorreram entre abril e junho de 2018 no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFSC, na disciplina Direito à cidade, espaço público e performance, coordenada por Paulo Raposo, professor visitante na UFSC e docente do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa. Por meio do cinema documental e de filmes de autor, o ciclo buscava tornar visíveis intervenções artísticas, engajamentos políticos, pesquisas e reflexões que promovessem a discussão sobre o direito à cidade na contemporaneidade.
Revista Ilha de Antropologia v.22 n.1 (2020).
Acaba de ser publicado o ultimo número da Revista Ilha do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina, coordenada pela Dra., professora do PPGAS/UFSC e pesquisadora do IBP Vivianne Vedana. A revista contém artigos de pesquisadores do instituto como Amanda Rodrigues e Fernando Ciello.
Disponível em:
https://periodicos.ufsc.br/index.php/ilha/issue/view/3114/showToc
Dossiê: Encontro de Saberes – transversalidades e experiências. Revista Mundaú (PPGAS/UFAL).
Revista Mundaú (PPGAS/UFAL).
Dossiê: Encontro de Saberes – transversalidades e experiências
Organizadores: Edgar Rodrigues Barbosa Neto (UFMG); Isabel Santana de Rose (UFAL); Marcio Goldman (UFRJ)
Proposta: Este dossiê pretende reunir diferentes reflexões de natureza etnográfica, político-pedagógica e epistemológica tendo por objeto as experiências de “encontro de saberes” em contextos acadêmicos, englobando ao menos três tipos de iniciativas: 1) as direcionadas para a inclusão de mestres e mestras do conhecimento tradicional como professores; 2) aquelas em que os(as) estudantes tiveram acesso à universidade por meio de políticas de ação afirmativa ou vestibular diferenciado; 3) aquelas em que os(as) estudantes estão matriculados(as) em cursos de natureza intercultural, incluindo licenciaturas indígenas e quilombolas, entre outros.
Nosso objetivo central é examinar as consequências desses encontros sobre as práticas de conhecimento e as formas de organização acadêmicas, e os diferentes modos em que esses encontros são implementados por seus participantes nos contextos fora da universidade. O debate em torno dos “riscos” implicados nesses encontros é parte fundamental da proposta: de um lado, um “verticalismo hierarquizante”, que apenas inverteria a posição respectiva de saberes acadêmicos e não acadêmicos; de outro, um “horizontalismo democratizante”, supondo que as relações entre esses saberes são de mera equivalência e que, no fundo, as diferenças não importam. Nesse sentido, nossa sugestão é um esforço para pensar a relação entre saberes heterogêneos enquanto heterogêneos numa experiência de “transversalidade criativa”.
Prazos: Estaremos recebendo contribuições até 31 de julho de 2020, com previsão de publicação em dezembro de 2020.
Submissões: http://www.seer.ufal.br/index.php/revistamundau







