INCT BRASIL PLURAL
  • Defesa de tese sobre organização social e política entre os Mapuche, no Chile

    Barbara Bustos, pesquisadora de IBP, defende nesta sexta,, 22 de agosto, sua tese de doutorado “O Estatuto da Comunidad Indígena e a realização do Ngillatun entre os Mapuche de Tranaman no sul do Chile: Dinâmicas Organizacionais e Transformações sociopolíticas”. A pesquisa, apoiada e realizada no Programa de Pesquisas do INCT Brasil Plural, foi orientada pela professora Esther Jean Langdon, coordenadora geral doIBP.

  • II Seminário Infância Criança Indígena, que conta com apoio do INCT Brasil Plural, ocorre entre 18 e 22 de agosto na UFSCar

    imagem_infanciaindigenaO II Seminário Infância Criança Indígena está sendo organizado pela Universidade Federal de São Carlos, sob coordenação da Prof.ª Drª Clarice Cohn, em continuidade a 1ª edição, organizada pela Universidade Católica Dom Bosco, (UCDB), Mato Grosso do Sul, no ano de 2011.

    Nesta edição, o evento ocorrerá entre os dias 18 e 22 de agosto de 2014.

    Durante o evento haverá bancas de VENDA DE LIVROS e de EXPOSIÇÃO E VENDA DE ARTES E ARTESANATOS INDÍGENAS.

    Para os interessados em participar da atividade de contaçao de historias, individualmente ou em grupos, envie um email confirmando sua presença e o dia de interesse, assim poderemos oferecer melhor acomodaçao.
    Confira os detalhes na página do evento.: http://infanciaindigena.wordpress.com/

  • Pesquisa desenvolvida no INCT Brasil Plural sobre gestação e parto entre os Munduruku recebe prêmio ABA/GIZ

    A tese de doutorado A cosmopolítica da gestação, parto e pós-parto: práticas de autoatenção e processo de medicalização entre os índios Munduruku, de Raquel Dias Scopel e orientada por Esther Jean Lagdon, premiada no 4o Prêmio ABA/GIZ – Povos Indígenas e Cenários Etnográficos na Amazônia, edição 2014, com o tema “Gênero e Povos Indígenas na Amazônia”, organizado pela Associação Brasileira de Antropologia e pela Coorperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da GIZ no Brasil. Podeiam concorrer teses defendidas nos últimos cinco anos.

  • Atividades do INCT Brasil Plural na 66a Reunião Anual da SBPC

    sbpc1O INCT Brasil Plural (CNPQ/FAPEAM/FAPESC/CAPES) esteve presente na 66a Reunião Anual da SBPC – Ciência e Tecnologia em uma Amazônia sem fronteiras, 22 a 27 de julho de 2014 na UFAC – Universidade Federal do Acre Rio Branco – AC.Em parceria com a Associação Brasileira de Etnomusicologia (ABET) o INCT Brasil Plural promoveu as seguintes atividades:

    Conferência

    MÚSICA, FIESTA, INVESTIGACIÓN
    Y EDUCACIÓN: EXPERIÊNCIAS COLABORATIVAS ENTRE MOVIMENTO INDÍGENA CAUCANO Y ACADÊMICOS Conferencista: Carlos Miñana Blasco (UNAL) Apresentador: Otávio Guilherme Cardoso Alves Velho (UFRJ)

    Mesa-Redonda

    MÚSICA, PESQUISA E TRANSMISSÃO DE SABERES NO BRASIL E NA COLÔMBIA; CONTRIBUIÇÕES CRÍTICAS À FORMULAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS A PARTIR DE NOVOS MARCOS POLITICO-EPISTEMOLÓGICOS Coordenador: Otávio Guilherme Cardoso Alves Velho (UFRJ)

    Palestrantes: Carlos Miñana Blasco (UNAL), Deise Lucy Oliveira Montardo (UFAM) e Samuel Araújo (UFRJ)Em parceira com a ABET e a ABA, o INCT Brasil Plural promoveu o   ENCONTRO DE PESQUISADORES DEDICADOS AOS ESTUDOS SOBRE MÚSICA NAAMAZÔNIA

    Participantes: Deise Lucy Oliveira Montardo (UFAM), Domingos Bueno (UFAC), Sonia Lourenço (UFMT), Carlos Miñana (Universidad Nacional de Colômbia), Damián Keller (UFAC), Rosangela Duarte (UFRR)

    Pesquisadores do INCT Brasil Plural participaram na  Mesa- redonda organizada pela ABA.

    Mesa-Redonda: FRONTEIRAS, MIGRAÇÕES E POLÍTICAS PÚBLICAS

    Coordenador: Márcia Regina Calderipe Farias Rufino (UFAM)

    Participantes: Carlos Alberto Marinho Cirino (UFRR), Sidney Antonio da Silva (IFAM) e Marília Lima Pimentel (UNIR)

    Este ano ocorreu pela primeira vez, a SBPC indígena e o INCT Brasil Plural esteve presente. O Prof Domingos Silva da Universidade Federal do Acre organizou a mesa redonda “Etnomusicologia amazônica”. A SBPC indígena foi um sucesso de público, nossa mesa contou com mais de cinquenta participantes.

    ETNOMUSICOLOGIA AMAZÔNICA Mediador: Domingos A. B. Silva (UFAC) Participantes: Sonia Regina Lourenço (UFMT/INCT Brasil Plural),  Deise Lucy Montardo (UFAM/INCT Brasil Plural), Haru Kuntanawa (OPIRJ) Isaías Sales Ibã Kaxinawa (MAHKU), Amilton Mattos (UFAC- CZS).


  • Parentesco é tema de seminários do A-Funda


  • Seminários Compreensões Antropológicas Sobre Conhecimentos Indígenas e Vice-versa

    Nesta semana, o NEPI (Núcleo de Estudos da População Indígena), do Departamento de Antropologia da UFSC, dará sequência as palestras que compõem mais uma edição dos seminários Compreensões Antropológicas Sobre Conhecimentos Indígenas e Vice-versa.  As palestras de Rivelino Barreto e Jean Langdon têm textos que orientaram os debates disponíveis na página do NEPI http://nepi.ufsc.br/.

    O seminário reúne três palestras e uma defesa de tese que abordam a possibilidade de comunicação e compreensão mútua entre tradições de conhecimentos indígenas e acadêmicos, a partir da perspectiva de intelectuais indígenas e não-indígenas que vêm pesquisando tradições de conhecimentos em diferentes paisagens culturais.

    A série “Compreensões Antropológicas sobre conhecimentos indígenas e vice-versa” vem sendo realizada pelo Núcleo de Estudos de Populações Indígenas desde 2011, na forma de  seminários onde pesquisadores indígenas e não indígenas discutem resultados de pesquisas antropológicas sobre conhecimentos indígenas a partir de suas perspectivas. O primeiro evento “Compreensões antropológicas sobre conhecimentos Guarani e vice-versa” ocorreu em novembro/dezembro de 2011 e o segundo evento “Pesquisas e processos recentes no Noroeste Amazônico: construção da pessoa e circulação de saberes” ocorreu em março de 2012.

    A realização desses seminários tem apoio do INCT Brasil Plural, como parte dos objetivos do projeto ‘Compreensões antropológicos sobre conhecimentos nativos: um diálogo em rede’ e do Programa de Extensão (PROEXT) “Promoção da Igualdade Étnico Racial no Ensino Superior”.


  • Palestra: “Cosmografia e Intermedicalidade: práticas de autoatenção à saúde entre os Índios Munduruku do Amazonas”

    Daniel Scopel, bolsista do PPGAS/UFSC, integrante da rede de pesquisa Saúde: Práticas Locais, Experiências e Políticas Públicas, do INCT Brasil Plural, fará a palestra: “Cosmografia e Intermedicalidade: práticas de autoatenção à saúde entre os Índios Munduruku do Amazonas”. Ele vai apresentar o estado atual de sua pesquisa de pós-doutorado, fazer algumas reflexões a partir dos trabalhos de Jean Langdon e de Eduardo Menéndez e apresentar algumas ideias para um projeto que está elaborando junto com Fiocruz sobre saneamento em áreas indígenas.

    Abaixo o link de um artigo publicado por Daniel Scopel e que  pode servir de introdução à palestra.

    http://www.tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/1141


  • Exposição ARQUEOLOGIA EM QUESTÃO: PERCORRENDO O LITORAL CATARINENSE

    A sala está assim denominada: Exposição de Longa Duração. O local é o Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal de Santa Catarina (MArquE/UFSC). O substrato ofertado ao público diz respeito à exposição ARQUEOLOGIA EM QUESTÃO: PERCORRENDO O LITORAL CATARINENSE.

    Trata-se de evento que coaduna com o MArquE, dada a sua marcante história de pesquisa e atuação nessa área de conhecimento desde a década de 1960, como Instituto de Antropologia.

    Em 29 de maio de 2014 teremos uma oportunidade sem precedentes de voltarmos nossas atenções ao passado que testemunhou ocupações de diversos grupos humanos no litoral catarinense. Estaremos frente ao ofício do arqueólogo e diante de culturas distintas no tempo e no espaço. Os períodos pós-colonial, colonial e pré-colonial – a compor aproximadamente seis milênios, se descortinarão face às pesquisas efetivadas no transcorrer de cinco décadas. Saberemos de sítios coloniais e pós-coloniais representados pela vida cotidiana nas Fortificações e seus arredores, de populações Guarani e Jê, assim como dos grupos responsáveis pelos sambaquis. Visitaremos as representações rupestres e as oficinas líticas.

    Peças do acervo do MArquE, imagens e figuras variadas, somadas a uma composição de palavras, tratarão de possibilitar a pertinência do cultivo ao conhecimento e sua contígua consequência – a reflexão, que acarreta, num fluxo contínuo, o reconhecimento à diversidade e o respeito à diferença. No tempo e no espaço.

    Serviço:

    O que: Abertura da Exposição Arqueologia em Questão: Percorrendo o Litoral Catarinense

    Quando: 29 de maio de 2014, às 19h.

    Onde: Sala de Exposição de Longa Duração do Pavilhão de Exposições Silvio Coelho dos Santos do Museu de Arqueologia e Etnologia – UFSC

    Campus Universitário Reitor João David Ferreira Lima, s/n – Trindade – Florianópolis – SC

    Quanto: Entrada franca

    Informações: 48 – 3721-9325

    e-mail: 


  • Conferência: As proletárias saint-simonianas e sua herança. Entre ocultação e (re)descoberta de seus itinerários e escritos

    Conferência: As proletárias saint-simonianas e sua herança. Entre ocultação e (re)descoberta de seus itinerários e escritos

     Christiane Veauvy

    (Maison des Sciences de l´Homme – Paris)

    14 de maio, às 14h30, na sala 10 do Departamento de História/UFSC

     

    Resumo: Saint Simon (Claude-Henri de Rouvroy, conde de Saint Simon, 1760-1825) foi, antes de mais nada, um homem de ação.  Muito original, sua obra exerceu uma grande influência no século XIX, notadamente através do movimento saint-simoniano. No entanto, foi objeto de um tal desconhecimento que a primeira  edição completa dos textos de Saint Simon data de 2012, pela Presses Universitárias de França (PUF, Paris). A ausência de definição única do saint-simonismo é um índice da pluralidade de questões que ele recobre (doutrina, laboratório de ideias, movimento complexo). A abordagem sobre esse movimento (1825-1870) tem como objetivo esclarecer em particular a emergência da “questão da mulher” (novembro de 1831).

    As “proletárias saint-simonianas” (denominação que as próprias mulheres do movimento se deram em 1832) foram objeto de um grande recalque ao longo do século XIX, em particilar Claire Demar, demonizada (a mulher livre como uma mulher-monstro). O primeiro estudo consagrado às saint-simonianas  – com ênfase naquelas que criaram o periódico La femme libre (1832-1834) foi publicado em 1926 por Marguerite Thibert, socióloga. Sua obra, ainda atual, se intitula O feminismo no socialismo francês de 1830 a 1850.

    Na conferência, se buscará:

    1)      Ressaltar, em uma perspectiva sociológica, a diversidade interna do grupo de proletárias saint-simonianas e os itinerários de cada uma delas, dentro das possibilidades de reconstituição desses itinerários hoje;

    2)      Apresentar a massa impressionante de escritos que elas nos legaram, a partir de duas ou três linhas diretrizes;

    3)      Propor uma leitura da modernidade de certos pontos de vista feministas, que impedem qualquer abordagem linear da história do feminismo – exemplo do risco de aceitar a ideologia do progresso na pesquisa interdisciplinar requerida pela herança das saint-simonianas.

     

    Christiane Veauvy é Pesquisadora Honorária do CNRS junto à Fundação Maison des Sciences de l´Homme (FMSH/Paris), doutora de Estado em Letras e Ciências Humanas e responsável atualmente pelo curso “Gênero, política, sexualidades(s). Oriente/Ocidente”, na FMSH). Tem uma vasta produção sobre as sociedades mediterrâneas, em particular sobre mulheres e feminismos nas sociedades mediterrâneas.


  • Aula inaugural da pós e da graduação em Antropologia, nesta quarta, discute o mal-estar no patrimônio

    O PPGAS e o Curso de Graduação em Antropologia da UFSC convidam para aula inaugural conjunta, com o Prof. Dr. José Reginaldo Gonçalves, “O mal-estar no patrimônio”, nesta quarta, 30 de abril, às 14h30, no miniauditório do CFH.
    José Reginaldo Gonçalves é doutor em Antropologia Cultural pela Universidade de Virginia, Charlottesville, Estados Unidos (1989). Mestre em Antropologia Social pelo PPGAS do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (1980). Graduado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1975). Pós-doutorado na Brown University, Providence, Rhode Island, Estados Unidos (2000). Visiting Scholar na Yale University, New Haven, Connecticut, Estados Unidos (2006) na condição de Professor Senior CAPES / FULBRIGHT (no MacMillan Center for International and Area Studies). Visiting Research Scholar no Graduate Center da City University of New York, Estados Unidos (2013). Professor / Pesquisador Associado IV do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia do IFCS da Universidade Federal do Rio de Janeiro; e do Departamento de Antropologia Cultural do IFCS / UFRJ. Pesquisador Associado do Programa Avançado de Cultura Contemporânea (PACC) da UFRJ. Organizador de A experiência etnográfica: antropologia e literatura no século XX(textos de James Clifford), Autor de: A alma das coisas: patrimônios, materialidade e ressonância, Antropologia dos objetos: coleções, museus e patrimônios, A retórica da perda: os discursos do patrimônio cultural no Brasil.