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Encontro Imagens da Cidade
4 de junho – segunda-feira
09:30h – 12h / 14h – 17h
Auditório do CED – Campus da UFSC
Apresentação de pesquisas da Rede Antropologia, Ambiente e Patrimônio
Memória ambiental – itinerários urbanos em áreas úmidas
Rafael Victorino Devos – UFSC
Cidade e Patrimônio. Formas de fazer a cidade
e formas de fazer na cidade.
Alicia Norma González de Castells – UFSC
Jeana Laura da Cunha Santos – UFSC
Natália Fonseca de Abreu Rangel – UFSC
Às margens da cidade: Outras imagens, paisagens e histórias de Manaus e suas águas.
Sérgio Ivan Gil Braga – UFAM / IPHAN
Rodrigo Pollari Rodrigues – UFAM / IPHAN
Um náufrago na cultura:
imagens da ascensão e da queda de um educador.
Matias Godio – Universidad Nacional de Tres de Febrero
Alex Vailati – UFSC
Imagem e memória da Orla do Guaíba em Porto Alegre.
Ana Paula Marcante Soares – UFRGS
Uso da Percepção Ambiental como Instrumento de Gestão: Atores Sociais do Entorno da Lagoa de Sombrio, Sul de Santa Catarina, Brasil.
Neres de Lourdes da Rosa Bitencourt – UDESC
Etnografia visual das formas de uso e práticas sociais de moradores do Igarapé de São Raimundo / Manaus
Márcia Regina Calderipe Farias Rufino – UFAM
Helen Oliveira – Uninorte/Laureate
viaAgenda.
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Encontro da Rede de Pesquisadores – Antropologia, Ambiente e Patrimônio – IBP
A Rede de Pesquisadores Antropologia, Ambiente e Patrimônio, do IBP, convida para o encontro dos seus pesquisadores, entre os dias 4 e 6 de junho de 2012, na UFSC. Esta rede é formada por professores dos Programas de Pós-Graduação da UFAM e da UFSC.
Ao longo desses dias acontecerão os eventos “Imagens da Cidade” e o “III Simpósio Pesca, Turismo e Meio Ambiente”. No encontro, além de palestrantes convidados, os pesquisadores da rede apresentarão suas pesquisas.
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Eventos no PPGAS-UFSC na semana do meio-ambiente
Durante a semana do meio ambiente deste ano, de 4 a 6 de junho de 2012, pesquisadores do INCT Brasil Plural estarão reunidos na UFSC para debater pesquisas sobre a temática ambiental, voltadas para as questões de patrimônio, ambiente urbano e conflitos de uso das margens de rios e mares do sul e norte do pais. De 4 a 5 de junho ocorre o encontro da rede de pesquisadores “Antropologia, Patrimônio e Ambiente – imagens da cidade”, seguido do “III Simpósio Pesca, Turismo e Meio Ambiente”. O encontro envolve a apresentação e o debate de pesquisas, a projeção de documentários etnográficos em vídeo e de sites de internet reunindo imagens de acervo sobre a temática.
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Colóquios João Pacheco de Oliveira
“Índios Misturados”, Educação, Ética e a Atuação do Antropólogo
PROGRAMAÇÃO (Ver abaixo os textos sugeridos para acompanhar os debates)
04/06 – 18h30min
Aula aberta – Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata atlântica:
A PEC 125 contra os direitos territoriais indígenas, quilombolas e ambientais
Local: Auditória da Reitoria
05/06 – 10h00min – Palestra:
“Índios Misturados” e a Presença Indígena no Nordeste
Local: Miniauditório CFH
11h30min – Lançamento do livro “A Presença Indígena no Nordeste”
Local: Saguão CFH
15h00min – Mesa-redonda:
Antropologia, Ética e a Regulamentação da Pesquisa
Participação: Ilka Boaventura Leite, Esther Jean Langdon e Miriam Grossi
Local: Miniauditório CFH
06/06 – 08h30min
Aula para os alunos da Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica
João Pacheco de Oliveira, professor titular de etnologia indígena do Museu Nacional (MN/UFRJ), é um dos antropólogos mais produtivos na construção de conhecimento sobre as sociedades indígenas em situações de intenso contato interétnico. “Capitão de longo curso”, como o chamou Roberto Cardoso de Oliveira ao destacar sua importância na moderna antropologia brasileira, João Pacheco é um extraordinário inovador da antropologia histórica, ao mesmo tempo o etnólogo que busca junto aos indígenas os elementos fundamentais de sua reflexão. Suas formulações teórico-conceituais de largo alcance cobrem várias de áreas de investigação, destacando etnicidades, etnologia indígena, emergências étnicas, relações interétnicas, práticas indigenistas estatais, ou a própria pesquisa antropológica. As preocupações com a relação entre ética, ciência e políticas de Estado o têm levado a produzir acuradas reflexões sobre o ofício do etnólogo e a responsabilidade social do cientista, além de participação ativa nos fóruns de representação da categoria, como a Associação Brasileira de Antropologia (ABA), da qual também foi presidente entre 1994-96, e por diversas vezes exercendo a função de coordenador da Comissão de Assuntos Indígenas. É esta sólida e engajada trajetória intelectual que João Pacheco de Oliveira estará trazendo à UFSC para uma série de eventos que inclui palestras, mesa-redonda, reunião com núcleos de pesquisa, e aulas com alunos indígenas do curso de Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica.
Textos de João Pacheco de Oliveira foram disponibilizados no xerox do CFH (pasta Colóquios João Pacheco de Oliveira):
— Uma Etnologia dos “índios misturados”: situação colonial, territorialização e fluxos culturais. In J.P de Oliveira (org.), A Viagem da Volta: Etnicidade, Política e Reelaboração Cultural no Nordeste Indígena. Rio de Janeiro: Contra Capa. 1999, pp. 11-36.
— O Ofício do Etnólogo e a Responsabilidade Social do Cientista. In Ensaios em Antropologia Histórica. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ. 1999, pp. 211-263.
— Instrumentos de bordo: expectativas e possibilidades de trabalho do antropólogo em laudos periciais. In J.P. de Oliveira (org.), Indigenismo e Territorialização: Poderes, rotinas e saberes coloniais no Brasil contemporâneo. Rio de Janeiro: Contra Capa. 1998, pp. 269-295.
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Exposição “Ticuna em dois tempos”
Reunindo peças Ticuna de dois Museus Universitários brasileiros, o Museu de Arqueologia e Etnologia Professor Oswaldo Rodrigues Cabral (MArquE) da UFSC e o Museu Amazônico da UFAM, e como parte de uma parceria da Rede de Museus do Instituto Nacional de Pesquisa Brasil Plural (INCT-IBP), foi inaugurada, dia 9 de maio no MarquE/UFSC a exposição Ticuna em dois tempos.
A exposição expõe pela primeira vez a coleção de objetos Ticuna reunidos pelo antropólogo Silvio Coelho dos Santos na década de 1960, além registros de campo, compostos por 135 diapositivos (slides) e dois diários produzidos pelo antropólogo catarinense em suas pesquisas de campo na Amazônia a partir de 1962 (um pouco mais dessa história no site da Agecom/UFSC : Clique aqui para ver a notícia. Do acervo do Museu Amazônico, são expostas 135 peças da coleção formada pelo artista plástico Jair Jacmont na década de 1970, que incluem esculturas, máscaras, bastões de ritmo entre outros objetos, coleção abrigada pelo Museu Amazônico desde 1994.
A exposição vai de 10 de maio a 25 de outubro de 2012, de segunda a sexta (fechado às terças), das 10h às 17h.
A Rede dos Museus do IBP busca articular pesquisas e atividades em torno das coleções etnográficas do Museu Amazônico da UFAM e do Museu de Arqueologia e Etnologia Professor Oswaldo Rodrigues Cabral (MArquE) da UFSC, explorando a riqueza das diferentes histórias e coleções dos dois museus e suas complementariedades, fomentando possibilidades de pesquisa e formas de visibilidade e divulgação desses acervos.
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Defesa de Dissertação: “De volta ao caos primordial: alteridade, diferenciação e adoecimento entre os Baniwa”
O Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFAM convida para a defesa de dissertação mestrado de João Jackson Bezerra Vianna, que acontece no dia 8 de maio, às 14hs, no PPGAS-UFAM. A dissertação entitulada “De volta ao caos primordial: alteridade, diferenciação e adoecimento entre os Baniwa”, terá como avaliadores os professores doutores Maria Luiza Garnelo, Gilton Mendes dos Santos e Esther Jean Langdon.
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Dra. Jean Langdon faz palestra no PPGAS/UFAM
A professora da UFSC, Dra. Esther Jean Langdon, coordenadora do IBP, fará a palestra “A viagem à casa das onças – narrativa e xamanismo”. O evento, que será no dia 7 de maio, às 19:00 h, no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (Rua Ferreira Pena, nº 386 – Centro), é uma realização do INCT Brasil Plural e Grupo de Pesquisa “Arte, Cultura e Sociedade” – PPGAS/UFAM.
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Exposição inaugural no MArquE
Após a recente inauguração de seu novo prédio, o Museu de Arqueologia e Etnologia Professor Oswaldo Rodrigues Cabral – MArquE – hospeda a primeira exposição. “Ticuna em dois tempos” mostra materiais do acervo do MArquE, recolhidos nos anos 1960 por Sílvio Coelho dos Santos, no alto Solimões (AM), e do Museu Amazônico, coletados por Jair Jacmont na cidade de Manaus, na década de 1970. Além dos objetos ticuna, entre os quais se destacam os ligados ao ritual da moça nova, estarão disponíveis ao público os registros feitos por Sílvio Coelho dos Santos sobre a viagem de campo às aldeias ticuna. Este é um projeto desenvolvido a partir da Rede de Museus do Instituto Brasil Plural.
A abertura da exposição “Ticuna em dois tempos” será no dia 9 de maio, às 19hs. Ela permanece no MArquE até 25 de outubro de 2012, quando será transferida para o Museu Amazônico, em Manaus.
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A presença indígena no contexto urbano
O antropólogo mexicano, professor visitante pelo PEV/CAPES/PPGAS/UFSC, Dr. Nicanor Rebolledo Recendiz, irá ministrar aula aberta amanhã – 24/4 – às 10:10hs na sala 611 do CED-UFSC. O tema da aula será a presença indígena no contexto urbano.
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Acervo Virtual Silvio Coelho dos Santos
O AVISC – Acervo Virtual Silvio Coelho dos Santos – é um acervo em hipermídia construído a partir do material acadêmico e de pesquisa etnográfica depositado no NEPI – Núcleo de Estudos de Povos Indígenas e no Museu de Arqueologia e Etnologia Professor Oswaldo Rodrigues Cabral (UFSC). Este acervo busca realizar um diálogo intercultural e plural com pesquisadores indígenas e não-indígenas, estando aberto para contribuições de ambos os lados. Inicialmente, divulga o acervo do antropólogo Silvio Coelho dos Santos.
O AVISC visa reconfigurar os recursos usuais do trabalho do antropólogo (textos, imagens, áudio, coleta de cultura material e outros) através das novas tecnologias digitais (na sua forma de hipermídia) na constituição de acervos e galerias de imagens virtuais. Esse movimento permite apostar no diálogo através de imagens, tendo em vista que as imagens e os dados de documentação se instauram como um campo de ação tanto dos antropólogos e museólogos quanto dos indígenas e demais pessoas retratadas nesses acervos. Um dialógo entre campos, tradições e comunidades diferentes. O projeto é realizado também em parceria com o Museu de Arqueologia e Etnologia Professor Oswaldo Rodrigues Cabral (UFSC) e o Museu Amazônico (UFAM), através do Instituto Brasil Plural (IBP).
Visite o blog: www.avisc.wordpress.com
(por Nádia Philippsen Fürbringer)
