Festa em Honra de Nossa Senhora dos Navegantes da Ilha da Culatra – Patrimônio Cultural Imaterial de Portugal

26/07/2021 14:48

A Festa em Honra de Nossa Senhora dos Navegantes da Ilha da Culatra acaba de ser inscrita no Inventário Nacional do Patrimônio Cultural Imaterial de Portugal. A pesquisadora do NAUI, Mariela Silveira, fez parte da equipe responsável pela pesquisa, instrução e submissão do pedido de registro.

A inscrição da «Festa em Honra de Nossa Senhora dos Navegantes – Ilha da Culatra» no INPCI – Inventário Nacional do Patrimônio Cultural Imaterial destaca importância de que se reveste esta manifestação do patrimônio cultural imaterial enquanto reflexo da identidade da comunidade envolvente e a sua profundidade histórica e evidente relação com outras práticas inerentes à comunidade.

Toda documentação atinente ao referido inventário pode ser acessada aqui.

 

MULHERES INDÍGENAS E PROTAGONISMO NO CAMPO DA SAÚDE. Mesa redonda. Fazendo Gênero 12

15/07/2021 13:54

Participantes:

– Elisa Urbano Ramos (indígena Pankararu, Mestre em Antropologia Social, coordenadora do departamento de mulheres da Articulação dos Povos Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espirito Santo/APOINME)

– Inara do Nascimento Tavares (indígena Sateré-Mawé, Mestre em Antropologia Social, doutoranda em Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade na UFRRJ, professora do Instituto Insikiran de Formação Superior Indígena da Universidade Federal de Roraima)

– Adriana Aparecida Belino Padilha de Biazi (indígena Kaingáng, Mestre em Antropologia Social, doutoranda em História na UFSC/bolsista CAPES, integra o Laboratório de História Indígena/LABHIN da UFSC)

Debatedoras:

– Joziléia Daniza Jagso Kaingang (indígena Kaingáng, Mestre em Antropologia Social, doutoranda em Antropologia Social na UFSC/bolsista CNPq, Editora na Revista Fag Tár – A Força Delas, Editora na publicação Vivências Diversas: uma coletânea de indígenas mulheres, Conselheira do Conselho Estadual dos Povos Indígenas/CEPIN-SC, Conselheira do Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville/MASJ) – é propositora de Simpósio Temático no FG12.

– Ana Lúcia Pontes (Doutora em Saúde Pública, pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca/Fiocruz, coordenadora do GT Saúde Indígena da ABRASCO)

Coordenadora: Eliana Elisabeth Diehl (Doutora em Saúde Pública, professora titular aposentada da UFSC, membra do Comitê Gestor do INCT Brasil Plural)

Nós, mulheres indígenas, sempre ocupamos um lugar central no campo da saúde, atuando não somente como mantenedoras e cuidadoras em nossas comunidades, mas também como especialistas tradicionais. A partir da Constituinte de 1988, mas de maneira evidente dos anos 2000 em diante, nossas vozes têm se levantado em defesa dos direitos indígenas, participando ativamente do movimento de garantia da Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas e de uma atenção diferenciada no Sistema Único de Saúde. O movimento indígena articulado, incluindo as mulheres indígenas, enfrenta desde o dia 01 de janeiro de 2019, especialmente, ataques sistemáticos aos seus povos e organizações, bem como às políticas públicas e a órgãos que atuam diretamente com e para os povos indígenas. A partir de março de 2020, a pandemia de Covid-19 provocou uma profunda crise sanitária mundial e no Brasil. No país, marcado por desigualdades sociais e econômicas, juntamente com a falta de coordenação e ação federal, o vírus encontrou um terreno propício para se disseminar, agravar e causar mortes (até março de 2021 foram mais de 300 mil pessoas a óbito). Os indígenas, mais uma vez, têm sido um dos segmentos mais afetados pela crise, obrigando-os não somente a se articularem nacional e internacionalmente, mas também buscarem formas próprias de enfrentamento local. Reuniões, manifestações e muitas articulações têm sido feitas em prol da defesa dos nossos direitos e conquistas, como a 1º Marcha Nacional das Mulheres Indígenas, realizada em Brasília em agosto de 2019, e a participação ativa das mulheres indígenas nas mobilizações frente à pandemia. Nesse cenário e considerando a importância de espaços como o Fazendo Gênero, esta mesa propõe a discussão de temas como movimentos de mulheres indígenas e feminismo, alimentação e segurança alimentar, mulheres especialistas em medicinas indígenas e redes de mulheres indígenas na saúde e educação, tendo o campo da saúde como eixo transversal do debate.

 

Documental What Moves Us?

06/07/2021 16:39

A Profa. Dra Deise Lucy Montardo (PPGAS/UFAM), pesquisadora do INCT Brasil Plural participou neste documental de Fernando Palacios que foi lançado o dia 1 de julho.

 

Vozes Vegetais: Agricultura contra o Estado. Conversa com Joana Cabral de Oliveira.

25/06/2021 09:56

Convidamos a todes para mais um evento da Semana de Interlúdio do Programa de Pós-graduação em Antropologia Social (PPGAS/UFSC):

Será transmitido pelo canal do PPGAS no Youtube, no dia 08/07 às 18:30. 
Link para a transmissão: https://youtu.be/SzuUcy2rrYQ

Joana Cabral de Oliveira é professora da Universidade Estadual de Campinas, Departamento de Antropologia, pesquisadora colaboradora do Centro de Estudos Ameríndios (USP), coordenadora do Laboratório de Estudos Pós-Disciplinares (USP) e membro do Centro de Estudos e Pesquisa em Etnologia (Unicamp). Desenvolve atividades indigenistas como assessora do Programa Wajãpi pelo Instituto de Pesquisa e Formação Indígena Iepé. Concentra suas pesquisas na área de etnologia indígena e antropologia da ciência, trafegando pelos diálogos entre a antropologia e biologia. Coordenadora do Programa de Antropologia Social da Unicamp (2019-2021).

CONGRESSO IUAES YUCATÁN 2021 “PATRIMÔNIO, INTERCONEXÕES GLOBAIS EM UM MUNDO POSSÍVEL”

07/06/2021 16:40

En el marco del Congreso IUAES, les invitamos a presentar ponencias en la Mesa de Trabajo “PATRIMONIO: LO LOCAL Y LO GLOBAL EN TIEMPOS DE PANDEMIA “

IMPORTANTE: Prazo para resumos em inglês 30 de junho de 2021  https://www.iuaes2021yucatan.org/registro-ponencias/  A língua franca do congresso será o inglês. Se um palestrante deseja apresentar seu trabalho em outro idioma, ele pode fazê-lo desde que simultaneamente projete uma apresentação visual (Power Point, Prezi, etc., etc.) em inglês para garantir a compreensão de todos os participantes do Congresso . Os organizadores não prestarão serviços de interpretação simultânea aos palestrantes. ”
Coordenadores:

Dra. Alicia Castells UFSC – IBP – Brasil  
Dra.  Mónica Rotman UBA- CONICET – Argentina    
Dr. José de Jesús Hernandez López Centro de Estudos de Geografia Humana – Universidade de Guadalajara- México The College of Michoacán – México  
Dra. Elizabeth Margarita Hernández López Universidade 
 de Guadalajara- México  

Resumen de la Mesa de Trabajo:

El campo patrimonial manifiesta ampliaciones, adjetivaciones, e intereses que se modifican periódicamente sin solución de continuidad; así como énfasis cambiantes a lo largo de las últimas décadas del siglo XX y el período transcurrido del primer cuarto del siglo XXI. Los procesos de patrimonialización se encuentran atravesados transversalmente por múltiples factores, producto de las dinámicas socio-políticas y económicas, consecuencia de las articulaciones entre lo global-lo regional y lo local. Concebimos que tales cuestiones, al ser aprehendidas considerando su inserción en marcos multidimensionales permiten plantear una geopolítica del patrimonio en la cual los países periféricos maniobran (en forma deliberada o impremeditada), frente a los intereses, políticas y prácticas hegemónicas de los países centrales (del centro-oeste de Europa, del este –Rusia-, EE.UU. y el gigante asiático –China-), lo cual no implica de ninguna manera una direccionalidad única y uniforme. En tal sentido, el contexto de toda problemática analizada forma parte de la producción de conocimiento; no es un factor externo (Krotz, 1993). En la actualidad, en los estudios sobre problemáticas patrimoniales, la vinculación localglobal constituye un tópico relevante (se aborda bien como aspecto nuclear o parte periférica del trabajo). Asimismo tal vinculación conforma un postulado central de productivos enfoques teórico-metodológicos (vg. la Economía Política). Nos interesa en esta Mesa abordar la articulación local-global en el campo patrimonial, en la actual situación de pandemia global (COVID 19).

Oficina internacional PERSPECTIVAS FEMINISTAS NA AMAZÔNIA INDÍGENA

07/06/2021 15:59

A Profa. Dra. Esther Jean Langdon (PPGAS-UFSC), Profa. Dra. Antonella Tasinari (PPGAS-UFSC) , a doutanda Jozileia Kaingang (PPGAS-UFSC), a doutoranda Bianca Hammerschmidt (PPGAS-UFSC), e a pós-doutoranda Juana Valentina Nieto (PPGAS-UFSC), todas pesquisadoras asociadas ao Instituto Brasil Plural participarão da oficina internacional Perspectivas Feministas na Amazônia Indígena.

Conversa com a Profa. Dra. Soraya Fleischer

26/05/2021 10:05

Na I Semana de Interlúdio do PPGAS/UFSC, que realizará no dia 1º de junho de 2021 às 18:30 a pesquisadora do INCT Brasil Plural e professora Soraya Fleischer (DAN UNB/Pós-doc PPGAS/UFSC) oferecerá a Conversa “Dando o sangue: Ciência em tempos de Zika”.

A transmissão será feita pelo canal do PPGAS no Youtube: https://youtu.be/Dac02u51XlI

O folder com o link e as informações do evento também estão no site do PPGAS: https://ppgas.posgrad.ufsc.br/2021/05/24/ciencia-em-tempos-de-zika-soraya-fleischer/

 

Artigo “Language documentation and revitalization among the Siona of the Putumayo, Colombia: the potential of digitization for the social life of ethnographic material”

19/05/2021 16:12

A coordenadora geral e Dra. Profa. Esther Jean Langdon publicou o artigo Language documentation and revitalization among the Siona of the Putumayo, Colombia: the potential of digitization for the social life of ethnographic material , no dossier Digital repatriation, indigenous reappropriations do volume 106-2 do  Journal de la Société des américanistes.

 

O jornal tem accecso online totalmente livre no site:  http://jsa.revues.org/