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DEFESA DE TESE: “Artisticidade, etnicidade e política no caribe colombiano”
20/12 – América Y. Larráin – Artisticidade, etnicidade e política no caribe colombiano: Uma etnografia dos Zenú e seus outros. 14h – Auditório do CFH
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA SOCIAL/UFSC
DEFESA DE TESE DE DOUTORADO
Doutoranda América Yanira Larráin Gonzalez (D)
Prof. Dr. Rafael José de Menezes Bastos (orientador)
Data: 20/12/2012
Horário: 14:00 h
Local: Auditório do CFH
Título da Tese: “Artisticidade, etnicidade e política no caribe colombiano: Uma etnografia dos Zenú e seus outros”
Banca Examinadora:
Profª. Drª. Andrea Lisset Peréz Fonseca (Universidad de Antioquia/Colombia)
Profª Drª Deise Lucy Montardo (UFAM/AM)
Profª. Drª. Maria Eugênia Dominguez (PPGAS/UFSC)
Prof. Dr. Marnio Teixeira Pinto (PPGAS/UFSC)
Prof. Dr. Gabriel Coutinho Barbosa (PPGAS/UFSC)
Profª. Drª. Vânia Zikán Cardoso (PPGAS/UFSC – suplente)
Profª. Drª. Evelyn Martina S. Zea (PPGAS/UFSC – suplente)
Profª Drª Tereza Franzoni (UDESC/SC- suplente)
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DEFESA DISSERTAÇÃO: A residência psiquiátrica no contexto da Reforma Psiquiátrica brasileira: uma abordagem etnográfica
20/12 – Marina Monteiro – A residência psiquiátrica no contexto da Reforma Psiquiátrica brasileira: uma abordagem etnográfica a partir de sujeitos envolvidos no programa de residência do Instituto de Psiquiatria de Santa Catarina (IPq/SC). 14h, Sala 111 do Departamento de Antropologia.
UFSC/PPGAS/TRANSES/IBP CONVIDAM DEFESA DE DISSERTAÇÃO DE MESTRADO
A residência psiquiátrica no contexto da Reforma Psiquiátrica brasileira: uma abordagem etnográfica a partir de sujeitos envolvidos no programa de residência do Instituto de Psiquiatria de Santa Catarina (IPq/SC)
Orientada pela Profa. Dra. Sônia Weidner Maluf
Banca:
Prof. Dr. Alberto Groisman (PPGAS/UFSC)
Profa. Dra. Ana Paula Müller de Andrade (Unipampa)
Profa. Dra. Sandra Noemi Cucurullo de Caponi (PPGICH/UFSC)
Prof. Dr. Theóphilos Rifiótis (PPGAS/UFSC) – suplente
Dia 20/12/12
Horário: 14h.
Local: Sala 111
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Cadernos NAUI estende prazo para submissão de artigos
A revista eletrônica Cadernos NAUI estende o prazo da chamada de artigos para o próximo número. Serão aceitos para avaliação textos acadêmicos resultados de pesquisas e investigações concluídas ou em andamento sobre o eixo temático dinâmicas urbanas e patrimônio cultural, bem como resenhas de livros recentes publicados nessa temática.Os autores interessados em submeter trabalhos devem encaminhá-los até o dia 31 de janeiro de 2013 para o seguinte e-mail:
. As diretrizes para os autores estão disponíveis no site da revista http://naui.ufsc.br/cadernos-naui/boletim-naui. Vale ressaltar que o NAUI recebe artigos, resenhas e entrevistas em fluxo contínuo. -
“Cosmociência dos Guarani” será transmitido on line
A organização do seminário A cosmociência dos Guarani, Mbya e Kaiowa e o reconhecimento acadêmico de seus intelectuais, que acontece em Belo Horizonte, nos dias 11 e 12 de dezembro, informa que será possível assistir às discussões com transmissão ao vivo pela internet, nos seguintes canais:
http://www.ustream.tv/channel/seminarioguarani e /ou http://www.youtube.com/user/44festivaldeinverno.
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CICLO DE CINEMA TRÂNSITOS CONTEMPORÂNEOS
12 de dezembro, “Mulheres da Terra”, documentário de Adriane Canan e Márcia paraíso, no Ciclo de Cinema Trânsitos Contemporâneos.
Às 14h, no auditório do Centro de Ciências da Educação da UFSC.
TRANSES – Núcleo de Antropologia do Contemporâneo/PPGAS/UFSC convida:
Ciclo de Cinema e Debates Trânsitos Contemporâneos
Mulheres da Terra
(de Marcia Paraíso e Adriane Canan, 2010)
Participação das autoras e debate com a
antropóloga Rose Gerber (doutoranda PPGAS/UFSC)
O documentário Mulheres da Terra revela a relação de mulheres do oeste catarinense com a terra e suas sementes. Filmado no interior dos municípios de Marema, Mondaí, São Miguel do Oeste, Chapecó, Anchieta e Palmitos, Mulheres da Terra apresenta as histórias de Joana, Edel, Lourdes, Rosalina, Zenaide e Teresinha. Desvendando o sonho de um futuro que garanta a biodiversidade, todas as mulheres entrevistadas fazem parte do Movimento de Mulheres Camponesas de Santa Catarina, que tem o Projeto de Produção, Recuperação e Melhoramento de Sementes Crioulas como um de seus pilares de luta.
12 de dezembro – quarta-feira – 14h00 – CineCED
(Auditório do Centro de Educação)
O Ciclo de Cinema e Debates Trânsitos Contemporâneos é uma realização do Núcleo de Antropologia do Contemporâneo (TRANSES), da UFSC, e tem como objetivo abrir um espaço de diálogo crítico sobre questões do tempo presente a partir da exibição de filmes e posterior debate entre comentadores convidados e a plateia. Outras informações:

Ficha técnica:
MULHERES DA TERRA
ROTEIRO E PESQUISA: Marcia Paraiso e Adriane Canan
DIREÇÃO: Marcia Paraiso
DIRETORA ASSISTENTE: Adriane Canan
DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA: Anderson Capuano e Kike Kreuger
ASSISTENTE DE CÂMERA: Grilo Britto
PRODUÇÃO: William Martins
SOM DIRETO: Grilo Britto
PRODUTORA: Plural Filmes
TRILHA MUSICAL ORIGINAL: Conrado Pêra
MONTAGEM: Bernardo Garcia e Marcia Paraiso
EDIÇÃO E FINALIZAÇÃO: Bernardo Garcia
Exibido no programa SANTA CATARINA EM CENA, da RBS TV, em 2010.
DURAÇÃO: 25 minutos
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“A cosmociência dos Guarani, Mbya e Kaiowa e o reconhecimento acadêmico de seus intelectuais”
Apresentação
Os estudos sobre os saberes dos povos indígenas constituem-se, hoje, em campo de crescente interesse na universidade, por vários motivos. Em primeiro lugar, suas práticas e visões de mundo podem se tornar nossos aliados neste momento em que a humanidade questiona o atual modelo de desenvolvimento econômico, que aprofunda a desigualdade social, devasta os recursos naturais e compromete irreparavelmente os espaços que habitamos e os modos de viver que eles abrigam. Conhecer os saberes indígenas e aprender com eles tornou-se, portanto, algo decisivo para a sobrevivência das nossas sociedades, em busca da chamada sustentabilidade. Tradicionalmente objetos de atenção da Antropologia, os conhecimentos indígenas, em suas múltiplas manifestações, hoje despertam interesse de áreas como a Linguística, a Geografia, a História, a Biologia, a Música, a Literatura e várias outras. Em particular, há um feixe de conhecimentos ligados ao xamanismo que envolve domínios tão distintos como a agricultura, os hábitos dos animais, a medicina, a botânica etc.
Igualmente importante é o fato de que a Constituição de 1988 lançou ao país o desafio de construir uma cidadania capaz de incluir, respeitar e preservar as diferenças étnicas e a diversidade cultural. Lembremos que a lei 11.645 de 2008 já indica que o ensino das culturas e histórias indígenas deve ser efetivamente integrado aos currículos escolares. Só o maior conhecimento sobre as culturas indígenas trará o devido, necessário e urgente respeito a esses povos, tão importantes na formação da nossa nacionalidade, mas dela excluídos pela violência e pelo preconceito.
Dentre os povos indígenas do país, os de línguas da família tupi-guarani se destacam não só pelo número de falantes, mas também por sua ampla distribuição no território. Particularmente, somados, os grupos falantes de guarani do litoral do Sudeste e do Sul (dialetos mbyá e nhandeva) e os do Mato Grosso do Sul (dialetos kaiowá e nhandeva) chegam a mais de 50 mil pessoas, constituindo o maior grupo indígena do país. Os Guarani têm, ainda, outra peculiaridade: estão concentrados no Centro-Sul do país, sendo, provavelmente, o grupo indígena que guarda maior proximidade com nossos maiores centros urbanos. Finalmente, possuem uma trajetória ligada a acontecimentos significativos de nossa história – alguns deles, catastróficos, pela destruição que trouxeram – como a exploração do Rio da Prata, as missões jesuíticas, a fundação e o crescimento de São Paulo, as bandeiras paulistas, a Guerra do Paraguai, a Marcha para o Oeste, a construção de Itaipu etc.
Segundo as palavras dos próprios Guarani, é a prática do conhecimento dos seus intelectuais, estas figuras eminentes que denominamos “rezadores”, que sustenta e viabiliza a vida desses povos na terra. Tais especialistas, verdadeiros intelectuais, que assumem funções centrais nestas sociedades, são, a um só tempo, grandes filósofos, historiadores, curadores e mantenedores do equilíbrio social, cosmológico e ambiental dentro de seus grupos.
11 e 12 de dezembro, em Belo Horizonte.
LOCAL: UFMG – Conservatório (Avenida Afonso Pena, 1534, Centro. Belo Horizonte-MG)
Programação
11/12
10h: Abertura
Cerimônia realizada pelos especialistas Guarani, Mbya e Kaiowa.
Palavras de acolhimento e abertura do seminário:
José Carlos Levinho, Museu do Índio-Funai | Efigênia Ferreira e Ferreira, Reitoria da UFMG | Ana Gita de Oliveira, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional-IPHAN | Deborah Lima, Departamento de Sociologia e Antropologia da UFMG | Nádia Heusi Silveira, FUNAI | César Guimarães, Festival de Inverno da UFMG | Tonico Benites, Aty Guasu, PPGAS Museu Nacional UFRJ, Dourados, MS.
14h: Ñande ypy. Origem do mundo.
Ñande ypy é um conceito guarani que inclui a origem dos seres e todas as coisas. Todos os suportes e estruturas do mundo são vinculados a estas origens.
Palestrantes Guarani, Mbya e Kaiowá:
Atanásio Teixeira, aldeia Limão-Verde, Amambai, MS | Pedro Gonçalves Tapari, aldeia Arroio Kora, Paranhos, MS | Salvadora Chamorro, aldeia Ypo’i, Paranhos, MS | Leonel Lopes, aldeia Kurusu Amba, Coronel Sapucaia, MS |
Talcira Gomes, aldeia Itapuã, Viamão, RS
Mediação: Deise Lucy Montardo (UFAM e Instituto Brasil Plural)
20h: Tava, a casa de pedra. Filme de Ariel Ortega, Ernesto de Carvalho, Patricia Ferreira, Vincent Carelli, Pernambuco, 2012, 78′.
Apresentação de Ariel Ortega e Patrícia Ferreira, aldeia Koenju, RS
12/12
9h: Ore ava reko e ore rekoha. Nosso modo de ser e de viver no tempo-espaço.
Os comportamentos são para os povos guarani, kaiowa e mbya, modos de existência indispensáveis, que significam estar em boa relação com os seres visíveis e invisíveis. Garantir a existência harmoniosa e equilibrada no tempo-espaço é o trabalho constante dos seus xamãs e intelectuais.
Palestrantes Guarani, Mbya e Kaiowá:
Getulio Juca, aldeia Jaguapiru, Dourados, MS | Alda Silva, aldeia Jaguapiru, Dourados, MS |Rosalino Ortiz, aldeia Yvy Katu, Japorã, MS | Valério Vera Gonçalves, aldeia Panambi, Douradina, MS |Ângela Lopez Ramirez , aldeia Koenju, RS
Mediação: Nádia Heusi Silveira
14h: Ore Aty Guasu, jeroky, tekorã. Palavras de ação.
A recepção, a transmissão e o consenso das palavras orientam as ações. Estar na terra e lutar pela terra é uma forma de ser solidário a ela, pois ela está sofrendo, assim como as pessoas. É uma forma de ajuda mútua, de reciprocidade com ypy. Com que tipos de atos e instrumentos é possível fazer este trabalho cotidiano que pertence aos intelectuais, xamãs e pensadores indígenas?
Palestrantes Guarani, Mbya e Kaiowá:
Eliseu Lopes, aldeia Kurusu Amba, Coronel Sapucaia, MS | Atanásio Teixeira, aldeia Limão-Verde, Amambai, MS | Jorge Oliveira Gonçalves, aldeia Potrero Guasu, Paranhos, MS | Pedro Gonçalves Tapari, aldeia Arroio Kora, Paranhos, MS | Alcindo Wera Moreira aldeia M’Biguaçu, Florianópolis, SCMediação: Luciane Ouriques Ferrara
18h: Encerramento: Homenagem póstuma aos intelectuais Guarani, Mbya e Kaiowa
Oradores:
Dionisio Gonçalves, aldeia Arroio Kora, Paranhos, MS | Fernando Gonçalves, aldeia Ypo’i, Paranhos, MS | Lide Solano Lopes, aldeia Pyelito Kue, Iguatemi, MS | Valmir Gonçalves Cabreira, aldeia Guaiviry, Ponta Porã, MS |Crecencia Flores, aldeia Guaiviry, Ponta Porã, MS
Intelectuais e líderes políticos homenageados
Marçal de Souza Tupã’i | Pancho Romero | Samuel Martins |Marcos Veron | Dorvalino Rocha | Dorival Benites | Xurite Lopes | Ortiz Lopes | Rolindo Vera | Genivaldo Vera | Nísio Gomes | Osmair Fernandes | José Barbosa de Almeida (Zezinho) | Rosalino Solano Lopes | Eduardo Pires | Paulito Aquino | Delosanto Centurion | Lázaro Morel | Lauro Concianza | Teodoro Ricarde | Amilton Lopes | Osvaldo Lopes | Adelio Rodrigues | Francisco Benites Romeiro | Rosalino Ximenes | Tomazia Vargas | Dom Quitito Vilhalva | Mario Vera | Mario Turiba | Ilario CarioFelix Pires
Tradutores: Tonico Benites, Dourados, Museu Nacional, UFRJ | Izaque João, aldeia Panambi, Douradina, MS | Oriel Benites, aldeia Limão Verde, Amambai, MS | Genito Gomes, aldeia Guaiviry, Ponta Porã, MS | Geraldo Moreira, aldeia M’Biguaçu, SC | Vherá Poty Benites, aldeia Itapuã, Viamão, RS
Participantes
Convidados rezadores ñanderu Guarani, Mbya e Kaiowa e pesquisadores indígenas de Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Rio Grande do Sul
Tonico Benites, antropólogo, UFRJ, Museu Nacional, Dourados, MS
Atanásio Teixeira, aldeia Limão-Verde, Amambai, MS
Jorge Oliveira Gonçalves, aldeia Potrero Guasu, Paranhos, MS
Pedro Gonçalves Tapari, aldeia Arroio Kora, Paranhos, MS
Dionisio Gonçalves, aldeia Arroio Kora, Paranhos, MS
Salvadora Chamorro, aldeia Ypo’i, Paranhos, MS
Fernando Gonçalves, aldeia Ypo’i, Paranhos, MS
Lide Solano Lopes, aldeia Pyelito Kue, Iguatemi, MS
Leonel Lopes, aldeia Kurusu Amba, Coronel Sapucaia, MS
Getulio Juca, aldeia Jaguapiru, Dourados, MS
Alda Silva, aldeia Jaguapiru, Dourados, MS
Valmir Gonçalves Cabreira, aldeia Guaiviry, Ponta Porã, MSCrecencia Flores, aldeia Guaiviry, Ponta Porã, MS
Genito Gomes, aldeia Guaiviry, Ponta Porã, MS
Izaque João, aldeia Panambi, Douradina, MSKarlene Pires, Dourados, MS
Eliseu Lopes, aldeia Kurusu Amba, Coronel Sapucaia, MSRosalino Ortiz , aldeia Yvy Katu, Japorã, MS
Valério Vera Gonçalves, aldeia Panambi, Douradina, MS
Oriel Benites, aldeia Limão Verde, Amambai, MS
Vherá Poty Benites, aldeia Itapuã, Viamão, RS
Talcira Gomes, aldeia Itapuã, Viamão, RS
Ariel Ortega, aldeia Koenju, RS
Patrícia Ferreira, aldeia Koenju, RS
Ângela Lopez Ramirez , aldeia Koenju, RS
Geraldo Moreira, aldeia M’Biguaçu, SC
Rosa Mariani Cavalheiro, aldeia M’Biguaçu, SC
Alcindo Wera Moreira Aldeia M’Biguaçu, Florianópolis, SC
Realização
Museu do Ìndio-Funai e UFMG
e
Festival de Inverno da UFMG
Departamento de Antropologia-UFMG
Departamento de Educação e Escola de Música-UFMG
Diretoria de Ação Cultural-UFMG
Faculdade de Educação-UFMG
INCT Brasil Plural-CNPq
INCT de Inclusão no Ensino Superior e na Pesquisa-CNPq
Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional-UFRJ
Programa de Pós-Graduação em Comunicação-UFMG
Comissão Organizadora
Tonico Benites, PPGAS, Museu Nacional, UFRJ
Rosângela Pereira de Tugny, Escola de Música da UFMG,
César Guimarães, Festival de Inverno, Fafich, UFMG
Luciana Oliveira, Festival de Inverno, Fafich, UFMG
Alexander Noronha, Museu do Índio, Funai
André Brasil, Fafich, UFMG
Equipe de apoio: Bernard Belisário (PPGCOM-UFMG), Verônica Gomes (DAC), Arthur Cornélio (Escola de Música-UFMG), Sofia Cupertino (DCS-UFMG), Pedro Marques (Direito-UFMG) e Érico Machado (Direito-UFMG), Roberto Romero (Antropologia-UFMG), Poliane Janine (Direito-UFMG), Bárbara Viggiano (Escola de Música-UFMG), Pedro Andrade (Comissão de direitos humanos da OAB), Hanna Serrat (DCS – UFMG), Leonardo Ruas (DCS – UFMG), Gabriela Fonseca (DCS-UFMG)
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Pesquisador do IBP apresenta documentário na França
O professor Rafael Victorino Devos, do Departamento de Antropologia e PPGAS/UFSC), pesquisador do Instituto Brasil Plural, apresentará o documentário “Os seres da mata e sua vida como pessoas” no Institute des Amériques (http://www.institutdesameriques.fr), Paris, durante o Séminaire d’Anthropologie Américaniste no dia 7 de dezembro de 2012.
O filme foi o vencedor do Prêmio Pierre Verger de melhor filme etnográfico, durante a 28a Reunião Brasileira de Antropologia, em São Paulo, julho de 2012.
O SÉMINAIRE d’ANTHROPOLOGIE AMÉRICANISTE 2012-2013 é organizado pelo Centre EREA – LESC – CNRS (Centre enseignement et recherche en ethnologie amérindienne, do Laboratoire d’ethnologie et de sociologie comparative – CNRS), pelo Laboratoire d’anthropologie sociale e pelo CERMA (Mondes américains : sociétés, circulations, pouvoirs, xv-xxie siècles).
Rafael Victorino Devos é professor do Departamento de Antropologia e do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social. Coordena através do IBP uma rede de pesquisadores que trabalham com os temas de patrimônio cultural, antropologia visual, antropologia urbana e meio ambiente.
Sinopse do filme
Nhandé va’e kue meme’´ĩ (Os seres da mata e sua vida como pessoas)
(Mini DV / NTSC / 27min – Porto Alegre – Brasil) https://vimeo.com/16341930
“Essa câmera vai funcionar como um olho e o ouvido de todos que estão atrás dessa câmera, ela vai ser uma criança que vai estar escutando a fala dos meus avós”. Assim o jovem cacique Vherá Poty apresenta as imagens dos “bichinhos” e as narrativas mito-poéticas dos velhos em torno dos modos de criar, fazer e viver a cultura guarani, expressos na confecção de colares, no trançado das cestarias e na produção de esculturas em madeira dos seres da mata: onças, pássaros e outros “parentes”.
Produzido no contexto do Projeto Documentário Cultura Material dos Coletivos Indígenas na Bacia Hidrográfica do Lago Guaíba / Porto Alegre – 2010. Coordenação de Luiz Fernando Caldas Fagundes – Núcleo de Políticas Públicas para os Povos Indígenas – Sec. Direitos Humanos – Prefeitura de Porto Alegre.
- Vencedor do prêmio Pierre Verger de Melhor filme etnográfico – Reunião Brasileira de Antropologia – São Paulo – 05 de julho de 2012
- Vencedor do prêmio de melhor filme etnográfico no I Festival Théo Brandão de Fotografias e Filmes Etnográficos – Maceió- Alagoas – 15/04/2011
- Selecionado para a 15a. Mostra do filme etnográfico – Rio de Janeiro – 16 a 24 de novembro de 2011
Ficha técnica do filme:
Direção: Rafael Victorino Devos
Roteiro: Ana Luiza Carvalho da Rocha, Rafael Devos e Vherá Poty.
Etnografia Visual: Rafael Devos.
Etnografia Sonora: Viviane Vedana.
Edição: Rafael Devos e Viviane Vedana.
Tradução Mbyá-Português: Vherá Poty.
Produção Executiva: Anelise Gutterres.
Assistente de Produção: Inara Moraes
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SEPEX mostra a produção da UFSC
De 21 a 24 de novembro – A Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFSC (Sepex), na sua 11ª edição, é o maior evento de divulgação científica de Santa Catarina. A visita aos estandes pode ser feita de 21 à 24 de novembro. De quarta a sexta-feira, das 9h às 19h, e no sábado, das 9h às 13h. Desde 2000 o encontro reúne trabalhos desenvolvidos na Universidade em uma mostra científica aberta ao público, no campus da Trindade, em Florianópolis (SC). Todas as atividades são gratuitas e abertas à comunidade. Veja a programação completa do evento em www.sepex.ufsc.br
O evento tem aproximadamente 200 estandes com projetos nas áreas de comunicação, cultura, educação, tecnologia, ambiente, trabalho, direitos humanos e saúde. O público que visita o pavilhão da SEPEX soma mais de 50 mil pessoas. Durante a semana, também realizados minicursos abertos à comunidade, palestras e eventos paralelos, como o Seminário de Iniciação Científica.

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Cidades em perspectiva: um estudo sócio-espacial sobre as cidades de Manaus e Montevidéu
13 de novembro – Apresentação dos avanços da pesquisa do Projeto 018/2010 Cidades em perspectiva: um estudo sócio-espacial sobre as cidades de Manaus e Montevidéu.Programa Cooperação Internacional Coordenação SUL-SUL, CAPES – UDELAR. O evento acontece na Faculdade de Ciências Sociais da Universidad de La República, na cidade de Montevidéu – Uruguay.Palestrantes: Carlos Pellegrino/ Nicolás Guigou/ José Basini/ Raimundo Nonato P da Silva/ Sebastián Aguiar/ Victoria Evia.
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Palestra “Instrumentos de ciência regulatória”
8 de novembro: O IRIS – Instituto de Pesquisa em Riscos e Sustentabilidade – promove no próximo dia 8, das 14h30min às 16h, no miniauditório do CFH, palestra em inglês sobre “Instrumentos de ciência regulatória: as transformações no contexto europeu relacionadas a novas controvérsias”, com Catherine Fallon, professora de Políticas Públicas da Université de Liége, Bélgica. O apoio é do Programa de Pós-graduação em Sociologia Política e Programa de Doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas da UFSC. Informações: 3721-8631, www.iris.ufsc.br.
