INCT BRASIL PLURAL
  • Museu em Curso: palestra sobre acervos e exposições arqueológicas

    Formação e discussão sobre temas relativos aos museus. Este é o objetivo do projeto “Museu em Curso”, uma realização da Secretaria de Cultura e do Museu de Arqueologia e Etnologia – UFSC. A cada mês, é realizada uma palestra voltada para as diversas áreas da teoria e da prática museológica.

    A edição do mês de junho ocorrerá no dia 27 das 16h às 18h, no auditório do Museu de Arqueologia e Etnologia. Os ministrantes serão os Drª em Antropologia Juliana Salles Machado e com o Prof. Dr. em Arqueologia Lucas Bueno na mesa redonda “Acervos e exposições arqueológicas”.

    Juliana Salles Machado é doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional – UFRJ e Lucas Bueno é professor do Departamento de História – UFSC e Doutor em Arqueologia pelo Museu de Arqueologia e Etnologia – USP.

     
    O quê: Museu em curso, palestra com Juliana Salles Machado e Lucas Bueno
    Quando: 27 de junho de 2013, das 16h às 18h.
    Onde: Auditório do Museu de Arqueologia e Etnologia – UFSC
    Campus Universitário Reitor João David Ferreira Lima, s/n – Trindade – Florianópolis – SC
    Quanto: Entrada franca
    Informações: 48 3721-8604 ou 9325
    e-mail:
    Serão fornecidos certificados

  • Palestra discute a profissão e a pesquisa antropológicas

    O antropólogo Henyo Barreto Filho, do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), e a presidente da Associação Brasileira de Antropologia (ABA), Carmen Rial participam, na próxima quinta-feira, da palestra A Regulamentação da Profissão e da Pesquisa Antropológica: quais são os desafios a enfrentar? Com apoio do Instituto Brasil Plural, da ABA, do Departamento e da Coordenação de Antropologia, do PPGAS/UFSC, do NAVI e do NEPI, o encontro vai colocar em questão muitas das demandas encontradas pelos antropólogos no cenário atual brasileiro.

    QUANDO: 20 de junho, às 16h30 (NOVO HORÁRIO)

    LOCAL: Auditório do Museu de Arquelogia e Etnologia (MarquE/UFSC)


  • UFSC sedia seminário nacional sobre licenciaturas indígenas

    Docentes e discentes dos cursos Licenciatura Intercultural Indígena das Universidades Federais de Roraima, Amazonas, Amapá, Minas Gerais, Pernambuco, Grande Dourados e Mato Grosso do Sul participam do Seminário sobre Licenciaturas Interculturais Indígenas em Universidades Federais Brasileiras: Contextos e Perspectivas. O seminário é organizado pela Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica e acontecerá nos dias 28 e 29 de maio, no auditório da Reitoria da UFSC. Entre os temas debatidos estão a conjuntura das Licenciaturas Interculturais Indígenas no Brasil, sua composição e matrizes curriculares a espelhar as especificidades étnicas, sua articulação político-pedagógica, seu processo de institucionalização, regularização e consolidação, a diversidade de atuações dos egressos .

    No cenário da Formação Superior Indígena no Brasil temos, entre outros avanços, os cursos Licenciatura Intercultural Indígena, totalizando atualmente cerca de trinta. No entanto, cada curso tem suas especificidades, dadas as realidades socioculturais, sociolinguísticas, fundiárias, ambientais, contextos comunitários, interlocutores e demandas distintas que vigoram.

    Na UFSC, a Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica iniciou em fevereiro de 2011, com conclusão prevista para março de 2015. Tem três turmas – Guarani, Kaingang e Xokleng/Laklãnõ, com alunos de comunidades localizadas nas regiões sul, sudeste e centro-oeste do país. O curso tem como eixo norteador a temática “Territórios Indígenas: Questão Fundiária e Ambiental no Bioma Mata Atlântica”.

    O evento é uma das atividades acadêmico-científico-culturais (AACC) do curso e ocorrerá durante a décima etapa intensiva, e deverá contar com a presença de acadêmicos, docentes, lideranças indígenas, instituições parceiras, entre outros atores que compartilham experiências afins.

    Telefones para contato: 3721-4879 e 3721-2600 – Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica/Departamento de História/CFH.

    Quando e onde: dias 28 e 29 de maio, no auditório da Reitoria


  • Antropólogo tukano fala sobre “formação e transformação de coletivos indígenas do noroeste amazônico

    Na próxima quarta-feira, o antropólogo João Rivelino Rezende, mestre pelo PPGAS/UFAM, vai falar sobre sua dissertação “Formação e Transformação de coletivos indígenas do noroeste amazônico: do mito à sociologia das comunidades”. A atividade é coordenada pelo Núcleo de Pesquisa em Fundamentos de Antropologia A-funda, com o apoio do IBP e do PPGAS/UFSC.

     

    Programa de Pós em Antropologia Social/PPGAS, Instituto Brasil Plural/IBP e Núcleo de Pesquisa em Fundamentos da Antropologia/A-funda convidam para:

    Apresentação e conversa com antropólogo indígena

    João Rivelino Rezende (PPGAS/UFAM) sobre sua dissertação

     

     “Formação e Transformação de coletivos indígenas do noroeste amazônico: do mito à sociologia das comunidades” 

     

    Data: quarta-feira, 29 de maio de 2013, às 14:00.

     

    Local: sala 03/Depto Antropologia/CFH.


  • “Expedição Purus” tem relatório apresentado pelo NEAI

    O Núcleo de Estudos da Amazônia Indígena (NEAI/PPGAS/UFAM) acaba de divulgar o “Relatório Final Expedição Purus 2012”. O trabalho reuniu pesquisadores em torno de projetos coletivos. Um desses projetos é o “Sistemas Produtivos no Médio Purus“, integrante da rede de pesquisa (Política e redes) x (Heterogêneas e comparadas) e coordenado pelo professor Gilton Mendes dos Santos com apoio do Instituto Brasil Plural (IBP) e financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM) e CNPq.

    De acordo com a apresentação do relatório: “A somatória de todos estes interesses de estudos e pesquisas sobre os povos indígenas do Purus, levados adiante pelo NEAI, estimulou a formação de uma viagem mais abrangente (expedição) de cunho exploratório, de modo a envolver outros jovens pesquisadores, abordando diferentes temas de interesses do núcleo, sendo todos tributários dos referidos projetos coletivos. A expedição envolveu objetivos que se cruzaram e se complementaram – indo dos sistemas produtivos, como a coleta de castanha e os roçados de mandioca, passando pelo estudo das especificidades da vivência de algumas populações indígenas do rio, até um levantamento sobre a documentação histórica com vistas ao entendimento do avanço das frentes extrativistas na região”.

    CONHEÇA O RELATÓRIO


  • Seminário reúne pesquisadores da UFAM e da UFSC em torno da Etnologia Ameríndia


  • Pesquisa sobre mulheres pescadoras será defendida na UFSC, na próxima quinta

    A pesquisa de doutorado em Antropologia de Rose Mary Gerber foi apoiada pelo Brasil Plural e tem como título “Mulheres e o Mar: Uma etnografia sobre pescadoras embarcadas na pesca artesanal no Litoral de Santa Catarina, Brasil”. A autora acompanhou pescadoras embarcadas e em outras atividades envolvendo a pesca e seu trabalho “diz respeito a questões sobre reconhecimento e (in)visibilidade de mulheres na pesca, observando que em meio aos constantes (a)sujeitamentos, elas vêm se construindo como sujeitos, pescadoras, em que o riso, o bom humor e a jocosidade são táticas de sobrevivência e de duração“.

     

    MULHERES E O MAR:

    Uma etnografia sobre pescadoras embarcadas na pesca artesanal no Litoral de Santa Catarina, Brasil

    Doutoranda: Rose Mary Gerber

    Data Defesa: 09 de maio de 2013, 14 horas, Sala 110 PPGAS/CFH/UFSC

    Banca Examinadora:

    Profª Dra. Sônia Weidner Maluf – PPGAS/UFSC (Orientadora)

    Profª Dra Soraya Fleischer – PPGAS/UnB

    Profª Dra Cristiani Bereta da Silva – PPH/UDESC

    Profª Dra. Miriam Hartung – PPGAS/UFSC

    Profº Dr. Rafael José de Menezes Bastos – PPGAS/UFSC

    Profº Dr. Rafael Devos – PPGAS/UFSC

    Suplentes:

    Profª Dra. Carmen Suzana Tornquist (UDESC)

    Profª Dra. Maria Regina Lisboa (UFSC)

    Resumo: Esta é uma tese sobre pescadoras embarcadas na pesca artesanal no Litoral de Santa Catarina, Sul do Brasil. Afirmar que estas mulheres atuam como embarcadas na pesca artesanal implica dizer que trabalham em embarcações pequenas, entre três e nove metros de comprimento, se deslocando ao mar e retornando à terra diariamente em períodos que oscilam de três a dezesseis horas. Diferenças que compõem os saberes-fazeres da denominada pesca artesanal em que as pescadoras se deparam com elementos agentes que interferem diretamente o cotidiano da pesca e a sua relação com o mar, fonte de renda, mas também de fuga e terapia. Emergem, no decorrer da tese, questões relacionadas às suas vidas, como o aprendizado e o trabalho, o gosto pela pesca, corpos e corporalidade, a circularidade entre diferentes saberes na relação entre pescadoras e extensão rural. O fulcro da tese diz respeito a questões sobre reconhecimento e (in)visibilidade de mulheres na pesca, observando que em meio aos constantes (a)sujeitamentos, elas vêm se construindo como sujeitos, pescadoras, em que o riso, o bom humor e a jocosidade são táticas de sobrevivência e de duração.

    Palavras-chave: pescadoras; pesca artesanal; corpos; sujeitos; (in)visibilidade.



  • CICLO DE CINEMA TRÂNSITOS CONTEMPORÂNEOS

    10 de maio – Trânsitos Contemporâneos apresenta “O CELULOIDE SECRETO”. Sexta-feira – 14h30 – Sala 110 (Depto Antropologia)

    TRANSES – Núcleo de Antropologia do Contemporâneo/PPGAS/UFSC convida:

    Ciclo de Cinema e Debates Trânsitos Contemporâneos

    apresenta

    O celuloide secreto

    (de Rob Epstein & Jeffrey Friedman, documentário, FRA/UK/EUA/ALE, 102’, 1995)

    O documentário entrevista vários homens e mulheres conectados à indústria cinematográfica de Hollywood para comentar várias passagens nos filmes e suas próprias experiências pessoais em como lidar e atuar com e como personagens LGBT. Dos personagens afetados à censura do Código de Produção de Hollywood, também conhecido como Código Hays, dos personagens implicitamente homossexuais, dos cruéis estereótipos aos progressos conquistados na década de 1990.

    O Ciclo de Cinema e Debates Trânsitos Contemporâneos é uma realização do Núcleo de Antropologia do Contemporâneo (TRANSES), da UFSC, e tem como objetivo abrir um espaço de diálogo crítico sobre questões do tempo presente a partir da exibição de filmes e posterior debate entre comentadores convidados e a plateia. Outras informações: , ,


  • DEFESA DE DISSERTAÇÃO: “Morte pela própria mão”

    29 DE ABRIL, 14H. Tania Solar defende a dissertação “Morte pela própria mão”, sobre o suicídio entre os Mapuche Pewenche do Chile.

    Local: sala 110 do Departamento de Antropologia.


  • Professor da UFSC e pesquisador do IBP palestra na Inglaterra sobre o ayahusca

    O professor Alberto Groisman, do Departamento de Antropologia da UFSC e pesquisador do Instituto Brasil Plural, tem participado de palestras no Reino Unido em que divulga as pesquisas que realiza há mais de duas décadas sobre os usos do ayahuasca em grupos urbanos. Groisman está como pesquisador visitante na University of Canterbury e foi convidado pelo diretor do Centre of Biocultural Diversity (CBCD), Dr. Rajindra Puri, a participar de um ciclo de leituras onde apresentou o trabalho “Ayahuasca and Mental Health: Religion, Agency and Ethnography”.