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Colóquio “Migrações no Brasil Contemporâneo” reúne pesquisadores em outubro, na UDESC
O Colóquio: Migrações no Brasil Contemporâneo reunirá entre os dias 8 e 9 de outubro,na Universidade Estadual de Santa Catarina (UDESC), pesquisadores que integram a Rede de Migrações do Instituto Brasil Plural, e tem como objetivo discutir resultados de seus projetos de pesquisas. Entre os temas a serem abordados, destacam-se as migrações no contexto nacional, como é o caso de diferentes profissionais e de travestis que visualizam em Florianópolis novas possibilidades de trabalho; a emigração de brasileiros (as) para a Europa em busca de novas oportunidades no disputado mercado de trabalho europeu; a circulação de brasileiros (as) pelo globo em busca de fama e dinheiro no mundo do futebol. Na contrapartida temos a recente presença dos haitianos, que entrando pela Amazônia, buscam em várias partes do Brasil novas possibilidades para reconstruírem suas vidas. Apesar da pluralidade de contextos e de sujeitos que os caracterizam, algumas temáticas lhes são comuns, como a questão da mobilidade espacial e social, relações de gênero, etnicidade, políticas públicas e processos socioculturais.
Colóquio – Migrações no Brasil Contemporâneo
Realização – Rede Migrações – IBP
Local- Auditório da FAED – 08 – 09 de outubro de 2013
UDESC- Florianópolis – SC
Programação
Dia 08/10 Abertura- 9:00hs
1ª. Sessão – 9.30hs
Migrações, mobilidades e fronteiras
Debatedora – Rosana Baeninger – NEPO/UNICAMP
1- História local e Migrações de profissionais na Barra da Lagoa, Florianópolis – Alex Vailat – UFSC
2- Novos emigrantes de Goiás rumo a Inglaterra e Irlanda: mobilidades contemporâneas. Gláucia de Oliveira Assis – UDESC
3- A presença haitiana em Manaus e os desafios da integração- Sidney Silva – UFAM
4- Mobilidades, Fronteiras, Circulações: o caso de jogadores de futebol – Carmen Rial -UFSC
2ª. Sessão – 14h às 17h
Migração, gênero/ sexualidade
Debatedora: Silvia Favero Arend – UDESC
1- Migrações nacionais e internacionais de jogadoras de futebol – Mariane Pisani – UFSC
2- Boas de Bola: um estudo sobre o ser jogadora de futebol no Esporte Clube Radar Durante a década de 1980. Caroline Soares – UFSC
3- Os emigrantes goianos na imprensa brasileira e portuguesa: gênero, etnicidade e preconceito – Gisele Meriz – UDESC
4- A Migração Haitiana na Amazônia à luz dos Estudos de Gênero – Márcia Oliveira – UFAM
Dia 09/10
09:30h
3ª. Sessão
Políticas, Etnicidade e Processos Socioculturais
Debatedores: Sônia Maluf- UFSC e Pedro Martins – UDESC
1- Trajetórias e vivências dos imigrantes haitianos através da imprensa – Katia Couto – UFAM
2- Dos ideais às práticas: os haitianos e o desafio da inclusão dos migrantes internacionais nas políticas do sistema de saúde brasileiro.- Fabiane Vinente – FIOCRUZ
3- Gênero e conflito na mobilidade humana: reflexões sobre alguns aspectos da imigração haitiana na Amazônia- Marília Pimentel/ Geraldo Cotinguiba – UNIR
4- A Ilha da Magia como destino: uma etnografia sobre as migrações de travestis para a cidade de Florianópolis, Santa Catarina. Monica Siqueira – UFSC
14hs. Mesa Redonda – Migração e mobilidades contemporâneas
Rosana Baeninger – UNICAMP
Emerson César Campos – UDESC
Gláucia O. Assis – UDESC / Sidney Silva – UFAM
Local: Auditório da FAED – 2º. Andar – UDESC
Endereço: Rua Madre Benvenuta 2007 –
Centro de Ciências Humanas e da Educação
PROMOÇÃO: INSTITUTO BRASIL PLURAL – IBP
Apoio:
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA SOCIAL – UFSC
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA SOCIAL – UFAM
PROGRAMA DE MESTRADO PROFISSIONAL EM PLANEJAMENTO TERRITORIAL E DESENVOLVIMENTO SOCIOAMBIENTAL – UDESC
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PPGAS/UFAM seleciona bolsista de pós-doutorado
O Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social – PPGAS/UFAM está recebendo inscrições para selecionar 1 (um) recém-doutor para desenvolver atividades de ensino e pesquisa como bolsista do Programa Nacional de Pós-Doutorado – PNPD 2013. As inscrições vão até 30 de setembro, via email, conforme Edital 001/2013-PNPD/PPGAS.
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Prof. Rafael Bastos vai falar de seu livro na Feira da EdUFSC
(Do portal Notícias da UFSC)Para animar e estimular a leitura, a 17ª Feira da EdUFSC promove no dia 4 de setembro, às 17h, no Centro de Convivência, um bate-papo com o antropólogo Rafael José de Menezes Bastos, autor de uma obra magnífica A festa da jaguatirica – Uma partitura crítico-interpretativa. A obra, que inaugura a Coleção Plural da EdUFSC, embora já disponibilizada na Feira, ainda não foi oficialmente lançada. São mais de quatro décadas de pesquisas sobre a música dos Kamaiurá e do Alto Xingu. Um CD acompanha o livro do etnomusicólogo.
Rafael José de Menezes Bastos, que pesquisa o assunto desde 1969, é autor de outro livro pela EdUFSC. Em 1999, publicou na Coleção Geral a segunda edição de A musicológica Kamayurá – Para uma antropologia da comunicação no Alto Xingu.

O primeiro bate-papo na Feira da EdUFSC foi promovido no dia 14 de novembro com o professor e escritor Alckmar Luiz dos Santos, autor de Ao que minha vida veio…, vencedor do Concurso Salim Miguel de Romance. Conduzido pelo diretor executivo Fábio Lopes, o evento foi prestigiado pela vice-reitora Lúcia Helena Pacheco.
A Feira prossegue, no Centro de Convivência da UFSC, em Florianópolis, até o dia 12 de setembro, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 19h. A EdUFSC oferece 800 títulos próprios, com descontos que vão de 30 a 70%.
Moacir Loth/Jornalista da Agecom/UFSC
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Coletânea sobre etnobiologia é lançada com apoio do IBP
Com o apoio do Instituto Brasil Plural, acaba de ser lançado o livro Etnobiologia e Saúde de Povos Indígenas, organizado por Moacir Haverroth, reunindo textos de vários pesquisadores sobre saúde indígena e a relação que esta população estabelece com o meio ambiente, com foco nos aspectos culturais e étnicos, a etnobiologia. Um desses trabalhos, “Medicina tradicional: reflexões antropológicas sobre a atenção diferenciada”, é de autoria da coordenadora do IBP, Esther Jean Langdon, professora do Departamento de Antropologia da UFSC, que também assina o prefácio da coletânea.“Há algumas publicações sobre etnobiologia de povos indígenas, mas poucas fazem essa abordagem relacionada à saúde indígena”, afirma o organizador Moacir Haverroth, pesquisador da Embrapa (AC), em entrevista ao site da instituição. O livro traz dez capítulos sobre etnobotânica, ciência que estuda simultaneamente as contribuições de várias áreas, como a botânica e a antropologia, e também sobre etnobotânica histórica, todos com ênfase na saúde indígena.
Há ainda textos sobre plantas medicinais em contextos indígenas e regionais específicos; a questão da segurança alimentar e sistemas de produção e manejo de alimentos entre povos indígenas; a relação cultural entre animais e doenças até chegar ao tema do etnoconhecimento entre crianças. “Um dos capítulos comenta sobre como medicamentos industrializados estão sendo abordados dentro do sistema de saúde indígena”, diz o organizador.
O livro foi publicado com apoio financeiro do Instituto Brasil Plural, pelo Núcleo de Publicações em Ecologia e Etnobotânica Aplicada (NUPEEA) da Universidade Federal Rural de Pernambuco. A coletânea pode ser adquirida pelo site www.nupeea.com.
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Sai o primeiro livro da Coleção Brasil Plural
Acaba de sair pela Editora da UFSC o livro A Festa da Jaguatirica: uma partitura crítico-interpretativa, do professor Rafael José de Menezes Bastos, do departamento de Antropologia da UFSC. O trabalho inaugura a Coleção Brasil Plural que vai contar com a publicação de teses e coletâneas de pesquisadores do IBP.
A Festa da Jaguatirica é uma das primeiras descrições integrais de um ritual musical ameríndio. Feita no seu próprio pulso, ela evidencia que o cerne desses rituais, na Amazônia, está na articulação de pequenas unidades (canções, peças instrumentais, vinhetas) em longas sequências e sequências de sequências, resultando em performances às vezes de mais de dez dias. A música neles opera como pivô entre as artes verbais (poesia, mito) e corporais (especialmente a dança). A publicação deste livro contribui fortemente para a atual reconfiguração do conhecimento sobre os povos amazônicos, apontando para a ideia de uma grande complexidade de suas culturas.
A Coleção Brasil Plural tem como objetivo dar visibilidade às pesquisas realizadas pelo Instituto Nacional de Pesquisa Brasil Plural (INCT/CNPq). Busca retratar as diferentes realidades brasileiras em toda a sua complexidade e contribuir para a elaboração de políticas sociais que levem em consideração as perspectivas das populações e comunidades estudadas. Além disso, visa formar pesquisadores e profissionais que atuem com essas populações.
Ficha Técnica
- A FESTA DA JAGUATIRICA: UMA PARTITURA CRÍTICO-INTERPRETATIVA, de Rafael José de Menezes Bastos
- 16 x 22 cm
- ISBN: 9788532806383
- Preço: 59,00
- No site da Editora da UFSC: http://www.editora.ufsc.br/publicacao/detalhe/id/519
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IBP lança documentário sobre pesquisas realizadas
O vídeo foi lançado na semana passada, em Brasília, durante o II Seminário de Acompanhamento e Avaliação dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT), e apresenta algumas das pesquisas realizadas pelo Instituto Brasil Plural, enfocando as relações entre saberes locais e políticas públicas.
O documentário já está disponível no Youtube.
FICHA TÉCNICA
Direção e Roteiro: ELEONORA CASALI
Imagens e Edição: MARCELO DIAS
Computação Gráfica: MARCO ANTÔNIO AZEVEDO
Trilha: DAVID SHYDE
Produção: MARCOS AURÉLIO DA SILVA, RAFAEL V. DEVOS e SÔNIA W. MALUF
NAOCA CASA DE PRODUÇÃO, junho de 2013
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DEFESA DE TESE: “Fazendo cena na cidade dos mudos: Surdez, práticas sociais e uso da língua em uma localidade no Sertão do Piauí”
Título da Tese:
“Fazendo cena na cidade dos mudos: Surdez, práticas sociais e uso da língua em uma localidade no Sertão do Piauí”
Doutorando: Everton Luis Pereira
Orientadora: Esther Jean Langdon
Dia: 08/07/2013 (segunda-feira)
Horário: 14 horas
Local: Sala 110/ Depto Antropologia/CFH/UFSC
Obs.: haverá intérprete de libras
Banca Examinadora:
Profª. Drª. Esther Jean Langdon (Orientadora – PPGAS/UFSC)
Profª. Drª. Emilia Pietrafesa de Godoi (UNICAMP/SP)
Prof. Dr. Leland McCleary (USP/SP)
Prof. Dr. Oscar Calávia Saez (PPGAS/UFSC)
Profª Drª. Vânia Zikán Cardoso (PPGAS/UFSC)
Profª Drª. Evelyn Martina Schuler Zea (PPGAS/UFSC)
Profª Drª Márcia Grissoti (PPGSP/UFSC – suplente)
Prof. Dr. Tarcisio Leite Depto Artes e Libras/UFSC – suplente)
Tese da Antropologia da UFSC enfoca linguagem criada por surdos no interior do Piauí
Laura TuyamaJornalista da Agecom / UFSC
Publicado em 03/07/2013 às 16:26, no site da UFSCO doutorando em Antropologia Social da UFSC Éverton Luís Pereira defende na próxima segunda-feira, 8 de julho, a tese “Fazendo cena na cidade dos mudos: surdez, práticas sociais e uso da língua em uma localidade no Sertão do Piauí”. Orientado pela professora Esther Jean Langdon, sua pesquisa enfoca uma linguagem gesto-visual nomeada localmente como cena, que é utilizada para a comunicação entre surdos e entre surdos e ouvintes de uma comunidade rural do município de Jaicós (PI). A defesa será às 14h na sala 110 do Departamento de Antropologia do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da UFSC. Haverá intérprete de Libras.O trabalho de Éverton dá visibilidade a um tema pouco explorado: a existência de línguas de sinais não oficiais. É o caso da língua denominada cena. Para realizar sua pesquisa, o estudante passou um ano na comunidade de Várzea Queimada, formada por aproximadamente 900 habitantes, dos quais em torno de 40 são surdos. “Foi um contato intenso. Todos ali sabiam que eu tinha ido com o objetivo de aprender a cena. Então, os surdos me visitavam e eu cheguei a morar com famílias de surdos. E vi que todos ali conseguem se comunicar, ou seja, tanto os surdos quanto os ouvintes sabem ‘fazer a cena’”, explica. “É uma comunidade bilíngue”.
Sua tese chama atenção para a necessidade de documentar essa língua, que tem uma estrutura lexical muito diferente da Língua Brasileira de Sinais (Libras), esta reconhecida como uma das línguas oficiais do país. Outro alerta é para a necessidade de políticas públicas que respeitem a diversidade linguística. “Existem no Brasil outras línguas de sinais que não podem ser ignoradas”, explica Éverton. “Quantas já não foram extintas?”, questiona.
A tese mostra também o contexto onde esta língua de sinais surgiu, a comunidade de Várzea Queimada. Éverton relata como a comunidade vem lidando com a chegada da Libras, as dificuldades e barreiras entre as duas línguas bem como as políticas públicas voltadas para pessoas com deficiência neste local que possui um dos mais baixos IDHs (índice de desenvolvimento humano) do Brasil.
Além da orientadora Esther Jean Langdon, participam da banca examinadora os professores Emilia Pietrafesa de Godoi (UNICAMP/SP), Leland McCleary (USP/SP), Oscar Calávia Saez (PPGAS/UFSC), Vânia Zikán Cardoso (PPGAS/UFSC), Evelyn Martina Schuler Zea (PPGAS/UFSC) e os suplentes Márcia Grissoti (PPGSP/UFSC) e Tarcisio Leite (Departamento de Artes e Libras/UFSC). Para realizar sua pós-graduação, Éverton recebeu uma bolsa de doutorado da Capes, entidade que também financiou seu doutorado sanduíche na Universidade do Texas (EUA). A pesquisa teve apoio do INCT Brasil Plural.
Mais informações: Éverton Luís Pereira –

Foto: Éverton Luís Pereira
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Ministro anuncia continuidade do Programa INCT durante o seminário de avaliação em Brasília
Ter, 02 Jul 2013 18:36:00 -0300
O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp, anunciou nesta terça-feira (02), na abertura do II Seminário de Acompanhamento e Avaliação dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT), a continuidade do financiamento ao Programa Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia. O evento segue até o dia 04 de julho, no Hotel Royal Tulip, em Brasília.
De acordo com Raupp, o lançamento do edital destinado à continuidade e formação de novos INCTs deve ser formatado a partir da avaliação dos resultados no seminário. “A contribuição que esses institutos podem dar não é irrisória, ela perpassa diretamente pela fronteira da ciência. Faremos um investimento igual ou superior no programa com o lançamento de um novo edital”, disse.
Sobre a avaliação dos resultados, o ministro disse acreditar que os institutos possuem potencial para produzir o conhecimento necessário para a geração da ciência em alto nível, beneficiando assim à sociedade. “Esses institutos devem ser avaliados de forma muito mais detalhada, pois são redes de pesquisa com grande potencial e podem gerar resultados concretos e diretos para a sociedade”, afirmou.
O presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Glaucius Oliva, detalhou quais serão os critérios para a avaliação, entre os quais estão o estado da arte alcançado pelos projetos, a produção científica obtida, a formação de recursos humanos, a interação com o setor produtivo e a transferência do conhecimento e tecnologia. “O foco desta avaliação é absolutamente os resultados. Compreendemos que existem diferentes estágios entre os INCTs, mas não podemos abrir mão deste critério”, informou. “Esses resultados devem ser contextualizados sobre a perspectiva de como irão beneficiar a sociedade”, complementou Glaucius Oliva.
O secretário da Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde (MS), Carlos Gadelha, ressaltou a contribuição da ciência para a área da saúde. “Hoje, a agenda de ciência e tecnologia adquiriu um papel central na saúde brasileira. Ela será fundamental na meta de alcançarmos o que compreende a constituição sobre o acesso universal à saúde”, afirmou.
Gadelha acredita que a ciência pode ser utilizada para proporcionar benefícios sociais, além da geração de maior competitividade na área da saúde. “Além da participação endógena, temos que ter ainda maior participação nas políticas sociais. Devemos discutir, por exemplo, como a ciência pode contribuir para a diminuição da indução nos partos, para que haja cada vez mais partos naturais”, disse.
O presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Guimarães, relatou que os INCTs já contribuíram para a instituição nortear políticas públicas de educação. “Nós já utilizamos os temas desenvolvidos pelos INCTs para nortear ações internacionais, como na relação com instituições como Harvard e Cambridge”, afirmou. “Outro resultado satisfatório a partir da produção dos INCTs é a criação de cursos de graduação que surgiram através dos temas trabalhados nas redes de pesquisa”, concluiu.
O presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), Mário Borges Neto, também esteve presente na mesa de abertura do evento, representando o Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap).
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
Fotos: Marcelo Gondim
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Brasil Plural participa de Seminário Nacional dos INCTs em Brasília
As professoras E. Jean Langdon, Sônia Maluf (UFSC) e Deise Montardo (UFAM), coordenadoras do Instituto Brasil Plural, estão em Brasília, onde representam o IBP no II Seminário de Acompanhamento e Avaliação dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT), realizado em Brasília, de 2 a 4 de julho, no Hotel Royal Tulip. Além de um estande com materiais que apresentam as pesquisas e seus resultados, também será lançado, na ocasião, o documentário BRASIL PLURAL, que traz entrevistas sobre as pesquisas produzidas pelo instituto.
A abertura do evento contará com a presença do Ministro de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, e participação de coordenadores e gestores dos institutos, autoridades governamentais, representantes de instituições e empresas financiadoras e parceiros.
O objetivo do seminário é acompanhar os resultados alcançados nos projetos de pesquisa ao longo dos últimos três anos, além de apresentá-los à sociedade científica nacional e internacional. Atualmente, o programa conta com 126 INCT’s no Brasil. O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Centro de Gestão de Estudos Estratégicos (CGEE) são os organizadores do evento.
O Programa INCT conta com a parceria das fundações de Amparo à Pesquisa do Amazonas, Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Piauí, Pará e Santa Catarina, Capes, Finep, Petrobrás, BNDES e ministérios da Educação, da Saúde, da Integração Nacional, da Cultura, de Minas e Energia, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, e Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir).
Outras notícias do Seminário:
Ministro anuncia continuidade do Programa INCT durante o seminário de avaliação em Brasília
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Programas e projetos educativos inclusivos em museus
A Rede de Educadores em Museus de Santa Catarina (REM/SC), o Laboratório Virtual de Arte Interativa para Públicos Especiais (LAVAIPE) e a Associação de Arte Educadores de Santa Catarina (AAESC) convidam para:
Palestra com Gabriela Aidar –19 de junho – 15h às 17h
Programas educativos inclusivos em museus: a experiência da Pinacoteca do Estado de São Paulo
A palestra abordará aspectos conceituais ligados ao desenvolvimento de programas e ações educativas inclusivas em museus, discutindo temas como direitos culturais, acessibilidade em museus e inclusão sociocultural. A título de exemplo de possibilidades de articulação desses conceitos à prática museológica, serão apresentadas as ações desenvolvidas pelos Programas Educativos Inclusivos do Núcleo de Ação Educativa da Pinacoteca, junto a grupos em situação de vulnerabilidade social, de pessoas com deficiências, idosos e funcionários do museu.
Local: Cinema do CIC – Centro Integrado de Cultura
Quanto: gratuito (vagas limitadas)
Inscrições: http://tinyurl.com/PalestraAidar
Oficina com Gabriela Aidar – 20 e 21 de junho – 13h às 18h
Projetos educativos inclusivos em museus: propostas e possibilidades
A oficina terá um caráter teórico prático a fim de promover a discussão de possibilidades de trabalho e abordagens educativas inclusivas em museus. Para isto, serão apontados aspectos da construção de percursos educativos em museus para grupos em situação de vulnerabilidade social, bem como apresentadas práticas educativas museológicas realizadas junto a tais grupos no país. Serão ainda abordadas as experiências dos participantes da oficina com grupos inclusivos e elaborados exercícios de construção de projetos educativos inclusivos.
Local: Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS-SC) – Centro Integrado de Cultura (CIC)
Quanto: gratuito (vagas limitadas)
Número de vagas: 30
Carga horária: 10h
Inscrições: http://tinyurl.com/OficinaAidar
Gabriela Aidar: Graduada em História pela Universidade de São Paulo (USP), especialista em Estudos de Museus de Arte pelo Museu de Arte Contemporânea e em Museologia pelo Museu de Arqueologia e Etnologia, ambos da USP. Obteve o título de Master of Arts in Museum Studies pela Universidade de Leicester, na Inglaterra, com revalidação pelo Programa de Mestrado em Museologia da UNIRIO. De 2002 a 2012 foi coordenadora do Programa de Inclusão Sociocultural e desde janeiro de 2013 atua como coordenadora dos Programas Educativos Inclusivos do Núcleo de Ação Educativa da Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Endereço da palestra e oficina: Centro Integrado de Cultura ( CIC) – Av. Irineu Bornhausen, 5600 – Agronômica – Florianópolis/SC
Informações
(48) 9927-4601

